Militares israelenses mortos somam dez; conflito matou 760 palestinos
da Folha Online
Atualizado às 15h02.
Confrontos entre as tropas das Forças de Defesa israelenses e militantes do movimento islâmico radical Hamas deixaram três soldados mortos na noite desta quinta-feira, o que eleva para dez o número de militares mortos desde o início da grande ofensiva militar israelense na faixa de Gaza. Os confrontos deixaram ainda ao menos 760 palestinos mortos.
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Segundo o jornal "Haaretz", nove soldados israelenses morreram desde o início da ofensiva terrestre de Israel em Gaza, no sábado passado (3). Outro morreu no início da ofensiva aérea, no último dia 27, quando um foguete Qassam lançado pelo Hamas atingiu sua base militar em Negev.
| Ariel Schalit/AP |
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| Amigos de soldado israelense morto choram em enterro; dez militares morreram |
O jornal israelense identifica os soldados mortos nesta quinta-feira como capitão Omer Rabinovitch, da infantaria de Golã. Ele foi morto no norte da faixa de Gaza durante confrontos com militantes armados do Hamas. Outro soldado foi levemente ferido.
O sargento Amit Robinson, 20, do kibbutz Maagal, foi morto também nesta quinta-feira (8), por um atirador palestino da faixa de Gaza. Robinson foi atingido quando participava de uma operação conjunta envolvendo infantaria e engenheiros de combate. Outro soldado foi levemente ferido na operação.
Horas antes, o major Roey Rosner, 27, de Holon, foi morto em um confronto separado com militantes do Hamas. Rosner, segundo o "Haaretz", é soldado da infantaria Kfi e morreu quando um míssil antitanque o atingiu. Ele fazia patrulha no campo de Netzarim.
Fogo amigo
Ao menos quatro dos soldados israelense mortos foram atingidos por fogo amigo. Três soldados morreram devido ao ataque equivocado de um tanque de Israel contra um edifício tomado dos palestinos em Gaza. A confirmação de três dos soldados mortos foi revelada na noite da segunda-feira (5) pelo Exército Israelense.
Os três soldados eram da infantaria de Golã. Ao menos outros 24 soldados ficaram feridos no mesmo ataque, três seriamente e um em estado crítico.
Um dos soldados mortos foi identificado como Yosef Muadi, 19, de Haifa. Os outros dois foram identificados como major Dagan Wartman, 32, de Ma'aleh Michmash, que servia como médico do 13º batalhão das forças de Golã, e o sargento Nitai Stern, 21, de Jerusalém.
Na terça-feira (6), foi confirmada a morte do quarto soldado, em um ataque separado, mas também de fogo amigo. Segundo os jornais israelenses, capitão Yonatan Natanyel, 27, foi morto por fogo amigo no norte da faixa de Gaza, próximo a Beit Hanun.
Segundo relatórios citados pelo jornal "Jerusalem Post", parte do batalhão foi atacada com artilharia pesada em Saja'iya e entrou em uma casa próxima para se proteger. Confundindo-os com membros do Hamas, um tanque israelense atirou na casa, que desmoronou.
A batalha com os membros do Hamas que estavam nas proximidades durou horas até que a artilharia israelense liberou a área e levou os feridos de helicóptero.
Com Reuters e Associated Press
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Falta agora dizer que os 6 milhoes de judeus mortos foram parte do LOBBY judaico para criar israel. Matar um terço da propria população. ah. hitler tambem foi parte do lobby judaico.
Os judeus queimados em forno estavam fazendo lobby. é isto. LOBISTAS!
QUE truquezinho baixo, quase que enganam....enganaram a quase todos, menos ao sr said. ele não se deixa enganar.
Fomos descobertos.
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Somente o humanismo pode tornar o mundo um lugar menos ruim, menos injusto.
As religiões são extremamentes perversas e egoístas em suas essencias e já estão com seu prazo de validade vencidos.
Em relação à questão palestina, a extrema direita que governa Israel, provocou um genocidio na faixa de Gaza, e anteriormente, em Beirute, que chegaram à invocar uma semelhança com o nazismo, e patrocinados com dinheiro do contribuinte americano, durante o governo Bush.
E o mundo se calou. Felizmente esse governo sanguinário foi substituido pelos democratas. Acredito que Barack Obama tem inteligencia e visão politica, e conseguirá impor à Israel, a aceitação de um estado Palestino pleno, sem restrições. Para isso basta condicionar à ajuda de bilhoes de dolares anuais do contribuinte americano, à aceitação do estado Palestino que por sua vez, deverá respeitar o direito à existencia do estado de Israel.
Acredito que a maioria dos judeus, israelitas, palestinos, arabes, muçulmanos, o senso comum da humanidade, é favoravel à paz, ao respeito e ao entendimento mútuos. Apenas uma minoria de pessoas com interesses escusos, é favorável à manutenção do caos. Não apenas os senhores da guerra, mas também os que se julgam chamados por seus deuses.
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