Assembleia da ONU convoca reunião sobre Gaza; secretário inicia viagem à região
da Folha Online
O presidente da Assembleia Geral da ONU, o nicaraguense Miguel D'Decoto, convocou uma reunião para esta quinta-feira (16) para debater a situação em Gaza após 18 dias de ofensiva israelense. A decisão surge pouco antes do início do giro do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, para negociar a paz na região.
Ban chega hoje à região e, a partir de quinta-feira, deve conversar com autoridades israelenses. Ban passará por Jordânia, Israel, Cisjordânia, Turquia, Líbano, Síria e Kuait.
O presidente da assembleia da ONU disse ter tomado a decisão após receber uma solicitação do Movimento dos Países Não-Alinhados para que o órgão se una ao Conselho de Segurança para exigir um cessar-fogo em Gaza.
Os grupo, formado por 116 países, defendeu que "o organismo mais democrático e representativo das Nações Unidas tem o dever de dar a devida resposta às preocupações da comunidade internacional em relação à crise na faixa de Gaza".
"O movimento condena nos termos mais enérgicos o aberto desprezo por parte de Israel da resolução 1.860 do Conselho de Segurança, adotada em 8 de janeiro de 2009, que exige o imediato cessar-fogo", diz a declaração.
O texto considera ainda que a "brutal agressão israelense contra a população civil palestina na faixa de Gaza constitui uma grave violação do direito internacional, incluindo o direito humanitário e o relativo aos direitos humanos". Por isso, exige a retirada das tropas israelenses e a adoção de medidas para responder às necessidades humanitárias da população palestina após 18 dias de conflito.
Esforços da ONU
É a segunda vez em menos de uma semana em que o presidente da Assembleia Geral convoca uma reunião para debater a situação em Gaza.
A última, convocada com caráter de urgência em 8 de janeiro, foi adiada por D'Decoto após o Conselho de Segurança ter alcançado um acordo para pedir um cessar-fogo imediato.
Israel lançou a ofensiva contra o território palestino em 27 de dezembro, com o objetivo declarado de eliminar a capacidade do grupo islâmico de lançar foguetes contra Israel. Fontes médicas palestinas dizem que mais de 940 palestinos, metade civis, morreram desde o começo da operação.
Um total de 13 israelenses, dez deles militares, também morreram. O lançamento de foguetes palestinos caiu desde o início da ofensiva. Cerca de 15 foguetes e projéteis foram lançados contra Israel nesta terça-feira, sem deixar vítimas.
Esforço egípcio
Por sua vez, o Egito continua seu trabalho de negociar o cessar-fogo com o Hamas. O líder das negociações egípcio e chefe da Inteligência, Omar Suleiman, afirmou a representantes do Hamas no Cairo que o grupo deve se comprometer a um cessar-fogo de um ano.
Os membros do grupo afirmaram aos egípcios que eles têm interesse em aceitar a proposta, se as mudanças reivindicadas pelo Hamas na proposta forem aceitas.
A proposta do Egito demanda um cessar-fogo imediato. A retirada das tropas israelenses e a abertura das fronteiras da faixa de Gaza, fechadas por Israel e Egito há 18 meses, seriam determinadas em negociações posteriores.
O presidente da Síria, Bashar Assad, mostrou vontade em ajudar o Egito nas conversas com o Hamas, e em usar sua influência sobre o líder político do grupo, Khaled Meshal, que vive em Damasco, para que o Hamas aceite a proposta do Cairo.
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cade o anarco-capitalista
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no capitulo 4 todos entenderao perfil daqueles que chamam israel de estado nazista
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proporcionalmente, e muito mais desproporcional,
que Israel e Gaza
cade a gritaria geral pelo mundo
apesar de ferrenho defensor dos direitos humanos
vou terminar aceitando, contrariado diga-se de passagem, a opiniao do Sr Renato
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