Deputados de Illinois desistem de chamar assessores de Obama a depor
da Folha Online
Os integrantes da CPI da Câmara do Estado americano de Illinois que irá decidir sobre o impeachment do governador Rod Blagojevich recusaram um pedido da defesa e decidiram não chamar a depor dois assessores do presidente eleito, Barack Obama. O governador é acusado de negociar --em troca de dinheiro ou de cargos-- a indicação que daria à cadeira que Obama deixará vazia, no Senado, no ano que vem.
Segundo o jornal "The New York Times", um advogado do governador, Edward Genson, havia pedido no começo desta semana que a CPI ouvisse Rahm Emanuel, futuro chefe-de-gabinete de Obama, e Valerie Jarrett, que será assessora especial na Casa Branca. Nesta sexta-feira, em carta, o procurador de Chicago, Patrick J. Fitzgerald, pediu que a CPI rejeitasse o pedido para que não houvesse interferências no processo criminal.
Nem Emanuel nem Jarrett são citados na denúncia oferecida pelo FBI (polícia federal americana) e pela procuradoria contra o governador, porém há suspeitas de que eles tivessem conhecimento da negociação em torno da indicação ao Senado. Em relatório divulgado pela equipe de transição de Obama, ambos negaram "contatos impróprios".
O procurador também pediu que não fossem chamados a depor o deputado Jesse L. Jackson Jr, suspeito de ter negociado com o governador, por um emissário; e Nils Larsen, executivo e vice-presidente do grupo Tribune Company --conforme a denúncia, o governador disse que ia impedir a conclusão da venda de um estádio esportivo à empresa a não ser que membros do conselho editorial do jornal "Chicago Tribune", do mesmo grupo, fossem demitidos.
"Não temos intenção de interferir na investigação criminal da promotoria", disse a presidente da CPI, deputada estadual Barbara Flynn Currie, ao "NYT". Os integrantes da CPI terão uma nova reunião na segunda-feira (29).
Blagojevich chegou a ser preso com o chefe-de-gabinete, John Harris, devido à denúncia, mas foi solto no mesmo dia, mediante o pagamento de uma fiança de US$ 4.500. Ele tem sido pressionado a renunciar desde então, mas não dá sinais de que irá fazê-lo.
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A um bom tempo já foi escrito tudo que Obama tem de fazer, e ele, como um bom "rapaz" vem cumprindo exemplarmente suas obrigações...rs.
Não sei ainda quanto tempo a sociedade irá tolerar esse tipo de manipulação, só sei que quanto mais tempo aceitarmos, inertes, que indivíduos e organizações, ditem impunemente os rumos de nossas vidas, somente levando em conta os seus interesses, seremos mais do que vítimas, seremos um completo e passível idiota. E isso cabe a todos, desde os que trabalham nos meios de comunicação, postando essas inverdades como se fossem verdades, até as autoridades que juram um compromisso profissional, mas que se calam diante do seu cumprimento, quando vai de encontro com os interesses desses manipuladores. Pode afirmar que tem medo de retaliações, medo das conseqüências que possam vir, para si e para sua família, podem, é compreensível, mas... Para vos digo: Só haverá justiça e liberdade quando verdadeiramente fizermos valer esses conceitos.
Enquanto isto veremos sempre o dominador fazendo o que bem entender, rindo de nós e nos eliminando como se fossemos nada. Pensem um pouco, srs, vale a pena viver assim?
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Deve ter começado mais ou menos assim:
"Pô Obama, você não disse que eu era "o cara"? Então, eu acreditei, achei que era pra valer..."
A cumparenhada finalmente começa a acordar para a realidade, para o que eles são na verdade, ou seja nada, um zerão redondão á esquerda (que por coincidência, é o lado favorito deles...).
Lula agora, o ator enganador, se tornou o personagem principal daquele filme:
"O Rato que Ruge..."
Responder para Obama? Ele?
Só se for...
Sim senhor!
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