ONU diz que Israel matou 30 civis em ataque a casa que servia de abrigo
da Folha Online
A ONU (Organização das Nações Unidas) afirmou nesta sexta-feira que 30 civis palestinos foram mortos na faixa de Gaza quando o Exército israelense atacou uma casa na qual seus soldados tinham abrigado, no dia anterior, dezenas de civis.
Um relatório Escritório da ONU para a Coordenação de Assuntos Humanitários (Ocha, na sigla em inglês) aponta que, no domingo passado (4), os soldados israelenses levaram 110 palestinos para uma casa em Zeitoun, no centro de Gaza, alertando para que eles não saíssem. Citando testemunhas, o relatório aponta que a casa foi atingida depois pela artilharia israelense, um ataque que deixou ao menos 30 palestinos mortos.
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Ao menos 760 palestinos morreram desde o início da ofensiva militar israelense na faixa de Gaza, em 27 de dezembro passado. Destes, 257 são crianças e adolescentes menores de 17 anos, de acordo com informações da Ocha. Do lado israelense, oito soldados e três civis morreram. Nesta quinta-feira, o Conselho de Segurança da ONU chegou a um consenso pelo cessar-fogo na região, mas nem Israel nem o movimento islâmico radical Hamas se pronunciaram, até o momento, sobre o plano.
Segundo fontes médicas palestinas, na segunda-feira (5), 12 corpos foram retirados dos escombros de uma casa de família atingida pela artilharia israelense. O número total de mortos subiu para 30 na medida em que os escombros foram retirados.
Os médicos identificaram as vítimas como membros de uma mesma família. A Ocha afirma que, entre as vítimas, estão três crianças que foram feridas nos ataques e morreram depois dos ferimentos.
O Exército israelense disse que está investigando o ocorrido.
Zeitoun é um dos bairros nos arredores da Cidade de Gaza, e onde forças israelenses tomaram posições com vistas a um ataque à capital do território, que está cercada desde que começou a operação terrestre, no sábado passado (3).
Tensão
A acusação da Ocha vem um dia depois da agência da ONU para os refugiados palestinos (UNRWA) anunciar a suspensão de todas as atividades humanitárias na faixa de Gaza depois que um de seus comboios foi atingido por um obus disparado pelo Exército israelense.
A UNRWA ajuda cerca de 750 mil palestinos no território e fornece comida para cerca de 750 mil moradores de Gaza. A agência comanda ainda dezenas de escolas e clínicas por todo o território e tem cerca de 9.000 funcionários dentro de Gaza e uma pequena equipe de membros internacionais que trabalham no local.
Segundo outro porta-voz da ONU, Adnan Abu Hasna, soldados das forças israelenses atiraram contra um caminhão que transportava ajuda humanitária na faixa de Gaza. O caminhão, ainda segundo Hasna, estava identificado com a bandeira e a insígnia da ONU quando foi atingido pelas tropas de Israel.
Nesta quarta-feira (7), as tropas israelenses atacaram três escolas administradas pela agência da ONU para refugiados palestinos em Gaza, matando mais de 40 civis. Segundo Israel, combatentes palestinos haviam se posicionado no local para disparar morteiros contra suas tropas. A ONU afirma que a escola estava sendo usada para abrigar civis refugiados dos confrontos entre Israel e Hamas e condenou os ataques como uma violação às leis de guerra.
Com Efe, Associated Press e Reuters
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Poderia pedir para que Irã poupe a vida dos 5 oposicionistas políticos condenados à morte e perdoem os os mais de 80 sujeitos a julgamentos e prisões que variam de 3 a 15 anos.
Então o presidente do Irã pediria aos aiatolás que lhes perdoem.
Se a resposta for negativa, então o Ministro das Relações do Exterior de Israel poderia dizer:
- Se Lula não consegue anistia política aos iranianos, e por sua vez a cúpula do Irã, não aceita interferência nos assuntos internos de seu país, então pare de ficar se intrometendo nas questões de Israel, pois soberania e direitos devem ser iguais para todos.
Cada um cuide de seu " quintal " e procure a paz com seus vizinhos.
Os de fora fiquem apenas na torcida !
...
Ah ! Já ia me esquecendo !
Por acaso quando o presidente da China esteve no Brasil, Lula interpelou para que os direitos humanos sejam observados por lá ?!
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