Mundo
05/01/2009 - 23h09

Sobe para 33 o número de mortos por queda de barreira na Guatemala

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da France Presse
da Efe

Subiu para 34 o número de mortos na queda de uma barreira ocorrida na noite de domingo (4) na Guatemala. Pelo menos 15 pessoas estão feridas e cerca de 70 continuam desaparecidas segundo as agências de notícias Reuters e Associated Press. Nesta segunda-feira, as equipes de resgate continuaram os trabalhos em busca de sobreviventes.

Daniel LeClair/Reuters
Equipes de resgate fazem a identificação dos corpos de vítimas de desmoronamento de barreira no domingo (4), na Guatemala
Equipes de resgate fazem a identificação dos corpos de vítimas de desmoronamento de barreira no domingo (4), na Guatemala

A tragédia aconteceu em uma comunidade conhecida como Los Chorros, no quilômetro 205 da estrada que liga as cidades de San Cristóbal Verapaz e Chicamán.

Mais de 140 homens trabalhavam em uma construção justamente para refazer uma parte da colina. Em dezembro, a barreira já havia caído e deixado a colina destruída. Na ocasião, dias pessoas morreram e três ficaram feridas.

Segundo as investigações, alguns dos trabalhadores decidiram atravessar o local no momento da queda da barreira, o que de acordo com as autoridades, havia sido interditada há quatro dias, devido ao alto risco.

De acordo com Sergio Cabañas, da Conred (Coordenadoria Nacional para a Redução de Desastres) milhares as toneladas de terra e pedras se soltaram da colina no momento em que os trabalhadores passavam pelo local.

Segundo ele, uma brigada de 180 membros do Exército, a Polícia, o Corpo de Bombeiros e a Cruz Vermelha, entre outros, retomaram hoje as operações de busca. As operações precisaram ser interrompidas na noite de domingo, devido a quedas de terra e rochas do alto da montanha que causaram o risco de novos acidentes.

Devido à grande quantidade de vítimas, o ministério da Saúde Pública improvisou alguns necrotérios na região e, segundo Cabañas, os corpos resgatados serão levados a um centro em San Cristóbal para sua identificação.

A região da tragédia, segundo a Conred, é cortada por ramificações das falhas geológicas de Chixoy e Polochic, entre elas, uma interna que debilitou o terreno e causou um vazamento de água.

 

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