Mundo
12/01/2009 - 20h38

Senado dos EUA aprova nomeação de substituto de Obama na casa

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da France Presse, em Washington

Os líderes da maioria democrata no Senado americano aprovaram nesta segunda-feira a nomeação de Roland Burris para a vaga de Barack Obama no cargo de senador por Illinois.

"Dissemos a Burris que ele, agora, é o senador designado por Illinois e, como tal, receberá todos os direitos e privilégios de um senador eleito", declararam o líder da maioria democrata do Senado, Harry Reid, e seu assistente Dick Durbin.

Os líderes também disseram que Burris entregou nova documentação depois de que a primeira foi rejeitada semana passada por estar incompleta.

Burris havia sido, em 1978, o primeiro negro eleito para o cargo de controlador das contas do Estado, ocupando, em seguida, a secretaria estadual de Justiça, em 1991.

Foi considerado 16 vezes pela revista "Ebony" um dos cem afro-descendentes com mais influência nos Estados Unidos.

Polêmica

O governador de Illinois, Rod Blagojevich, que deve enfrentar um julgamento político por ter ter tentado vender a vaga de Obama, havia, depois de estourado o escândalo, indicado Burris, desafiando os senadores de seu partido e os legisladores de Illinois.

Roland Burris, uma vez concorreu ao governo do Estado, contra o próprio Blagojevich.

Em uma entrevista à imprensa, na ocasião, Burris disse que o governador estava seguindo a lei. "É um processo normal, e o governador é inocente do que o acusam, até que se prove o contrário", havia dito Burris.

O ex-presidente dos Estados Unidos, Jimmy Carter, já havia dado apoio a Roland Burris como sucessor de Barack Obama no Senado, mas a Casa havia rejeitado a princípio a confirmação de Burris, 71.

Burris afirmou que seu único interesse é representar seu Estado, o quinto maior dos Estados Unidos, e expressou confiança de que a polêmica será resolvida a seu favor.

Comentários dos leitores
FABIANO TONACO BORGES (1) 08/11/2009 12h10
FABIANO TONACO BORGES (1) 08/11/2009 12h10
Presidente Obama nos dá uma lição de como um Estadista deve tratar o desenvolvimento de uma nação: com justiça social. Sem acesso à saúde garantido pelo Estado não se pode marchar rumo à consolidação de uma nação de forma sustentável. Com esta atitude o Predidente Obama abre mão de uma boa parte de sua popularidade, considerando que ele intefere num mercado (o da prestação de serviços de saúde) extremamente fisiológico, influente economicamente e com grande poder político. Os resultados virão, não tão rápido, mas as gerações porvindouras terão o que comemorar... sem opinião
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J. R. (1133) 08/11/2009 09h19
J. R. (1133) 08/11/2009 09h19
As mortes causadas pelas campanhas dos USA pelo mundo dá para encher milhares de torres gêmeas e wordtradecenters. Na guerra nuclear não haverá vencedores, nem mesmo o poderoso USA sobrará, é a eutanásia da humanidade doente! sem opinião
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Liliane Garcia (3) 06/11/2009 00h23
Liliane Garcia (3) 06/11/2009 00h23
A questão não é o fato do Obama defender o seu país e sim, dar continuidade a uma política de intervenção no país alheio, o que não é nada democrático, logo eles que "prezam" tanto pela democracia. Por qual motivo? Eu também lamento o atentado ocorrido no 11 de setembro, porém, acredito que isso não justifica a invasão estadunidense. Assim como no World Trade Center, no Afeganistão havia e ainda há muitos civis inocentes, sendo eles também vítimas das atrocidades cometidas por ambas as partes. O atentado terrorista provavelmente ainda servirá por muito tempo para justificar uma invasão que não tem justificativa para aqueles que se tornaram vítimas do horror da guerra. 5 opiniões
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