Mundo
13/01/2009 - 10h40

Posse de Obama terá apresentações de cantores de todos os gêneros

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colaboração para a Folha Online

Apesar de toda a euforia envolvendo as celebridades que animarão a cerimônia de posse do presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, cantores como Beyoncé, Bruce Springsteen e Bono e sua banda, o U2, interpretarão apenas canções com ressonância histórica ou que se conectem com o tema do espetáculo --"We Are One" ("Somos Um Só", em tradução livre)--, disse nesta terça-feira o jornal "The Washington Post".

Segundo seus organizadores, o show de 90 minutos que abrirá a celebração às 14h (17h de Brasília) do próximo dia 20 de janeiro, no Lincoln Memorial, em Washington, fará uma "conexão entre música, ideias e valores americanos". Nos Estados Unidos, as apresentações serão exibidas gratuitamente pela rede de TV HBO, à noite.

AP/Reuters
Beyoncé, Stevie Wonder, Denzel Washington, Queen Latifah, Bono(U2)e Bruce Springsteen, celebridades que figuram os cantores e atores que farão parte do show de abertura da posse de Barack Obama em Washington
Beyoncé, Stevie Wonder, Denzel Washington, Queen Latifah, Bono(U2)e Bruce Springsteen, celebridades que figuram os cantores e atores que farão parte do show de abertura da posse de Barack Obama em Washington

A lista de celebridades inclui os cantores Shakira, Usher, Stevie Wonder, John Legend, John Mellencamp, Herbie Hancock, James Taylor, Heather Headley, Sheryl Crow, Will.I.Am, Josh Groban, Renée Fleming, Mary J. Blige. Entremeando as performances musicais, os atores Denzel Washington, Jamie Foxx e Queen Latifah farão declamações históricas, segundo os organizadores.

A tradicional prece da cerimônia será feita por Gene Robinson, primeiro homossexual consagrado bispo episcopal. Aparentemente, a escolha foi feita em contraposição à do pastor evangélico Rick Warren, que fará a prece da cerimônia de posse. A seleção de Warren, um opositor do casamento entre pessoas do mesmo sexo, foi fortemente criticada por ativistas dos direitos dos gays.

A lista de celebridades foi anunciada após semanas de suspense. "Normalmente, precisaríamos de quatro meses a cinco meses para organizar algo tão ambicioso", disse um dos produtores do evento, Don Mischer, cuja experiência inclui a produção de shows para as Olimpíadas. Ele disse que foi contatado pelo comitê organizador quatro dias depois do Natal.

O tema de Obama, uma mensagem de inclusão, se estende à seleção de artistas de vários gêneros musicais. Country, gospel, jazz, rock, pop e hip-hop estão representados. "Já passa da hora de estarmos todos juntos", declarou o cantor Garth Brooks.

Apesar da mistura, não foi difícil conseguir a adesão das celebridades. Springsteen, Bono e Brooks, conhecidos no meio por serem difíceis de convencer, disseram sim a Obama. As estrelas presentes receberão menos do que estão acostumadas e sabem que não estarão no centro das atenções.

As apresentações para as dez festas da posse ainda não foram anunciadas e os artistas mais jovens esperam ansiosamente por uma definição dos nomes para o "Kids Inaugural" (cerimônia de posse das crianças), em 19 de janeiro próximo. O show infantil será transmitido ao vivo, nos Estados Unidos, pela TV Disney Channel e pela Radio Disney.

