Milhares de pessoas participam de ensaio da posse de Obama
da Efe, em Washington
Milhares de pessoas compareceram ao Capitólio apesar das baixas temperaturas para acompanhar o "ensaio" da posse do presidente eleito, Barack Obama, e o desfile em sua homenagem, que serão realizados no dia 20 de janeiro.
As autoridades realizaram neste domingo um ensaio em grande escala da posse de Obama, incluindo o desfile do Capitólio até a Casa Branca em um percurso pela Avenida Pensilvânia, enfeitada com bandeiras patrióticas.
Durante o mesmo ato de posse, o sargento do Exército Derrick Brooks fez as vezes de Obama e pronunciou uma breve frase que arrancou aplausos do público: "Meus compatriotas, Deus abençoe os EUA!".
O comitê responsável pelo evento explicou que o ensaio teve o único objetivo de garantir que todos os elementos da posse, incluindo o desfile, estejam prontos para o dia 20 de janeiro.
Assim, as autoridades também revisaram os sistemas de som com os quais preveem emitir anúncios de serviço público para as multidões que são esperadas no local.
Uma banda do Corpo de Fuzileiros Navais ensaiou as músicas que executará durante a cerimônia de posse, enquanto um helicóptero militar treinou sua decolagem do prédio do Capitólio, com o qual será feito o ato de despedida de George W. Bush.
Pouco mais de 3.000 pessoas, em sua maioria membros das Forças Armadas dos EUA, participaram do ensaio do desfile que, em sua versão real, contará com a participação de aproximadamente 10 mil pessoas procedentes de todo o país.
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Resposta ao Sr. Oliver Oak, vulgo "Hugo Chavez".
Portanto, para ficar bem claro, como eu estava dizendo, a palavra hebraica "goy" não possui sentido pejorativo. É como se nós, brasileiros, nos referíssemos a qualquer cidadão de outro país com a palavra "estrangeiro". Isso não é discriminação.
Já para a maçonaria, por exemplo, quem não é maçon, é chamado de profano. Esta sim, é uma palavra de sentido pejorativo. Mas, nem por isso, os maçons desenvolveram ódio aos profanos. Ao contrário. Todos eles foram profanos, antes de se tornarem maçons.
Nos próximos posts comentarei sobre os judeus se "esconderem" atrás de religião e sobre os autores NOAM CHOMSKI e NORMAN FILKENSTEIN, suspeitos de portarem o Transtorno Bipolar do Humor, antigamente denominado de psicose maníaco-depressiva. Também falarei do inexpressivo grupo ultra-radical NETUREI KARTA, um pequeno bando de doidos varridos que apóiam as atrocidades de Adolph Hitler. Esses judeus ultra-ortodoxos, que em mais de 100 anos de existência não passam de 5 mil membros, são contra a criação do Estado de Israel pelos homens. Eles querem que os judeus aguardem a vinda do Messias, para que este, em nome de Deus, crie o Estado de Israel. Mas, esse bando mora em Jerusalém. Por aí, caros leitores, vocês podem ver que o Sr. "Hugo Chavez" tem um universo bem limitado de leitura. Ele precisa ampliar seus horizontes, senão fica refém dos autores que ele citou.
Ao Sr. Alan Williamson, envio meus parabéns.
Até logo, Sr. Oliver.
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A palavra hebraica "goy" (plural goyim) em momento algum é utilizada em sentido pejorativo, como constou erradamente na wikipédia. Goy significa povo. Com o passar dos tempos, dentro do exílio, os judeus fizeram uso da palavra para identificar um não-judeu. Porém pelo mesmo sentido da palavra, todo judeu fora da Terra de Israel é goy também. A própria Torá friza por diversas vezes: "Fostes estrangeiro no Egito". É importante notar que a idéia do respeito pelos outros, e os valores de uma sociedade pluralista, formam uma parte antiga e integrante do Judaísmo e da tradição judaica. Os rabinos ensinaram que todos os homens são iguais aos olhos de Deus - se eles cumprem a vontade de Deus. O Talmud diz: "Seja judeu ou gentio, homem ou mulher, rico ou pobre - é de acordo com as ações do homem que a Presença Divina paira sobre ele." Portanto, para ficar bem claro, é como se nós, brasileiros, nos referíssemos a qualquer cidadão de outro país com a palavra "estrangeiro".
SEGUE ...
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