Obama elege Nobel de Física como secretário de Energia
colaboração para a Folha Online
Atualizado às 20h42.
O presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou nesta segunda-feira o prêmio Nobel de Física Steven Chu como novo secretário de Energia dos Estados Unidos. Chu é defensor do maior investimento em pesquisa sobre energias renováveis e alternativas --uma das promessas de campanha de Obama.
| Stephen J. Carrera/Reutersr |
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| Barack Obama defendeu a criação de novas formas de energia e empregos no setor |
"Ele tem experiência para proteger os recursos naturais e desenvolver novas formas de energia. Vamos focar na criação de milhões de empregos no setor", disse Obama que afirmou que o desafio da independência energética "não é só do governo, mas de todos os americanos".
"Nós sabemos que não podemos falhar. Temos que nos tornar independentes do petróleo com novas tecnologias, inovação e dedicação para estimular também a nossa economia para a criação de empregos", disse o presidente.
Obama apresentou também Lisa Jackson como responsável do setor de proteção ambiental e Carol Browner, como representante especial para energia e mudança climática.
No primeiro discurso como secretário de Energia, Steven Chu, disse "saber da importância no desenvolvimento do setor de energia". "Sabemos que a criação de outras formas de energia terão impacto no futuro do país".
Perfil
Chu, filho de imigrantes chineses, estudou na Universidade de Stanford, na Califórnia e ganhou o Prêmio Nobel de Física em 1997 junto com o americano Williams Phillips e o francês Claude Cohen-Tannoudji por seu trabalho sobre "os métodos de esfriamento e captura de átomos com laser".
Ele é diretor do Laboratório Nacional Lawrence Berkeley desde 2004 e se especializou em mudança climática --um tema que o atual presidente americano, George W. Bush, praticamente ignorou durante seus dois mandatos.
Por iniciativa de Chu, foram criados o Instituto Conjunto sobre Bioenergia e o Instituto de Energia e Biociências. Além disso, foram fomentados programas sobre edifícios verdes.
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Certamente que o alardeado temor de alguns ante o fato de o Irã ter a bomba atômica não é pelo medo da burka ser imposta ao mundo, da mesma forma que os EUA quando invadiram o Afeganistão não foi porque os talebans não deixavam as mulheres estudarem, se assim fosse os países que têm o costume de mutilar orgãos genitais femininos já estariam democratizados, mas os homens têm outros interesses
e preocupações, mas vemos também que um atraso puxa o outro, em países prósperos as mulheres são instruídas, autônomas e podem escolher suas roupas, e em muitos países pobres também, mas infelizmente a violência doméstica contra a mulher existe em ambos, então se quisermos nos rebelar temos que fazê-lo contra todo o machismo, contra a raça humana homem. Enquanto isso não acontece temos que pelo menos torcer para não haver um retrocesso nas conquistas femininas, temos sim que ser contra aqueles que querem tirar nosso conhecimento e nosso frescor, o que não significa que devamos invadir seus países e matar essas mesmas mulheres que queremos defender, e/ou seus filhos, sua família.
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O Sr. está correto quando diz "voltando ao Irã, seu erro foi afirmar que lá elas são obrigadas a usar burca. Elas não são obrigadas, normalmente usam apenas um lenço sobre a cabeça e não por obrigação de lei governamental nenhuma, mas sim por costume". Além disso, me permita discursar sobre o erro grave e inconstitucional que ele cometeu em seu comentário marcio B. (73) 10/12/2009 12h34. Com o título "Mulheres do Brasil", ele se dirigiu a todas as mulheres brasileiras e terminou dizendo o seguinte "repetir mecanicamente o que outras pessoas falam". Tendo em vista que o termo "mecânico" se refere àquilo que depende do trabalho de mãos ou máquinas, ou seja, que age por impulso maquinal, ao empregar a expressão "repetir mecanicamente", ele subtraiu das mulheres brasileiras toda e qualquer faculdade de raciocinar, de conhecer, de pensar, de conceber, de comparar idéias, ou seja, de inteligência. Tal fato, além de mostrar certo tipo de índole, incorre em certo tipo de ideologia que transgride o que reza a Constituição do Brasil. Como cidadãos brasileiros que somos, homens e mulheres, em nome da cidadania, e em cumprimento da Lei Maior que rege nosso país, temos a obrigação de coibir esse tipo de coisa.
Um abraço e tenha um excelente dia.
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