Comentários dos leitores
Gedeão Barros (71) 22/11/2009 22h33
Gedeão Barros (71) 22/11/2009 22h33
Achei você, Oliver Oak, vulgo "HUGO CHAVEZ". Que feiúra, Sr. Oliver, este fórum é sobre OBAMA e o Sr. descamba o assunto para demonstrar o seu ódio contra os judeus? Em todos os assuntos, o Sr. dá um jeito de enfiar Israel no meio? Virou obsessão, idéia fixa, doentia. Os seus comentários são realmente muito claros e definidos: demonstram que o Sr. é anti-semita e age tal e qual os neo-nazistas, embora ache esses termos "velhas balelas". Ora, quem é radicalmente contra SIONISMO é anti-semita. Alguma dúvida?
A palavra hebraica "goy" (plural goyim) em momento algum é utilizada em sentido pejorativo, como constou erradamente na wikipédia. Goy significa povo. Com o passar dos tempos, dentro do exílio, os judeus fizeram uso da palavra para identificar um não-judeu. Porém pelo mesmo sentido da palavra, todo judeu fora da Terra de Israel é goy também. A própria Torá friza por diversas vezes: "Fostes estrangeiro no Egito". É importante notar que a idéia do respeito pelos outros, e os valores de uma sociedade pluralista, formam uma parte antiga e integrante do Judaísmo e da tradição judaica. Os rabinos ensinaram que todos os homens são iguais aos olhos de Deus - se eles cumprem a vontade de Deus. O Talmud diz: "Seja judeu ou gentio, homem ou mulher, rico ou pobre - é de acordo com as ações do homem que a Presença Divina paira sobre ele." Portanto, para ficar bem claro, é como se nós, brasileiros, nos referíssemos a qualquer cidadão de outro país com a palavra "estrangeiro".
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hugo chavez (155) 20/11/2009 15h58
hugo chavez (155) 20/11/2009 15h58
Sr. Allan. Meus comentários são muito claros e definidos. Sempre que posso, exponho a doutrina racista sionista que é a expressão da doutrina nazista nos dias atuais, sendo ambas de origem ariana nas suas raízes. Pregar superioridade racial, arrogância e proibir a "mistura" das "raças", além de definir os "não judeus" genericamente como goyins ou goys, são alguns exemplos básicos do racismo sionista. Nunca ataquei os judeus, ao contrário, atacar o sionismo é defender o mundo e os judeus que são usados pelos sionistas para se camuflar e continuar agindo nas sombras, atarvés da eterna vitimização. Quando esta doutrina POLíTICA rasteira é criticada, logo se esconde atrás da RELIGIÃO judaica para evitar o debate. Esta lorota não cola mais. Quanto à israel, considero uma base militar dos eua no Oriente Médio, inventada num lugar onde é a Palestina, às custas de muitas mortes, humilhações e crimes de toda a espécie. Jamais poderia reconhecer israel, pq foi "instalado" à força, onde existia e existe um outro país. Portanto, não me venha com as velhas balelas de "neonazismo" ou "antisemitismo" porque minha posição também é defendida por um grande número de intelectuais judeus como Noam Chomski, Norman Filkenstein, pelo grupo Neturei Karta que tem rabinos nas suas fileiras e TODOS estes tb são radicalmente contra a racista doutrina sionista. Tentar misturar sionismo com judaísmo é FRAUDE e não cola mais faz tempo. Sou a favor dos judeus e do judaísmo e totalmente contra o sionismo. Já israel, se for "criado" em outro lugar que não desaproprie outro país e seu povo e não gere um eterno conflito que se espalha pelo mundo, não teria nada contra. Onde está agora "instalado", sou totalmente contra.Assim, não tente mais imputar a mim, idéias que não são minhas, pq racistas são os sionistas e não eu. 20 opiniões
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Ricardo Perrone (44) 19/11/2009 09h24
Ricardo Perrone (44) 19/11/2009 09h24
Lamentável essa afirmação: "Obama diz que "ninguém se ofenderia" com morte de responsáveis por 11 de setembro". Como pode alguém desqualificar a vida de outro dessa forma? Independente do erro que uma pessoa possa vir a cometer, nenhum de nós tem o direito de tirar a vida de ninguém, nem mesmo dos mais inescrupolosos assassinos, sejam eles militantes islâmicos ou forças ocidentais militares. É assim que se dizem defensores da Liberdade e da Justiça? Hipócritas! Agora mais do que nunca, tenho a certeza de que o Prêmio Nobel concedido ao presidente desta nação foi um erro político grave. Será que ele concordaria com a afirmação: "Ninguém se ofenderia com a morte dos responsáveis pelo lançamento da bomba atômica, ou talvez do responsáveis pelas Guerras do Vietnã, Iraque e Afeganistão!". Que tal incluirmos nessa afirmação o Massacre de civis na Faixa de Gaza? sem opinião
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