Mundo
17/12/2008 - 22h18

Força internacional libera pesqueiro chinês na Somália

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colaboração para a Folha Online

Uma embarcação chinesa, Zhenhua-4, foi libertada nesta quarta-feira por forças internacionais de resgate na costa do Iêmen, informou o jornal "El País". Nas últimas 24 horas, piratas somalis seqüestraram quatro embarcações na região, entre elas um iate.

Yahya Arhab /Efe
Policiais indianos vigiam supostas piratas somalis capturados no Golfo do Adén
Policiais indianos vigiam supostas piratas somalis capturados no Golfo do Áden

"A tripulação chinesa pediu ajuda quando foram abordados pelos piratas. Nós chamamos a força internacional, que enviou helicópteros e disparou vários tiros em direção dos piratas", informou o diretor de centro de informação de pirataria, Noel Choong, ao jornal.

Segundo o "El País", nove piratas com armas automáticas renderam as 30 pessoas que estavam na tripulação do cargueiro. Antes de ocorrer o resgate, a China informou que estuda enviar barcos de guerra para combater os ataques na região.

De acordo com a agência Xinhua, o vice-ministro de Relações Exteriores, He Yafei, confirmou a ação com o Conselho de Segurança das Nações Unidas. Com a libertação do pesqueiro, três embarcações permanecem em poder dos piratas no Golfo de Áden, sendo um navio da Indonésia, um barco turco e um iate.

O coordenador do programa de assistência marítima, Andrew Mwangura, afirmou que a embarcação se dirigia a Malásia quando foi atacada pelos piratas. A agência turca noticiou que o cargueiro seqüestrado na Somália pertencia a uma empresa chamada Isko Shipping, com sede em Istambul, e viajava sob bandeira de Antígua e Barbuda.

EUA

Na última terça-feira (16), 15 membros do conselho americano aprovaram uma nova resolução que autoriza a realização de operações internacionais no território da Somália.

"A resolução pede aos países que criem um mecanismo internacional de cooperação que sirva de base às atividades contra a pirataria na Somália", informa o comunicado do departamento de Estado americano.

Com Efe e "El País"

 

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