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14/01/2009 - 14h17

Senado de Illinois decide futuro de governador suspeito de corrupção

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colaboração para a Folha Online

O governador do Estado americano de Illinois, Rod Blagojevich, presidirá brevemente uma sessão do Senado estadual cujos representantes decidirão o futuro político dele. Após ter seu pedido de impeachment aceito pela Assembleia de Illinois no último dia 9 de janeiro por 114 votos a 1, cabe ao Senado decidir se deve tirar o democrata do cargo.

M. Spencer Green/AP
Rod Blagojevich chega para fazer um pronunciamento em Chicago, após a aprovação do seu impeachment pela Assembleia de Illinois
Rod Blagojevich chega para fazer um pronunciamento em Chicago, após a aprovação do seu impeachment pela Assembleia de Illinois

Blagojevich presidirá a sessão do Senado em que serão empossados os novos senadores de Illinois. A Constituição do Estado determina que o governador convoque os senadores às sessões até que eles tenham eleito um líder.

Blagojevich é acusado de negociar a cadeira do presidente eleito, Barack Obama, no Senado.

O escândalo em torno de Blagojevich começou em 9 de dezembro passado com a divulgação de grampos telefônicos do FBI (polícia federal americana) e a sua prisão. Ele foi solto no mesmo dia, apesar de os agentes terem apresentado evidências de que o governador pressionou para a elaboração de uma "campanha de contribuição" para a vaga no Senado.

De acordo com a legislação de Illinois, no caso de vacância do posto, o governador deve nomear um senador até a próxima eleição legislativa, prevista para dentro de dois anos.

Vários políticos, incluindo Barack Obama, chegaram a pedir a Blagojevich que renuncie ao cargo. Blagojevich, que se diz inocente, desafiou as pressões que vinha sofrendo e nomeou, no dia 30 de dezembro passado, Roland Burris, 71, para a vaga no Senado de Illinois.

Burris, ex-procurador geral do Estado, que chegou a ser impedido de participar da sessão do Senado do último dia 6 de janeiro, pode ter sua nomeação aprovada depois que senadores concordaram em estudar sua indicação.

Com agências internacionais

Comentários dos leitores
MARCOS BORGES (62) 10/07/2009 15h09
MARCOS BORGES (62) 10/07/2009 15h09
Porque os Estados Unidos não ficam com a guarda e controle da metade destes mísseis, e a outra metade com sob o controle da Rússia?
A Rússia tem receio de que estes mísseis possam ser utilizados contra ela.
Se ela controlar a metade, pode revidar, caso seja necessário.....
sem opinião
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Armando Malato (183) 10/07/2009 08h56
Armando Malato (183) 10/07/2009 08h56
O "CARA", vai daqui do Brasil, que enfrenta problemas serissimos, como a crise do Senado e outros mais, em viagem carissima que o povo paga, para divertir-se em bate-papos sobre futebol e entrega de camisa autografada ao presidente Obama. Será que o Lula, não terá coisas mais interessantes e sérias para fazer aqui no Brasil, ao invés de estar servindo de Embaixador da CBF, nos Estados Unidos, dando prioridade a um assunto tão irrelevante como este. Precisa que este nosso Presidente, pare mais um pouco de viajar, afim de poder tomar conta e "saber das coisas" que acontecem no País que governa, fazendo, inclusive, uma bôa economia de gastos para os cofres publicos. 6 opiniões
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Haremhab Hassan (121) 10/07/2009 05h11
Haremhab Hassan (121) 10/07/2009 05h11
"Viagem na maionese", imaginando que Lulla está abafando, os gringos estão tirando a maior onda com a cara dele, ou pensam que eles não tem conhecimento do que se passa por aqui?Obama só está fazendo média com todo mundo, os americanos são e continuarão sendo, os mesmos arrogantes de sempre...tudo teatro pra galera aplaudir...só trouxa que não percebe.Alias, quem manda no EUA, não é o Obama, que distribui "falsos elogios à todos"...quem manda são as corporações...alguém por aqui já ouviu falar do grupo, intitulado "Bilderberg"??? 7 opiniões
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