Mundo
16/12/2008 - 16h13

Vice-presidente eleito dos EUA anuncia equipe de comunicação

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da Folha Online

O vice-presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, anunciou nesta terça-feira os principais integrantes de sua equipe de comunicação. Na lista estão Jay Carney como diretor de comunicações, Elizabeth Alexander, como secretária de imprensa, e Annie Tomasini, como vice-secretária de imprensa.

"Este grupo talentoso trará uma ética de trabalho incansável e dedicação à administração Obama-Biden", disse o vice-presidente eleito, em entrevista coletiva ao lado do presidente eleito, Barack Obama, que anunciou sua escolha para Secretaria de Educação.

Tannen Maury/Efe
Vice-presidente dos EUA, Joe Biden, apresenta novo diretor de comunicação em entrevista coletiva
Vice-presidente dos EUA, Joe Biden, apresenta novo diretor de comunicação, Jay Carney, em entrevista coletiva em Chicago

Carney é diretor da revista "Time", na qual cuida da cobertura política e nacional. Ele escreve sobre política há 20 anos na publicação e cobriu o colapso da União Soviética como correspondente em Moscou. O jornalista já trabalhou também como correspondente da Casa Branca e estava no avião do presidente quando os ataques de 11 de Setembro ocorreram.

"Eu admiro há muito tempo a compreensão astuta de temas nacionais e internacionais de Jay Carney. Eu tenho certeza que seus conselhos e liderança serão fundamentais nos anos por vir", disse Biden, justificando sua escolha.

Imprensa

Para secretária de imprensa, Biden escolheu Elizabeth Alexander. Formada em ciência política pela Universidade do Texas, ela trabalha como secretária de imprensa de Biden desde 2006, quando ele era senador por Delaware e membro do Comitê de Relações Exteriores do Senado.

Alexander trabalhou ainda como secretária de imprensa da ONU (Organização das Nações Unidas), criando campanhas de mídia para divulgar as causas da ONU no mundo. "Ela traz energia e experiência externa em comunicações, mais recentemente liderando minha equipe de imprensa no Senado e no Comitê de Relações Exteriores", descreveu Biden.

O vice-presidente eleito anunciou ainda a escolha de Annie Tomasini como vice-secretária de imprensa. Tomasini já trabalha na equipe de transição de Obama como vice-secretária de imprensa e, antes disso, fez parte da equipe de campanha de Obama em Chicago e da equipe de Senado de Biden.

Formada em ciência política pela Universidade de Boston, ela será uma das principais peças da equipe de comunicação do vice-presidente eleito democrata. "Eu estou ansioso para continuar trabalhando com ela", disse Biden.

Comentários dos leitores
Chris Maria (270) 16/12/2009 12h13
Chris Maria (270) 16/12/2009 12h13
Sr Alexandre de Jesus Barreto (2) 15/12/2009 19h11 e 15/12/2009 19h09
O Sr. está correto quando diz "voltando ao Irã, seu erro foi afirmar que lá elas são obrigadas a usar burca. Elas não são obrigadas, normalmente usam apenas um lenço sobre a cabeça e não por obrigação de lei governamental nenhuma, mas sim por costume". Além disso, me permita discursar sobre o erro grave e inconstitucional que ele cometeu em seu comentário marcio B. (73) 10/12/2009 12h34. Com o título "Mulheres do Brasil", ele se dirigiu a todas as mulheres brasileiras e terminou dizendo o seguinte "repetir mecanicamente o que outras pessoas falam". Tendo em vista que o termo "mecânico" se refere àquilo que depende do trabalho de mãos ou máquinas, ou seja, que age por impulso maquinal, ao empregar a expressão "repetir mecanicamente", ele subtraiu das mulheres brasileiras toda e qualquer faculdade de raciocinar, de conhecer, de pensar, de conceber, de comparar idéias, ou seja, de inteligência. Tal fato, além de mostrar certo tipo de índole, incorre em certo tipo de ideologia que transgride o que reza a Constituição do Brasil. Como cidadãos brasileiros que somos, homens e mulheres, em nome da cidadania, e em cumprimento da Lei Maior que rege nosso país, temos a obrigação de coibir esse tipo de coisa.
Um abraço e tenha um excelente dia.
sem opinião
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Alexandre de Jesus Barreto (2) 15/12/2009 19h11
Alexandre de Jesus Barreto (2) 15/12/2009 19h11
Parte 1
marcio B. tomei a liberdade de pegar emprestado uma parte do seu comentário no dia 10/12/2009 ("...recomendo uma pesquisa de menos de 1 hora na história da formação dos Estados Islâmicos, para entenderem qual é o papel da mulher na sociedade islâmica, e julguem, colocando-se na pele de um mulher iraniana obrigada a usar a burca!!! Outra coisa, quando a Russia invadiu o afeganistão, destruiu tudo , cortou as arvores, matou os homens de bem, e o abandonou o país... Com a ausência da Russia surgiu o Taliban."), para ilustrar o meu pensamento sobre todas essas discussões de qual é o governo do eixo do "bem"e do "mal". Então vamos começar pelas correções do trecho do seu comentário.
1. realmente as mulheres do "mundo islâmico" tem muito a conquistar em relação a direitos e liberdade. isso é fruto da grande fé que esse povo tem, pois a maioria segue os ensinamentos do seu livro sagrado ao pé da letra, e nele a pouco "espaço" para as mulheres. Se os "ocidentais" também seguissem ao pé da letra os ensinamentos da Bíblia, aqui não seria diferente e na verdade ainda não deixou de ser diferente por completo (portanto ou é falta de fé nossa ou a Biblia e o livro sagrados deles estao errados). Mas voltando ao Irã, seu erro foi afirmar que lá elas são obrigadas a usar burca. Elas não são obrigadas, normalmente usam apenas um lenço sobre a cabeça e não por obrigação de lei governamental nenhuma, mas sim por costume.
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Alexandre de Jesus Barreto (2) 15/12/2009 19h09
Alexandre de Jesus Barreto (2) 15/12/2009 19h09
Parte 2
2. Sobre seu comentário da guerra da Russia contra o Afeganistão, recomendo que veja o filme "Jogos do Poder" original "Charlie Wilson's War" de 2007, ele explica bem melhor o surgimento do Taleban. O Taleban surgiu depois que os EUA atraves da CIA treinou e armou os Mujahideen (que depois formaram o Taleban) para enfrentar os Russos, enchendo o Afeganistão de armas. E quando os russos foram embora nem a Russia nem os EUA ou qualquer outro os ajudou a recontruir seu pais devastado. Um pais com maioria jovem sem educação, saude ou qualquer infra estrutura e com montes de armas, só podia dar no que deu. E tudo isso pela guerra fria, o eixo do "bem" (captalistas) contra o eixo do "mal" (comunistas). E nesse ponto voçê vai entender a minha opinião. Não existe eixo do "bem" ou eixo do "mal", o que existe são pessoas poderosas que apenas defendem seus interesses e usam ideologias politicas, economicas, religiosas e nacionalistas para conseguir o que querem.
Só uma observação: O EUA é o pais dos sonhos, dos direitos, da liberdade, da fartura, só porque eles foram mais inteligentes e rapidos para perceber que se exportassem a sua pobreza para outros paises ficava mais facil controlar o seu povo e assim ter mais poder. Então se o Brasil quer ser que nem o EUA, temos que começar a pensar pra onde vamos exportar nossa pobreza, isso se sua consciencia nao se importar.
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