Israel proíbe partidos árabes de participar da próxima eleição
da Folha Online
Israel proibiu nesta segunda-feira os partidos árabes de participar da eleição parlamentar de fevereiro, gerando críticas de um legislador árabe que afirmou que irá desafiar a decisão na Suprema Corte de Israel.
A decisão da Comissão Eleitoral Central, órgão parlamentar, reflete o aumento das tensões entre a maioria judia de Israel e a minoria árabe, causada pela ofensiva de Israel na faixa de Gaza, iniciada no último dia 27. Árabes têm realizado uma série de manifestações contra a operação militar.
A porta-voz parlamentar Giora Pordes disse que a comissão eleitoral votou em grande maioria a favor da medida, acusando os partidos árabes de incitação, apoio a grupo terroristas e de se recusarem a reconhecer o direito de Israel à existência. Parlamentares árabes viajaram a alguns dos maiores inimigos de Israel, como Líbano e Síria.
A comissão de 37 membros é composta por representantes dos maiores partidos políticos de Israel. A medida foi proposta por duas legendas ultranacionalistas, mas receberam amplo apoio.
Parlamentares árabes
A decisão não afeta parlamentares árabes de partidos predominantemente judeus ou o Partido Comunista, que tem uma composição mista de candidatos judeus e árabes. Cerca de um quinto dos sete milhões de habitantes de Israel são árabes. Cidadãos árabes têm todos os direitos de cidadania, mas sofrem com a discriminação e a pobreza.
Os legisladores Ahmed Tibi e Jamal Zahalka, rivais políticos que lideram os dois blocos árabes no Parlamento, se uniram em condenar a decisão desta segunda-feira.
"Foi um julgamento político liderados por um grupo de fascistas e racistas que estão tentando ver o Knesset (Parlamento) sem árabes, e querem ver o país sem árabes", disse.
As legendas árabes detêm sete dos 120 assentos do Parlamento. Tibi afirmou que irá apelar na Suprema Corte, e Zahalka disse que seu partido ainda está decidindo sobre como agir.
A porta-voz do Parlamento afirmou que a última legenda a ser banida foi o partido do rabino Meir Kahane, nos anos 1980, que pregava a expulsão dos árabes de Israel.
Três semanas
Investigações do setor de Inteligência das Forças de Defesa Israelense (IDF, em inglês) apontam que ao menos 400 palestinos --do total de 890 mortos no conflito na faixa de Gaza desde o início da ofensiva-- são militantes do grupo radical Hamas. A informação foi divulgada nesta segunda-feira, pelo jornal "Jerusalem Post".
Hoje, o embaixador de Israel no Conselho de Segurança da ONU (organização das nações unidas), Aharon Leshno-Yaar, defendeu a operação militar e acusou o Hamas de utilizar a população como escudo humano. Já o embaixador palestino na ONU, Ibrahim Khraishi, qualificou de genocídio a ação israelense e afirmou que 80% das vítimas são civis.
Com Associated Press
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Duas vezes na Bíblia Jerusalém é chamada "cidade do nosso Deus" (Salmo 48.1,8); duas vezes, "cidade de Deus" (Salmo 46.4 e Salmo 87.3); oito vezes, "santa cidade" ou "cidade santa" (Neemias 11.1; Isaías 48.2; Isaías 52.1; Mateus 4.5; etc.). Deus decretou que jamais existirá uma cidade igual a Jerusalém! Ela é mencionada 811 vezes na Bíblia e nenhuma vez no Corão, revelando a mentira de que Jerusalém sempre foi sagrada para os muçulmanos. Somente após o renascimento de Israel como nação, essa falsa alegação foi inventada para justificar os ataques islâmicos contra Israel como uma "potência ocupadora". Os EUA, a ONU, a União Européia (UE) e outros países aceitam essa mentira como base para uma "paz" que pretendem impingir a Israel com os vizinhos muçulmanos, os quais estão determinados a destruir o Estado judeu. Dave Hunt
*** Vem ai o "ARMAGEDOM" - o Irã está há 2 anos para ter a "bomba atômica". O Bin Laden está com 10 mil homens bombas preparados.
Efe 5:14 - Por isso diz: Desperta, tu que dormes, e levanta-te dentre os mortos, e Cristo te esclarecerá.
Maranata.
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