Congresso americano ratifica vitória eleitoral de Barack Obama
da Efe, em Washington
O Congresso dos Estados Unidos ratificou nesta quinta-feira, em uma sessão conjunta e como mera formalidade, a vitória do democrata Barack Obama contra seu rival republicano, John McCain, nas eleições de 4 de novembro de 2008.
Seguindo uma velha tradição política, a Câmara de Representantes e o Senado realizaram uma breve sessão conjunta na qual ratificaram os resultados do Colégio Eleitoral: 365 votos para Obama e 173 para McCain.
| Charles Dharapak/AP |
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| Obama promete redução nos impostos na tentativa de estimular consumo das famílias |
Assim, após a apuração final dos votos de cada Estado, o Congresso declarou formalmente Obama, que será o primeiro negro a chegar à Casa Branca na história do país, como o presidente número 44 dos EUA.
A posse de Obama acontecerá no dia 20 de janeiro, e o democrata herdará um país imerso em uma grave crise econômica, duas frentes bélicas --no Iraque e Afeganistão-- e na instabilidade do Oriente Médio, entre outros desafios.
A sessão de hoje é uma formalidade consagrada na 12ª emenda da Constituição, que desde 1804 exige que os 538 membros do Colégio Eleitoral, entidade que em última instância decide o pleito presidencial, emitam seu voto e o registrem no Senado.
Nesse colégio cada Estado tem um determinado número de eleitores em proporção a sua população.
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Resposta ao Sr. Oliver Oak, vulgo "Hugo Chavez".
Portanto, para ficar bem claro, como eu estava dizendo, a palavra hebraica "goy" não possui sentido pejorativo. É como se nós, brasileiros, nos referíssemos a qualquer cidadão de outro país com a palavra "estrangeiro". Isso não é discriminação.
Já para a maçonaria, por exemplo, quem não é maçon, é chamado de profano. Esta sim, é uma palavra de sentido pejorativo. Mas, nem por isso, os maçons desenvolveram ódio aos profanos. Ao contrário. Todos eles foram profanos, antes de se tornarem maçons.
Nos próximos posts comentarei sobre os judeus se "esconderem" atrás de religião e sobre os autores NOAM CHOMSKI e NORMAN FILKENSTEIN, suspeitos de portarem o Transtorno Bipolar do Humor, antigamente denominado de psicose maníaco-depressiva. Também falarei do inexpressivo grupo ultra-radical NETUREI KARTA, um pequeno bando de doidos varridos que apóiam as atrocidades de Adolph Hitler. Esses judeus ultra-ortodoxos, que em mais de 100 anos de existência não passam de 5 mil membros, são contra a criação do Estado de Israel pelos homens. Eles querem que os judeus aguardem a vinda do Messias, para que este, em nome de Deus, crie o Estado de Israel. Mas, esse bando mora em Jerusalém. Por aí, caros leitores, vocês podem ver que o Sr. "Hugo Chavez" tem um universo bem limitado de leitura. Ele precisa ampliar seus horizontes, senão fica refém dos autores que ele citou.
Ao Sr. Alan Williamson, envio meus parabéns.
Até logo, Sr. Oliver.
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A palavra hebraica "goy" (plural goyim) em momento algum é utilizada em sentido pejorativo, como constou erradamente na wikipédia. Goy significa povo. Com o passar dos tempos, dentro do exílio, os judeus fizeram uso da palavra para identificar um não-judeu. Porém pelo mesmo sentido da palavra, todo judeu fora da Terra de Israel é goy também. A própria Torá friza por diversas vezes: "Fostes estrangeiro no Egito". É importante notar que a idéia do respeito pelos outros, e os valores de uma sociedade pluralista, formam uma parte antiga e integrante do Judaísmo e da tradição judaica. Os rabinos ensinaram que todos os homens são iguais aos olhos de Deus - se eles cumprem a vontade de Deus. O Talmud diz: "Seja judeu ou gentio, homem ou mulher, rico ou pobre - é de acordo com as ações do homem que a Presença Divina paira sobre ele." Portanto, para ficar bem claro, é como se nós, brasileiros, nos referíssemos a qualquer cidadão de outro país com a palavra "estrangeiro".
SEGUE ...
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