Mundo
09/01/2009 - 11h54

Mídia é "muito assustadora", diz Sarah Palin

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da Folha Online

Sarah Palin, a candidata a vice dos Estados Unidos derrotada nas eleições de 2008, afirmou em entrevista a um programa de rádio conservador que a cobertura da mídia dos problemas familiares dela durante a campanha presidencial foi "muito assustadora".

O pior episódio, diz Palin, foi o do boato de que o filho mais novo dela, que nasceu em abril de 2008 e é portador síndrome de Down, era, na realidade, filho de sua filha adolescente, Bristol. "Quando começamos a aceitar blogs como fonte de notícias, em especial blogs anônimos? É triste a situação da mídia mundial atualmente, principalmente da grande mídia, por confiar em blogs, blogs anônimos, como fonte."

Reprodução
Palin na entrevista na qual criticou a atuação da mídia em relação à própria candidatura na campanha presidencial americana de 2008
Palin na entrevista na qual criticou a atuação da mídia em relação à própria candidatura na campanha presidencial americana de 2008

Palin afirmou ainda que, quando o então adversário Barack Obama, foi à TV pedir que os ataques fossem direcionados a ele, e não à família dele, ele foi respeitado, porém ela não. "Eles respeitaram o pedido dele e eu, ingenuamente, acreditei que isso se aplicaria a todos nós, mas não foi o que aconteceu."

O vídeo de Palin criticando a mídia foi publicado no site YouTube pelo apresentador John Ziegler, que promove o seu DVD chamado "Media Malpractice: How Obama Got Elected" ("Negligência Midiática: Como Obama foi Eleito", em tradução livre). "Eu acho que ela foi assassinada pela mídia", afirmou Ziegler.

"Qual é o padrão dúbio que faz repórter escolherem acreditar em mentiras, simplesmente deixando de apurar fatos... seria sexismo? O que é que faz uma pessoa acreditar no que existe de pior e perpetuar o pior, em termos de fofocas e mentiras?"

Comentários dos leitores
FABIANO TONACO BORGES (1) 08/11/2009 12h10
FABIANO TONACO BORGES (1) 08/11/2009 12h10
Presidente Obama nos dá uma lição de como um Estadista deve tratar o desenvolvimento de uma nação: com justiça social. Sem acesso à saúde garantido pelo Estado não se pode marchar rumo à consolidação de uma nação de forma sustentável. Com esta atitude o Predidente Obama abre mão de uma boa parte de sua popularidade, considerando que ele intefere num mercado (o da prestação de serviços de saúde) extremamente fisiológico, influente economicamente e com grande poder político. Os resultados virão, não tão rápido, mas as gerações porvindouras terão o que comemorar... sem opinião
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J. R. (1133) 08/11/2009 09h19
J. R. (1133) 08/11/2009 09h19
As mortes causadas pelas campanhas dos USA pelo mundo dá para encher milhares de torres gêmeas e wordtradecenters. Na guerra nuclear não haverá vencedores, nem mesmo o poderoso USA sobrará, é a eutanásia da humanidade doente! sem opinião
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Liliane Garcia (3) 06/11/2009 00h23
Liliane Garcia (3) 06/11/2009 00h23
A questão não é o fato do Obama defender o seu país e sim, dar continuidade a uma política de intervenção no país alheio, o que não é nada democrático, logo eles que "prezam" tanto pela democracia. Por qual motivo? Eu também lamento o atentado ocorrido no 11 de setembro, porém, acredito que isso não justifica a invasão estadunidense. Assim como no World Trade Center, no Afeganistão havia e ainda há muitos civis inocentes, sendo eles também vítimas das atrocidades cometidas por ambas as partes. O atentado terrorista provavelmente ainda servirá por muito tempo para justificar uma invasão que não tem justificativa para aqueles que se tornaram vítimas do horror da guerra. 5 opiniões
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