Mundo
29/12/2008 - 11h45

Chanceler alemã responsabiliza Hamas por ofensiva israelense

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da Folha Online

A chanceler alemã, Angela Merkel, afirmou nesta segunda-feira que o movimento radical islâmico palestino Hamas é o único responsável pela "escalada de violência" na faixa de Gaza e pela retaliação de Israel em uma grande ofensiva militar que já deixou mais de 270 mortos.

Merkel pediu aos palestinos que parem com o lançamento de foguetes Al Qassam sobre território israelense, o que já faziam desde a semana passada.

Israel lançou uma grande ofensiva aérea contra a faixa de Gaza no sábado (27) como resposta à suposta violação --e lançamento de foguetes-- do Hamas da trégua de seis meses assinada com Israel e que acabou oficialmente no último dia 19.

De acordo com a agência de notícias Reuters, o número de mortos já chega a 298 e, segundo a agência France Presse, passa de 300. Trata-se da pior ofensiva realizada por Israel desde a Guerra dos Seis Dias, em 1967.

Thomas Steg, vice-porta-voz da Chancelaria alemã, comunicou nesta segunda-feira, em Berlim, que Merkel manteve ontem uma longa conversa telefônica com o primeiro-ministro israelense, Ehud Olmert, na qual concordaram "responsabilizar sozinho o Hamas" pela represália de Israel.

Para o governo alemão, "não há dúvida" da "legitimidade de Israel em defender seu próprio território". Segundo Steg, Hamas deve cessar o lançamento de foguetes se quiser acabar com os bombardeios israelenses sobre a região.

Em Berlim, Merkel pediu as milícias do Hamas que "não disparem sobre os comboios de ajuda humanitária".

O vice-porta-voz do governo disse que a Alemanha está convencida de que "Israel faz tudo o possível para evitar vítimas civis" nos bombardeios israelenses que já destruíram a Universidade Islâmica em Gaza, considerada um reduto do Hamas, um palácio de hóspedes usado pelo governo do Hamas e uma casa próxima à do líder do movimento em Gaza, Ismail Haniyeh, em um campo de refugiados.

Steg afirmou que a única saída ao conflito no longo prazo é a solução dos dois Estados --israelense e um palestino.

Com Efe

Comentários dos leitores
Marcello Sokal (93) 01/12/2009 16h49
Marcello Sokal (93) 01/12/2009 16h49
Vamos ver o que vai acontecer agora, mais uma vez fazem propostas para ganhar tempo,sabendo que não as poderão - e nem tem intenção - de cumprir. Esse congelamento não passa de outra farsa,para tentar enganar os incautos e mostar que são "bonzinhos", como se não fossem eles que tomam terras de outras pessoas na base dos tratores,tanques de 60 toneladas e soldados fortemente armados - normalmente no meio da noite,pois assim fica mais fácil de expulsar as pessoas e tornar seus atos menos visiveis - assim como agem os criminosos comuns,sorrateiros,no meio da madrugada....lamentável,mas instrutivo para que as pessoas saibam dos reais fatos... sem opinião
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samuel kosminsky (84) 29/11/2009 17h29
samuel kosminsky (84) 29/11/2009 17h29
gostaria de corrigir opiniao anterior, dizendo que, nao sao 2 naçoes e sim 3 (Ira, Coreia, Cuba) onde, quem pensa diferente e anti social, sendo encaminhado a hospital psiquiatrico
adoro aqueles que adoram governantes desses paises
sem opinião
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mauro guanandi (50) 28/11/2009 10h40
mauro guanandi (50) 28/11/2009 10h40
Senhor Eduardo, porque colocas tantos "rs" após cada colocação ?
O senhor acha graça nas coisas que escreve?
O senhor escreve falÇo com cedilha.
Eu não acho engraçado isto. Eu acho triste. Isto se aprende no pré-primário; aos seis anos. Porque o senhor não entra nos foruns de portugues?
O senhor acha graça nos discursos de Lula? encontra sabedoria no que ele fala?
Eu fico triste cada vez que vejo o presidente de meu país - GRAÇAS A DEUS ESTÁ ACABANDO O GOVERNO DESTA TURMA - falar alguma asneira do tipo...a ligação das torres de "energias" estão ligadas pois estão interligadas.
Isto não é engraçado nem um pouco.
Relaxa e goza quando tem apagão em aeroporto também não é nada engraçado. também não vejo graça no ministro LOBÂO falar que o assunto está encerrado; não vejo graça na peruca feia dele; Não vejo graça em ver o Sarney e o lula abraçados com o Collor.
Outro dia vi o programa "A praça é nossa". popularesco, simplório. MAS MUITO ENGRAÇADO E INOFENSIVO. Não acrescenta cultura nenhuma, MAS ELES NÃO USAM NOSSOS IMPOSTOS PARA FALAR OU FAZER ASNEIRAS.
2 opiniões
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