Mundo
08/01/2009 - 15h09

Obama promete corte de US$ 1.000 em impostos para 95% das famílias de classe média

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colaboração para a Folha Online

Atualizado às 15h09.

O presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, prometeu nesta quinta-feira um corte de US$ 1.000 em impostos para 95% das famílias de trabalhadores de classe média americanos. A medida faz parte do plano de estímulo econômico, anunciado pelo democrata, que inclui ainda um aporte de até US$ 800 bilhões.

Charles Dharapak/AP
Obama promete redução nos impostos na tentativa de estimular consumo das famílias
Obama promete redução nos impostos na tentativa de estimular consumo das famílias

"Essa será a primeira medida direcionada para a classe média que eu prometi durante a campanha e que será incluída no próximo orçamento", disse Obama durante uma coletiva de imprensa na Universidade George Mason, na Virgínia, na tarde de hoje. Segundo o democrata, a redução dos impostos tem o objetivo de estimular o consumo dos americanos.

Obama também prometeu dobrar a produção de energias alternativas nos três próximos anos e melhorar a eficiência energética em dois milhões de lares. "Vamos modernizar mais de 75% dos edifícios federais, e melhorar a eficiência energética de dois milhões de casas americanas, poupando aos consumidores e contribuintes bilhões de dólares em despesas energéticas", afirmou.

O democrata afirmou novamente que "a situação [econômica] poderá piorar ainda mais se o plano econômico não for aprovado". "Estou convocando todos os republicanos, democratas e independentes a unirem forças no Congresso para a aprovação do pacote em para o nosso país. Nós perdemos milhões de empregos nas últimas semanas e nós precisamos voltar a ter confiança na nossa economia. Mais do que salvar empregos, precisamos salvar vidas", disse Obama.

O presidente repetiu as promessas feitas anteriormente, como a criação de três milhões de empregos e os investimentos em infraestrutura, educação e tecnologia. "Vamos investir em universidades públicas, em novas tecnologias de ensino, novos treinamentos e em ciência. Vamos investir naquilo que nós fazemos de melhor", disse.

O democrata reiterou que o investimento do pacote financeiro terá um acompanhamento de perto da equipe de governo e que o processo será transparente.

Comentários dos leitores
Gedeão Barros (71) 22/11/2009 22h33
Gedeão Barros (71) 22/11/2009 22h33
Achei você, Oliver Oak, vulgo "HUGO CHAVEZ". Que feiúra, Sr. Oliver, este fórum é sobre OBAMA e o Sr. descamba o assunto para demonstrar o seu ódio contra os judeus? Em todos os assuntos, o Sr. dá um jeito de enfiar Israel no meio? Virou obsessão, idéia fixa, doentia. Os seus comentários são realmente muito claros e definidos: demonstram que o Sr. é anti-semita e age tal e qual os neo-nazistas, embora ache esses termos "velhas balelas". Ora, quem é radicalmente contra SIONISMO é anti-semita. Alguma dúvida?
A palavra hebraica "goy" (plural goyim) em momento algum é utilizada em sentido pejorativo, como constou erradamente na wikipédia. Goy significa povo. Com o passar dos tempos, dentro do exílio, os judeus fizeram uso da palavra para identificar um não-judeu. Porém pelo mesmo sentido da palavra, todo judeu fora da Terra de Israel é goy também. A própria Torá friza por diversas vezes: "Fostes estrangeiro no Egito". É importante notar que a idéia do respeito pelos outros, e os valores de uma sociedade pluralista, formam uma parte antiga e integrante do Judaísmo e da tradição judaica. Os rabinos ensinaram que todos os homens são iguais aos olhos de Deus - se eles cumprem a vontade de Deus. O Talmud diz: "Seja judeu ou gentio, homem ou mulher, rico ou pobre - é de acordo com as ações do homem que a Presença Divina paira sobre ele." Portanto, para ficar bem claro, é como se nós, brasileiros, nos referíssemos a qualquer cidadão de outro país com a palavra "estrangeiro".
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hugo chavez (155) 20/11/2009 15h58
hugo chavez (155) 20/11/2009 15h58
Sr. Allan. Meus comentários são muito claros e definidos. Sempre que posso, exponho a doutrina racista sionista que é a expressão da doutrina nazista nos dias atuais, sendo ambas de origem ariana nas suas raízes. Pregar superioridade racial, arrogância e proibir a "mistura" das "raças", além de definir os "não judeus" genericamente como goyins ou goys, são alguns exemplos básicos do racismo sionista. Nunca ataquei os judeus, ao contrário, atacar o sionismo é defender o mundo e os judeus que são usados pelos sionistas para se camuflar e continuar agindo nas sombras, atarvés da eterna vitimização. Quando esta doutrina POLíTICA rasteira é criticada, logo se esconde atrás da RELIGIÃO judaica para evitar o debate. Esta lorota não cola mais. Quanto à israel, considero uma base militar dos eua no Oriente Médio, inventada num lugar onde é a Palestina, às custas de muitas mortes, humilhações e crimes de toda a espécie. Jamais poderia reconhecer israel, pq foi "instalado" à força, onde existia e existe um outro país. Portanto, não me venha com as velhas balelas de "neonazismo" ou "antisemitismo" porque minha posição também é defendida por um grande número de intelectuais judeus como Noam Chomski, Norman Filkenstein, pelo grupo Neturei Karta que tem rabinos nas suas fileiras e TODOS estes tb são radicalmente contra a racista doutrina sionista. Tentar misturar sionismo com judaísmo é FRAUDE e não cola mais faz tempo. Sou a favor dos judeus e do judaísmo e totalmente contra o sionismo. Já israel, se for "criado" em outro lugar que não desaproprie outro país e seu povo e não gere um eterno conflito que se espalha pelo mundo, não teria nada contra. Onde está agora "instalado", sou totalmente contra.Assim, não tente mais imputar a mim, idéias que não são minhas, pq racistas são os sionistas e não eu. 20 opiniões
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Ricardo Perrone (44) 19/11/2009 09h24
Ricardo Perrone (44) 19/11/2009 09h24
Lamentável essa afirmação: "Obama diz que "ninguém se ofenderia" com morte de responsáveis por 11 de setembro". Como pode alguém desqualificar a vida de outro dessa forma? Independente do erro que uma pessoa possa vir a cometer, nenhum de nós tem o direito de tirar a vida de ninguém, nem mesmo dos mais inescrupolosos assassinos, sejam eles militantes islâmicos ou forças ocidentais militares. É assim que se dizem defensores da Liberdade e da Justiça? Hipócritas! Agora mais do que nunca, tenho a certeza de que o Prêmio Nobel concedido ao presidente desta nação foi um erro político grave. Será que ele concordaria com a afirmação: "Ninguém se ofenderia com a morte dos responsáveis pelo lançamento da bomba atômica, ou talvez do responsáveis pelas Guerras do Vietnã, Iraque e Afeganistão!". Que tal incluirmos nessa afirmação o Massacre de civis na Faixa de Gaza? sem opinião
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