Obamas escolherão entre labradoodle e cão d'água português
colaboração para a Folha Online
Enquanto o presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, se preparava para aparecer na rede de TV americana ABC neste domingo (11) de manhã, suas filhas, Malia, 10, e Sasha, 7, que estavam com ele no estúdio, pediram ao apresentador do programa, George Stephanopoulos, para que colocasse a seguinte pergunta em sua entrevista: "Que tipo de cachorro teremos e quando teremos?", segundo o jornal americano "The New York Times".
Ao receber a pergunta, Obama deu risada. "Parece que elas estão entre um labradoodle ou um cão d'água português". O próximo passo, disse ele, será procurar uma dessas duas raças em abrigos para cães.
| Divulgação |
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| Labradoodle (esq.) e cão d'água português (dir.); família Obama irá escolher entre as raças |
Escolher o cão tem sido, conforme disse Obama, "mais difícil que encontrar um secretário de Comércio". O governador do Estado do Novo México, Bill Richardson, primeira nomeação de Obama para o cargo, desistiu recentemente, por causa de uma investigação corrente sobre sua administração.
A filha mais velha de Obama é alérgica a cães, por isso a família Obama tem procurado concentrar suas buscas entre raças com reputação de serem mais adequadas para pessoas com alergia, de acordo com o "NYT". Apesar de nenhum cão ser 100% antialérgico, algumas raças soltam menos pelos, a causa mais comum das alergias a cães.
Raças
O cão d'água português está entre as raças que o Kennel Club Americano recomenda para pessoas com alergia. "A raça era apreciada por pescadores por causa de sua natureza esperta, porém obediente", diz o site do Kennel Club.
O labradoodle, por sua vez, é uma raça criada: um cruzamento entre labrador e poodle. A cruza foi feita pela primeira vez por um criador australiano que precisava de um cão-guia pra uma mulher cega cujo marido tinha alergia a cães. Seu temperamento é esperto, sociável, cômico, alegre, cheio de energia, mas calmo no contato com pessoas", de acordo com o website da Associação Americana do Labradoodle Australiano.
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Resposta ao Sr. Oliver Oak, vulgo "Hugo Chavez".
Portanto, para ficar bem claro, como eu estava dizendo, a palavra hebraica "goy" não possui sentido pejorativo. É como se nós, brasileiros, nos referíssemos a qualquer cidadão de outro país com a palavra "estrangeiro". Isso não é discriminação.
Já para a maçonaria, por exemplo, quem não é maçon, é chamado de profano. Esta sim, é uma palavra de sentido pejorativo. Mas, nem por isso, os maçons desenvolveram ódio aos profanos. Ao contrário. Todos eles foram profanos, antes de se tornarem maçons.
Nos próximos posts comentarei sobre os judeus se "esconderem" atrás de religião e sobre os autores NOAM CHOMSKI e NORMAN FILKENSTEIN, suspeitos de portarem o Transtorno Bipolar do Humor, antigamente denominado de psicose maníaco-depressiva. Também falarei do inexpressivo grupo ultra-radical NETUREI KARTA, um pequeno bando de doidos varridos que apóiam as atrocidades de Adolph Hitler. Esses judeus ultra-ortodoxos, que em mais de 100 anos de existência não passam de 5 mil membros, são contra a criação do Estado de Israel pelos homens. Eles querem que os judeus aguardem a vinda do Messias, para que este, em nome de Deus, crie o Estado de Israel. Mas, esse bando mora em Jerusalém. Por aí, caros leitores, vocês podem ver que o Sr. "Hugo Chavez" tem um universo bem limitado de leitura. Ele precisa ampliar seus horizontes, senão fica refém dos autores que ele citou.
Ao Sr. Alan Williamson, envio meus parabéns.
Até logo, Sr. Oliver.
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A palavra hebraica "goy" (plural goyim) em momento algum é utilizada em sentido pejorativo, como constou erradamente na wikipédia. Goy significa povo. Com o passar dos tempos, dentro do exílio, os judeus fizeram uso da palavra para identificar um não-judeu. Porém pelo mesmo sentido da palavra, todo judeu fora da Terra de Israel é goy também. A própria Torá friza por diversas vezes: "Fostes estrangeiro no Egito". É importante notar que a idéia do respeito pelos outros, e os valores de uma sociedade pluralista, formam uma parte antiga e integrante do Judaísmo e da tradição judaica. Os rabinos ensinaram que todos os homens são iguais aos olhos de Deus - se eles cumprem a vontade de Deus. O Talmud diz: "Seja judeu ou gentio, homem ou mulher, rico ou pobre - é de acordo com as ações do homem que a Presença Divina paira sobre ele." Portanto, para ficar bem claro, é como se nós, brasileiros, nos referíssemos a qualquer cidadão de outro país com a palavra "estrangeiro".
SEGUE ...
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