Mundo
05/01/2009 - 17h25

Laura Bush assina com editora para escrever livro de memórias

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da Folha Online

Laura Bush, mulher do presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, assinou um contrato com a editora Scribner para publicar um livro de memórias. O livro deverá sair em 2010. Não foram divulgados detalhes sobre o acordo, mas estima-se que ele inclua um adiantamento de milhões de dólares.

Conforme a editora, o livro dará "uma descrição íntima das experiências de vida de Laura Bush, incluindo seus oito anos na Casa Branca". Em comunicado divulgado pela editora, a primeira-dama americana afirmou que irá "contar histórias de acontecimentos incríveis e pessoas que conheci na vida, especialmente nos anos de Casa Branca".

Freddie Lee-22.dez.08/AP
Laura Bush durante entrevista ao canal de TV americano Fox News
Laura Bush durante entrevista ao canal de TV americano Fox News

Sally McDonough, secretária de imprensa de Laura, disse que a primeira-dama terá apoio de um colaborador para escrever o texto e que a edição ficará por conta de Nan Graham, que é vice-presidente e chefe de edição da Scribner, uma marca da Simon & Shuster, uma empresa gigante do setor editorial que pertence, por sua vez, ao grupo CBS.

Scribner já publicou os dois livros da mãe de Bush, Barbara Bush.

O acordo entre Laura e a editora foi negociado, por parte dela, pelo advogado Robert Barnett que tem, entre seus clientes, o ex-presidente Bill Clinton (1993-2001); a mulher dele e a futura secretária de Estado americana, Hillary Clinton; e o senador Edward Kennedy. Em entrevista, o advogado disse que Laura irá trabalhar no livro assim que deixar a Casa Branca. "Trata-se de uma grande prioridade para ela."

Bush e Laura deixam a Casa Branca no próximo dia 20, quanto toma posse o presidente eleito, Barack Obama.

Comentários dos leitores
Liliane Garcia (2) 06/11/2009 00h23
Liliane Garcia (2) 06/11/2009 00h23
A questão não é o fato do Obama defender o seu país e sim, dar continuidade a uma política de intervenção no país alheio, o que não é nada democrático, logo eles que "prezam" tanto pela democracia. Por qual motivo? Eu também lamento o atentado ocorrido no 11 de setembro, porém, acredito que isso não justifica a invasão estadunidense. Assim como no World Trade Center, no Afeganistão havia e ainda há muitos civis inocentes, sendo eles também vítimas das atrocidades cometidas por ambas as partes. O atentado terrorista provavelmente ainda servirá por muito tempo para justificar uma invasão que não tem justificativa para aqueles que se tornaram vítimas do horror da guerra. 2 opiniões
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Sergio Busato (2) 04/11/2009 21h40
Sergio Busato (2) 04/11/2009 21h40
Concordo com o Elton Lancini e também gostaria de recomendar o livro "O Império Americano - Hegemonia ou Sobrevivência" do author Noam Chomsky. sem opinião
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Marcio Alves Vieira (113) 04/11/2009 19h39
Marcio Alves Vieira (113) 04/11/2009 19h39
Parabéns ao Sr. Armando Spataro, o resto é balela. 2 opiniões
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