Mísseis do Líbano atingem território de Israel pela segunda vez
da Folha Online
Ao menos três foguetes disparados do sul do Líbano atingiram o norte de Israel no segundo ataque do tipo em menos de uma semana. Fontes militares de Israel confirmaram a informação a agências internacionais e revelaram que bombas foram atiradas contra as regiões de onde foram lançados os projéteis.
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Um rádio da cidade de Kiryat Shmona, no norte de Israel, noticiou que sirenes de alerta antiaéreo foram ouvidas antes de explosões. Não há informações sobre vítimas, segundo a rede de TV CNN.
Em 8 de janeiro, foram disparados três foguetes do território libanês, que atingiram a cidade de Nahariya. Na ocasião, o Exército libanês e o governo criticaram o ataque, cuja autoria não foi identificada.
| Jerry Lampen/Reuters |
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| Israelense tenta se proteger de foguetes após ouvir sirene na cidade de Ashkelon (sul), alvo constante de ataques do Hamas |
O ataque desta quarta, pelo qual nenhum grupo se responsabilizou, criou novo temor de uma nova frente de batalha nos confrontos entre Israel e o movimento islâmico radical Hamas na faixa de Gaza, que entram no 19º dia consecutivo com mais de 930 mortes --a maioria civis.
O Líbano é reduto do grupo xiita Hizbollah, uma das principais forças políticas do país e uma das vozes mais contundentes do mundo árabe na condenação à ação militar de Israel. Na semana passada, o líder do grupo Hassan Nasrallah havia manifestado que suas tropas estão dispostas a responder de todas as formas caso houvesse um ataque de Israel contra suas forças no Líbano.
Em meados de 2006, Israel travou uma guerra contra o Hizbollah após a captura de dois de seus soldados pela milícia xiita. Este conflito deixou mais de 1.200 mortos no Líbano, na maioria civis, e 160 vítimas israelenses, na maioria soldados. Durante o confronto, o grupo xiita disparou mais de 4.000 mísseis e foguetes contra Israel, em resposta aos bombardeios aéreos e terrestres.
Israel ataca
Pouco antes, o Exército israelense atacou outros 60 alvos na faixa de Gaza, ao mesmo tempo em que continuou avançando sobre a Cidade de Gaza, a mais populosa e mais povoada do território palestino. A maioria dos bombardeios ocorreu sobre a região de fronteira com o Egito, onde o Hamas mantêm túneis para a entrada de produtos contrabandeados --principalmente armas.
| Ali Ali/Efe |
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| Criança ferida recebe atendimento em campo de refugiados em Jabalya, em Gaza, após ataque aéreo de Israel; conflito matou 930 |
O Exército de Israel informou que atingiu vários comandos militares, a delegacia central da Cidade de Gaza, instalações de fabricação e armazenamento de armas e cinco áreas de onde facções armadas palestinas disparam bombas contra território israelense.
Por enquanto, não se sabe de forma oficial dados sobre número de vítimas palestinas nessas ações. As agências internacionais já falam em mais de mil vítimas palestinas durante as quase três semanas de conflito, iniciados por Israel no último dia 27 de dezembro para eliminar a capacidade do grupo islâmico de lançar foguetes contra Israel.
Esforços por paz
Os esforços por um cessar-fogo na região continuam ocorrendo, mesmo que Israel e Hamas, aparentemente, ignorem os pedidos para o fim da guerra. O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, chega hoje à região para negociar a paz na região. A partir de quinta-feira, deve conversar com autoridades israelenses e passará por Jordânia, Israel, Cisjordânia, Turquia, Líbano, Síria e Kuait.
Já o presidente da Assembleia Geral da ONU, o nicaraguense Miguel D'Decoto, convocou uma reunião para esta quinta para debater a situação em Gaza e se juntar ao Conselho de Segurança para exigir um cessar-fogo em Gaza. É a segunda vez em menos de uma semana em que o órgão da ONU convoca uma reunião para debater a situação em Gaza.
Por sua vez, o Egito continua seu trabalho de negociar o cessar-fogo com o Hamas. O líder das negociações egípcio e chefe da Inteligência, Omar Suleiman, afirmou a representantes do Hamas no Cairo que o grupo deve se comprometer a um cessar-fogo de um ano.
Os membros do grupo afirmaram aos egípcios que eles têm interesse em aceitar a proposta, se as mudanças reivindicadas pelo Hamas na proposta forem aceitas.
A proposta do Egito demanda um cessar-fogo imediato. A retirada das tropas israelenses e a abertura das fronteiras da faixa de Gaza, fechadas por Israel e Egito há 18 meses, seriam determinadas em negociações posteriores.
| Abed Rahim Khatib/Efe | ||
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| Coluna fogo sobe de prédio atingido por bombardeio israelense na cidade de Rafah, ao sul da faixa de Gaza |
Com agências internacionais
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Duas vezes na Bíblia Jerusalém é chamada "cidade do nosso Deus" (Salmo 48.1,8); duas vezes, "cidade de Deus" (Salmo 46.4 e Salmo 87.3); oito vezes, "santa cidade" ou "cidade santa" (Neemias 11.1; Isaías 48.2; Isaías 52.1; Mateus 4.5; etc.). Deus decretou que jamais existirá uma cidade igual a Jerusalém! Ela é mencionada 811 vezes na Bíblia e nenhuma vez no Corão, revelando a mentira de que Jerusalém sempre foi sagrada para os muçulmanos. Somente após o renascimento de Israel como nação, essa falsa alegação foi inventada para justificar os ataques islâmicos contra Israel como uma "potência ocupadora". Os EUA, a ONU, a União Européia (UE) e outros países aceitam essa mentira como base para uma "paz" que pretendem impingir a Israel com os vizinhos muçulmanos, os quais estão determinados a destruir o Estado judeu. Dave Hunt
*** Vem ai o "ARMAGEDOM" - o Irã está há 2 anos para ter a "bomba atômica". O Bin Laden está com 10 mil homens bombas preparados.
Efe 5:14 - Por isso diz: Desperta, tu que dormes, e levanta-te dentre os mortos, e Cristo te esclarecerá.
Maranata.
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