Mundo
05/01/2009 - 21h24

Filhas de Obama têm primeiro dia de aula em Washington

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da Folha Online

Malia, 10, e Sasha, 7, filhas do presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, tiveram nesta segunda-feira seu primeiro dia de aula na escola particular Sidwell Friends, na periferia de Washington. A mãe e futura primeira-dama americana, Michelle, foi quem levou as filhas à escola, em sua caminhonete 4x4.

Callie Shell/Efe
Michelle Obama se despediu das filhas no primeiro dia de aula em Washington
Michelle Obama se despediu das filhas no primeiro dia de aula em Washington

Michelle saiu do luxuoso hotel no qual os Obamas estão hospedados às 8h, escoltada por um carro policial, e estacionou em frente à escola, evitando o grupo de jornalistas que aguardava pela chegada da família. As duas meninas desceram cercadas de agentes do serviço secreto americano --responsável pela segurança da família.

Para satisfazer a curiosidade em torno do cotidiano das meninas, a equipe de transição de Obama distribuiu fotos nas quais as duas aparecem no salão do hotel dando beijos na mãe.

Sidwell Friends é frequentada por famílias endinheiradas da região e cobra aproximadamente US$ 29 mil pelo ano escolar. Nesta segunda-feira, grande parte dos parentes que levaram os próprios filhos ao local evitaram fazer comentários sobre os Obamas. Inicialmente, Obama e Michelle consideraram matricular as filhas na rede pública, porém desistiram, por segurança.

Sidwell Friends já recebeu os herdeiros do ex-presidente Bill Clinton (1993-2001) e da mulher e futura secretária de Estado, Hillary Clinton; do presidente Richard Nixon (1969-1974); e do ex-vice-presidente Al Gore. Na lista de alunos há ainda a ex-primeira-dama Nancy Reagan e Archibald Roosevelt, filho do presidente Theodore Roosevelt (1901-1909).

Obama, Michelle e suas filhas passarão duas semanas hospedados no hotel Hay-Adams. No próximo dia 15, ocorrerá a mudança para a Blair House, uma residência oficial normalmente usada por visitantes. No dia 20, Obama toma posse como o 44º presidente da história daquele país, e os Obamas se mudam para a Casa Branca.

Com agências internacionais

Comentários dos leitores
FABIANO TONACO BORGES (1) 08/11/2009 12h10
FABIANO TONACO BORGES (1) 08/11/2009 12h10
Presidente Obama nos dá uma lição de como um Estadista deve tratar o desenvolvimento de uma nação: com justiça social. Sem acesso à saúde garantido pelo Estado não se pode marchar rumo à consolidação de uma nação de forma sustentável. Com esta atitude o Predidente Obama abre mão de uma boa parte de sua popularidade, considerando que ele intefere num mercado (o da prestação de serviços de saúde) extremamente fisiológico, influente economicamente e com grande poder político. Os resultados virão, não tão rápido, mas as gerações porvindouras terão o que comemorar... sem opinião
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J. R. (1133) 08/11/2009 09h19
J. R. (1133) 08/11/2009 09h19
As mortes causadas pelas campanhas dos USA pelo mundo dá para encher milhares de torres gêmeas e wordtradecenters. Na guerra nuclear não haverá vencedores, nem mesmo o poderoso USA sobrará, é a eutanásia da humanidade doente! sem opinião
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Liliane Garcia (3) 06/11/2009 00h23
Liliane Garcia (3) 06/11/2009 00h23
A questão não é o fato do Obama defender o seu país e sim, dar continuidade a uma política de intervenção no país alheio, o que não é nada democrático, logo eles que "prezam" tanto pela democracia. Por qual motivo? Eu também lamento o atentado ocorrido no 11 de setembro, porém, acredito que isso não justifica a invasão estadunidense. Assim como no World Trade Center, no Afeganistão havia e ainda há muitos civis inocentes, sendo eles também vítimas das atrocidades cometidas por ambas as partes. O atentado terrorista provavelmente ainda servirá por muito tempo para justificar uma invasão que não tem justificativa para aqueles que se tornaram vítimas do horror da guerra. 5 opiniões
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