Mundo
18/01/2009 - 14h19

Estrelas de Hollywood não querem perder posse de Obama

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da France Presse, em Los Angeles

Os grandes nomes de Hollywood têm nesta terça-feira (20) um compromisso que não querem perder por nada no mundo, muito mais importante que a cerimônia do Oscar ou a grande estreia de uma superprodução: a posse de Barack Obama como presidente dos Estados Unidos.

Um número sem precedentes de figuras de Hollywood é esperado na cerimônia da posse do democrata na Casa Branca. Não está muito claro ainda o que significa exatamente para as estrelas viajar à capital americana, mas várias delas foram convidadas oficialmente e outras tantas comparecerão por iniciativa própria.

Artistas do porte da "rainha do soul" Aretha Franklin se apresentarão na cerimônia preparada pela comissão de organização oficial deste evento histórico para os Estados Unidos. Atores como Tom Hanks, no entanto, pretendem assistir o ato de juramento do primeiro presidente negro do país entre a multidão aguardada para acompanha a cerimônia nas ruas.

Além disso, é certo que pesos pesados que apoiaram Obama em sua campanha, como Oprah Winfrey, Bruce Springsteen e o líder da banda Blackeyed Peas, Will.i.am, assistirão aos festejos em Washington, assim como as cantoras Beyonce e Mary J. Blige. Outras celebridades que pretendem viajar à capital são Chris Rock, George Clooney, Angela Bassett, Patricia Arquette e Ed Harris.

A imprensa americana destaca que Springsteen pode cantar nas escadas do Lincoln Memorial neste domingo. A comissão que organiza a posse confirmou uma "cerimônia de abertura" na mesma data e local, mas não revelou se Springsteen tocará no evento.

Eventos paralelos

A Coalizão Criativa, uma organização sem fins lucrativos fundada em 1989 para promover temas de importância pública, confirmou um elenco estelar para sua própria festa. Elvis Costello e Sting tocarão juntos no evento, para o qual já confirmaram presença Spike Lee, Anne Hathaway, Tim Robbins, Susan Sarandon, Maggie Gyllenhaal, Peter Sarsgaard e Ron Howard. A presença do presidente eleito, porém, não é esperada neste evento beneficente, cujos patrocinadores teriam oferecido mesas por US$ 150 mil.

A festa da Coalizão Criativa é um dos muitos jantares extraoficiais que acontecerão em Washington durante a semana de posse de Barak Obama, entre eles o "Legends Ball" e o "Urban Ball", que --com entradas a US$ 650-- oferecem uma festa com Chaka Khan, The Temptations, George Clinton, The Cheetah Girls, Lil Jon e T-Pain.

Imagem

Para os analistas, a grande presença de famosos em Washington reflete uma mudança na forma como a indústria do entretenimento se ajusta ao próximo presidente do país, ansiosa de ser associada a um político que projeta "carisma e boa vibração".

"Acredito que as celebridades estão dando mostras de querer associar sua imagem a Barack Obama", afirma Robert Thompson, professor de Comunicação da Universidade de Syracuse. "Obama se expressa muito bem, é muito atraente, sua família é muito bonita, ele se veste muito bem. Ganha qualquer estrela". "Qualquer celebridade é feliz de ser coadjuvante do 'show' de Barack Obama, acrescenta.

Comentários dos leitores
O Pacificador (220) 27/11/2009 23h53
O Pacificador (220) 27/11/2009 23h53
E lula responde á Carta do Obama...
Deve ter começado mais ou menos assim:
"Pô Obama, você não disse que eu era "o cara"? Então, eu acreditei, achei que era pra valer..."
A cumparenhada finalmente começa a acordar para a realidade, para o que eles são na verdade, ou seja nada, um zerão redondão á esquerda (que por coincidência, é o lado favorito deles...).
Lula agora, o ator enganador, se tornou o personagem principal daquele filme:
"O Rato que Ruge..."
Responder para Obama? Ele?
Só se for...
Sim senhor!
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Carlos Gonçalves (406) 27/11/2009 17h47
Carlos Gonçalves (406) 27/11/2009 17h47
Até quando os americanos podem matar e não serem responsáveis pelos crimes que cometem contra civilizações iraquiana, afegãs, entre outras.? 3 opiniões
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Natália Barcelo (1) 26/11/2009 11h12
Natália Barcelo (1) 26/11/2009 11h12
Os EUA influencia, ainda que sutilmente, decisões internacionais. Lula, no meu ponto de vista, fez certo em receber Ahmadinejad a fim de estabelecer, além de esclarecer sua posição em relação ao enriquecimento de urânio do Irã. Afirmando que apoia desde que seja para fins pacíficos, em outras palavras; desde que voces nao façam uma bomba atómica. O que prova ser contraditório, pois uma região como o Irã com tantos conflitos e uma notável instabilidade, pode intencionalmente criar armas nucleares a fim de se "precaverem". Lula reafirmou sua posiçao de nem lá nem cá. Concorda com o Irã, mas sem entrar em divergencia com os EUA. sem opinião
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