Justiça rejeita, pela segunda vez, examinar nacionalidade de Obama
colaboração para a Folha Online
A Suprema Corte dos Estados Unidos recusou-se nesta segunda-feira, a examinar mais um processo que questiona a nacionalidade do presidente eleito, Barack Obama. O pedido é o segundo apresentado a Justiça nos últimos oito dias e afirma que o democrata não pode assumir a Presidência dos Estados Unidos por não ser americano nato.
| Gerald Herbert/AP/11.dez.2008 |
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| Americanos contestam nacionalidade do presidente eleito, Barack Obama |
A Corte não divulgou comentários ao rejeitar o processo apresentado pelo residente de Connecticut Cort Wrotnowski, que assegurava que Obama nasceu com dupla nacionalidade, já que seu pai, original do Quênia, era então súdito britânico, o que impossibilita ao presidente eleito ser cidadão nato americano.
A Constituição dos Estados Unidos exige que os presidentes do país sejam cidadãos natos, isto é, que tenham nascido em território americano. O argumento é similar ao de outro processo apresentado pelo cidadão Leo Donofrio, de Nova Jersey, que a Suprema Corte também rejeitou há uma semana.
Como Wrotnowski, Donofrio alegava que no momento de nascer, em 1961, Obama tinha dupla nacionalidade e, portanto, não podia ser cidadão nato.
"Queniano"
Segue pendente uma decisão da Suprema Corte sobre o exame de outro processo, apresentado por Philip Berg, da Pensilvânia, que sustenta que a certidão de nascimento de Obama é falsa e que o futuro líder não nasceu no Havaí, como assegura, mas no Quênia. Essa versão circulou na internet durante a campanha e ganhou força após a eleição.
Os tribunais federais da Pensilvânia rejeitaram o argumento de Berg, que também defende que Obama pode ser cidadão da Indonésia, por ter vivido lá vários anos durante a infância.
O diretor do departamento de Saúde do Havaí, Chiyome Fukino e o escrivão de estatísticas de nascimento, Alvin Onaka, disseram que verificaram os registros do departamento de saúde e disseram que não não há dúvidas de que Obama nasceu lá, em 4 de agosto de 1961, apesar de alegações difundidas pela internet de que o documento apresentado por Obama tem evidências de falsificação, como um carimbo com data diferente da registrada por escrito.
Com Efe e AP
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ao lula...
Alguém acredita de verdade, que "a carta" do Obama, foi algum tipo de "sinal de amizade"?
Que o presidente americano, de alguma forma queria justificar algo ao "amigo"?
Acham?
Deve ser a turma que acredita em Papai-Noel...
Obama na verdade mandou um singelo aviso:
Não estamos gostando do que vocês estão fazendo!!!
Principalmente no caso do apoio ao ditador nuclear iraniano, nem na forçada de barra que foi dada ao esconder o Zelaia n embaixada brasileira em Honduras, quase provocando uma guerra civil.
Parabéns lula e bando de incompetentes!!!
Finalmente mostraram ao mundo quem são de verdade.
E agora receberam o 1º aviso, do tipo:
Estamos de olho em vocês...
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