Americanos são acusados de ataque racista para vingar vitória de Obama
da France Presse, em Nova York
Três jovens americanos foram indiciados nesta quarta-feira por agressões racistas cometidas em Nova York no dia da eleição de Barack Obama à Presidência, informou a procuradoria local.
De acordo com o Departamento de Justiça, o trio saiu na noite da eleição, após o anúncio da vitória de Obama, à procura de negros.
Os três jovens, dois de 18 e um de 21 anos, cometeram as agressões em Staten Island, incluindo Park Hill, bairro de maioria negra desse distrito nova-iorquino.
Em sua noite de "vingança", no dia 4 e na madrugada de 5 de novembro, os jovens atacaram um adolescente, um afro-americano e "perseguiram um latino, perguntando em quem ele havia votado".
A última vítima foi um indivíduo que "eles, erroneamente, pensaram ser um afro-americano". O trio investiu o carro contra esse homem, que sobreviveu, mas ficou em coma durante algum tempo.
"A violência e a intimidação destinada a interferir nos direitos constitucionais de cada cidadão, incluindo o direito ao voto, que é o pilar da democracia, não serão tolerados", declarou o procurador do distrito Leste de Nova York, Benton Campbell.
Os três, que devem ser acusados ainda nesta quarta-feira, em um tribunal de Brooklyn, poderão ser condenados a uma pena de até dez anos de prisão, acrescentou a procuradoria.
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Resposta ao Sr. Oliver Oak, vulgo "Hugo Chavez".
Portanto, para ficar bem claro, como eu estava dizendo, a palavra hebraica "goy" não possui sentido pejorativo. É como se nós, brasileiros, nos referíssemos a qualquer cidadão de outro país com a palavra "estrangeiro". Isso não é discriminação.
Já para a maçonaria, por exemplo, quem não é maçon, é chamado de profano. Esta sim, é uma palavra de sentido pejorativo. Mas, nem por isso, os maçons desenvolveram ódio aos profanos. Ao contrário. Todos eles foram profanos, antes de se tornarem maçons.
Nos próximos posts comentarei sobre os judeus se "esconderem" atrás de religião e sobre os autores NOAM CHOMSKI e NORMAN FILKENSTEIN, suspeitos de portarem o Transtorno Bipolar do Humor, antigamente denominado de psicose maníaco-depressiva. Também falarei do inexpressivo grupo ultra-radical NETUREI KARTA, um pequeno bando de doidos varridos que apóiam as atrocidades de Adolph Hitler. Esses judeus ultra-ortodoxos, que em mais de 100 anos de existência não passam de 5 mil membros, são contra a criação do Estado de Israel pelos homens. Eles querem que os judeus aguardem a vinda do Messias, para que este, em nome de Deus, crie o Estado de Israel. Mas, esse bando mora em Jerusalém. Por aí, caros leitores, vocês podem ver que o Sr. "Hugo Chavez" tem um universo bem limitado de leitura. Ele precisa ampliar seus horizontes, senão fica refém dos autores que ele citou.
Ao Sr. Alan Williamson, envio meus parabéns.
Até logo, Sr. Oliver.
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A palavra hebraica "goy" (plural goyim) em momento algum é utilizada em sentido pejorativo, como constou erradamente na wikipédia. Goy significa povo. Com o passar dos tempos, dentro do exílio, os judeus fizeram uso da palavra para identificar um não-judeu. Porém pelo mesmo sentido da palavra, todo judeu fora da Terra de Israel é goy também. A própria Torá friza por diversas vezes: "Fostes estrangeiro no Egito". É importante notar que a idéia do respeito pelos outros, e os valores de uma sociedade pluralista, formam uma parte antiga e integrante do Judaísmo e da tradição judaica. Os rabinos ensinaram que todos os homens são iguais aos olhos de Deus - se eles cumprem a vontade de Deus. O Talmud diz: "Seja judeu ou gentio, homem ou mulher, rico ou pobre - é de acordo com as ações do homem que a Presença Divina paira sobre ele." Portanto, para ficar bem claro, é como se nós, brasileiros, nos referíssemos a qualquer cidadão de outro país com a palavra "estrangeiro".
SEGUE ...
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