Hillary vai ao Senado buscar aprovação como chanceler
colaboração para a Folha Online
Hillary Clinton, nomeada pelo presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, como próxima secretária de Estado, enfrentará nesta terça-feira, em uma audiência no Senado, o ceticismo de alguns republicanos, embora esteja prevista sua confirmação no cargo.
Assim disseram nesta terça-feira fontes legislativas e assessores de Hillary, que irão à sua audiência de confirmação na Comissão de Relações Exteriores do Senado às 9h30 (12h30 em Brasília), presidida por John Kerry, senador democrata e candidato presidencial em 2004.
Quando Kerry abrir a seção do Comitê de Relações Exteriores e receber Clinton em sua audiência de confirmação, ele marcará a ascensão de um novo triunvirato dominando a arena da política internacional, e chamará atenção ao relacionamento de Kerry, Obama e Clinton, diz o jornal "The Washington Post".
| AP |
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| Barack Obama, Hillary Clinton e John Kerry, os democratas que formarão o novo trio de força das relações exteriores americanas |
Kerry foi o primeiro a colocar Obama em uma posição de destaque ao conceder-lhe o pronunciamento de abertura da Convenção Nacional Democrática em 2004. Com a ação, ele endossou claramente a candidatura de Obama em detrimento da de Clinton bem no início da campanha pela nomeação democrata à candidatura da presidência em 2008.
Obama escolheu, no entanto, a candidata derrotada para o mais alto cargo diplomático - um emprego que Kerry disputou com o apoio de muitos partidários de Obama. Em vez de se juntar ao gabinete de Obama, Kerry se tornou o presidente do Comitê de Relações Exteriores, com a tarefa de trazê-lo de volta a sua antiga proeminência, segundo o "Post".
Agora, parece que os três deixaram o passado para trás, com Kerry e Clinton fazendo discussões preliminares sobre que viagens podem fazer juntos e Obama trabalhando para forjar um relacionamento com Clinton em uma série de ligações telefônicas e encontros regulares desde que ele escolheu-a para o cargo de secretária de Estado em meados de novembro passado.
Segundo seus assessores, Hillary começou a se preparar para a audiência há vários dias, estudando as respostas que dará a perguntas que podem minar sua confirmação no cargo, como as sobre seu marido, Bill Clinton. Os democratas estão tão confiantes que Hillary será confirmada que só programaram um dia de audiências.
Uma vez confirmada no cargo, Hillary seria a terceira mulher a liderar a diplomacia americana, após Madeleine Albright e a atual secretária de Estado, Condoleezza Rice.
Na próxima quarta-feira (14), a mesma comissão terá a audiência de confirmação de Susan Rice como embaixadora dos EUA perante a ONU. Rice e Clinton foram designadas para esses cargos por Obama em novembro passado e, como ocorre com todos os postos do novo Gabinete, requerem a confirmação do Senado.
Os democratas, que chegaram à maioria no Senado após o pleito de 4 de novembro de 2008, querem votar a confirmação de todas, ou quase todas as nomeações para o Gabinete, ainda antes da posse de Obama, no próximo dia 20 de janeiro.
Com Efe
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Resposta ao Sr. Oliver Oak, vulgo "Hugo Chavez".
Portanto, para ficar bem claro, como eu estava dizendo, a palavra hebraica "goy" não possui sentido pejorativo. É como se nós, brasileiros, nos referíssemos a qualquer cidadão de outro país com a palavra "estrangeiro". Isso não é discriminação.
Já para a maçonaria, por exemplo, quem não é maçon, é chamado de profano. Esta sim, é uma palavra de sentido pejorativo. Mas, nem por isso, os maçons desenvolveram ódio aos profanos. Ao contrário. Todos eles foram profanos, antes de se tornarem maçons.
Nos próximos posts comentarei sobre os judeus se "esconderem" atrás de religião e sobre os autores NOAM CHOMSKI e NORMAN FILKENSTEIN, suspeitos de portarem o Transtorno Bipolar do Humor, antigamente denominado de psicose maníaco-depressiva. Também falarei do inexpressivo grupo ultra-radical NETUREI KARTA, um pequeno bando de doidos varridos que apóiam as atrocidades de Adolph Hitler. Esses judeus ultra-ortodoxos, que em mais de 100 anos de existência não passam de 5 mil membros, são contra a criação do Estado de Israel pelos homens. Eles querem que os judeus aguardem a vinda do Messias, para que este, em nome de Deus, crie o Estado de Israel. Mas, esse bando mora em Jerusalém. Por aí, caros leitores, vocês podem ver que o Sr. "Hugo Chavez" tem um universo bem limitado de leitura. Ele precisa ampliar seus horizontes, senão fica refém dos autores que ele citou.
Ao Sr. Alan Williamson, envio meus parabéns.
Até logo, Sr. Oliver.
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A palavra hebraica "goy" (plural goyim) em momento algum é utilizada em sentido pejorativo, como constou erradamente na wikipédia. Goy significa povo. Com o passar dos tempos, dentro do exílio, os judeus fizeram uso da palavra para identificar um não-judeu. Porém pelo mesmo sentido da palavra, todo judeu fora da Terra de Israel é goy também. A própria Torá friza por diversas vezes: "Fostes estrangeiro no Egito". É importante notar que a idéia do respeito pelos outros, e os valores de uma sociedade pluralista, formam uma parte antiga e integrante do Judaísmo e da tradição judaica. Os rabinos ensinaram que todos os homens são iguais aos olhos de Deus - se eles cumprem a vontade de Deus. O Talmud diz: "Seja judeu ou gentio, homem ou mulher, rico ou pobre - é de acordo com as ações do homem que a Presença Divina paira sobre ele." Portanto, para ficar bem claro, é como se nós, brasileiros, nos referíssemos a qualquer cidadão de outro país com a palavra "estrangeiro".
SEGUE ...
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