Obama se diz "decepcionado" com veto do Senado ao plano para montadoras
colaboração para a Folha Online
O presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, disse nesta sexta-feira que está decepcionado com o Senado americano, que não chegou a um acordo sobre o plano de resgate para os fabricantes de automóveis à beira da falência.
| Gerald Herbert/AP/11.dez.2008 |
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| Obama diz que falência de motadoras pode enfraquecer ainda mais a economia dos EUA |
"Minha esperança é que a administração e o Congresso encontrem ainda uma maneira de dar à indústria uma assistência temporária. No entanto, é absolutamente necessária uma reestruturação a longo prazo", afirmou Obama, em um comunicado.
Ontem, o plano de resgate, de US$ 14 bilhões, que vinha sendo negociado há dias para salvar principalmente a General Motors e a Chrysler, foi rejeitado no Senado dos EUA. A Casa dos Representantes (Câmara dos Deputados) havia aprovado nesta semana a medida, mas os senadores, em particular os republicanos, se opuseram à iniciativa.
Segundo o republicano George Voinovich, os representantes do Sindicato de Trabalhadores da Indústria Automotiva estavam dispostos a um corte salarial, mas não antes de 2011. Os democratas têm apenas 50 cadeiras no Senado, e precisavam de 60 votos para frear a minoria republicana.
Outra saída
A Casa Branca informou nesta sexta-feira que considera utilizar dinheiro do Tarp (Programa para Alívio de Ativos Problemáticos, na sigla em inglês), o pacote de US$ 700 bilhões aprovado em outubro e destinado inicialmente a resgatar empresas do setor financeiro com problemas ligados a papéis "podres" (com alto risco de calote), para evitar quebras no setor automobilístico.
Segundo o governo americano, um colapso na indústria automobilística dos EUA teria um impacto severo sobre a economia do país --que já se encontra em recessão desde o fim de 2007. "Dada a condição atual de fragilidade da economia americana, vamos considerar outras opções se necessário --incluindo o uso do programa Tarp-- para evitar o colapso das montadoras com problemas", disse em um comunicado a porta-voz da Casa Branca, Dana Perino. "Um colapso desse setor teria um impacto severo sobre nossa economia e seria uma irresponsabilidade enfraquecer e desestabilizar ainda mais nossa economia neste momento."
Com Efe
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Osama foi treinado pela CIA, à época do domínio soviético no Afeganistão. 32 mil rebeldes, aquela época, venceram e expulsaram os soviéticos. Hoje, como são contra os americanos, são chamados de terroristas. Engraçado não é.? Todos sabem que o Afeganistão é estratégico para os EUA que se dirigem países com desinência -ão: Turquistão, azerbaijão, Casaquistão...
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VENEZUELA,IRA OU BRASIL,POIS OS ESTADOS UNIDOS ja esta montando a 4 frota na america do sul,sem falar nas bases que os EUA estao montado na colombia. E como sempre os EUA so estao combatendo o terrorismo,ate parece eles querem mesmo é petroleo.
SEM FALAR QUE NOS EUA AS CRIANÇAS DESDE PEQUENAS SAO INSINADAS QUE A AMAZONIA É DELES.
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E tudo isso custou até agora mais de 15 mil soldados dos EUA mortos, mais de U$ 1 trilhão de doláres jogados no lixo. E nós paíse Sub, estamos mas uma vez pagando a conta.
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