Mundo
13/01/2009 - 07h51

Israel diz que patrulha foi atacada na fronteira com Jordânia

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da Folha Online

Um grupo de homens armados abriu fogo contra uma patrulha da polícia de fronteiras israelense que circulava perto da cerca fronteiriça entre Jordânia e Israel na manhã desta terça-feira. O ataque não deixou vítimas, mas ampliou a tensão sobre Israel no 18º dia da grande ofensiva militar contra alvos do movimento islâmico Hamas na faixa de Gaza.

O Exército jordaniano negou categoricamente o ataque. Este tipo de incidente é pouco comum entre os dois países, que assinaram um acordo de paz em 1994.

Arte Folha Online
mapa israel 330

O ataque ocorreu na fronteira entre os dois países, na altura da passagem fronteiriça de Yitzhak Rabin (Arava), ao norte da cidade israelense de Eilat, às margens do mar Vermelho.

Segundo a agência de notícias Efe, que cita fontes militares, a patrulha foi atacada por volta das 7h30 (3h30, no horário de Brasília).

"Algumas pessoas dispararam do lado jordaniano da fronteira contra um carro da polícia de fronteiras israelense", disse um porta-voz desse corpo militar. "Os soldados saíram do veículo e responderam o fogo. Uma das balas atingiu o veículo, mas nenhum dos soldados ficou ferido".

O porta-voz disse que os disparos foram realizados com armas automáticas e em várias rajadas e classificou como "um incidente isolado".

Represália

Este ataque contra Israel se junta a outros dois realizados na última semana a partir do Líbano e da Síria que foram atribuídos a protestos contra a ofensiva israelense na faixa de Gaza, que, iniciada no último dia 27, deixou ao menos 900 palestinos mortos.

Na quinta-feira passada, três foguetes disparados por um grupo palestino do sul do Líbano atingiram o norte de Israel, dois deles na cidade de Nahariya, sem deixar feridos. O grupo Resistência Árabe Islâmica reivindicou nesta segunda-feira (12) o lançamento dos foguetes e disse que estes eram um aviso. Contudo, analistas veem pouco risco de que o grupo, relativamente desconhecido, lance uma ofensiva maior contra Israel.

No domingo (11), desconhecidos abriram fogo do território sírio contra um veículo militar israelense que patrulhava nas Colinas do Golã --que Israel ocupa desde a Guerra dos Seis Dias de 1967--, também sem vítimas.

Este incidente foi atribuído pela Síria a ativistas palestinos que operam no país vizinho.

Com Efe e France Presse

Comentários dos leitores
Santos Júnior (349) 16/12/2009 20h25
Santos Júnior (349) 16/12/2009 20h25
Sr Mauro Halpern isso se chama HIPOCRISIA!! sem opinião
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Flavio Botelho (18) 15/12/2009 20h40
Flavio Botelho (18) 15/12/2009 20h40
Senhor Moderador, creio que uma filtragem melhor no comentários seria de grande agrado para as pessoas inteligentes da Folha. Comentários sem um pingo de fundamentos deveriam ser jogados na lata de lixo. As pessoas deveriam ler mais livros de História sobre o Conflito Israel-Palestino, Revolução Social Cubana e o pais persa do Irã. Opinião pessoal fora de contexto não agrada ninguem, somente aqueles que acreditam no que querem acreditar, fora da realidade. 2 opiniões
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Flavio Botelho (18) 15/12/2009 20h33
Flavio Botelho (18) 15/12/2009 20h33
Qualquer um que tenha um mínimo de raciocínio jurídico entende o motivo pelo qual o Reino Unido pediu um mando de prisão para Livni, uma das responsáveis pela matança da Faixa de Gaza. Faltou pedir um mandado de prisão os demais dirigentes de Israel pela morte das 351 crianças palestinas...mas acho que com o tempo serão presos... como criminosos. 2 opiniões
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