Mundo
22/01/2009 - 10h34

Schwarzenegger pressiona Obama a mudar lei de emissão de gases veiculares

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da Folha Online

O governador do Estado americano da Califórnia, o republicano Arnold Schwarzenegger, mal esperou o novo presidente, Barack Obama, se acomodar à Casa Branca e já começou a sua pressão pela aprovação de uma lei de emissões de gases veiculares. Nesta quarta-feira (21), Schwarzenegger enviou uma carta a Obama pedindo permissão para aplicar, naquele Estado, novos --e rigorosos-- índices.

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"Sua administração tem uma oportunidade única de apoiar tanto a iniciativa pioneira dos Estados interessados como de empurrar a América rumo à liderança global na questão climática", afirmou o governador na carta.

Pablo Martinez Monsivais-19.jan.08/AP
O governador Arnold Schwarzenegger na Conferência de Prefeitos dos Estados Unidos
O governador Arnold Schwarzenegger na Conferência de Prefeitos dos Estados Unidos

Schwarzenegger quer que a Agência de Proteção Ambiental mude uma resolução de 2007 feita no governo do colega republicano, o ex-presidente George W. Bush (2001-2009), que impede os Estados de determinar os próprios índices de tolerância de emissão de gases em carros novos, picapes e veículos utilitários. Para a administração Bush, os padrões só podiam ser determinados por uma resolução sobre eficiência de combustíveis, o que cabe à União.

Obama já afirmou que quer rever a resolução de Bush, e a promessa foi repetida na semana passada por servidores da Agência de Proteção Ambiental. Desde então, porém, a equipe de transição do governo democrata nada fez, o que coloca dúvidas sobre quanto tempo levará para que haja qualquer mudança naquela área.

Caso a mudança seja realizada, a Califórnia irá baixar os níveis determinados pelo governo federal no Ato do Ar Limpo, de 2005, para os determinados em uma lei estadual de 2002. A lei, que entraria em vigor neste ano de 2009, obriga montadoras a cortar as emissões em quase um terço até 2016.

Com Reuters e Associated Press

Comentários dos leitores
FABIANO TONACO BORGES (1) 08/11/2009 12h10
FABIANO TONACO BORGES (1) 08/11/2009 12h10
Presidente Obama nos dá uma lição de como um Estadista deve tratar o desenvolvimento de uma nação: com justiça social. Sem acesso à saúde garantido pelo Estado não se pode marchar rumo à consolidação de uma nação de forma sustentável. Com esta atitude o Predidente Obama abre mão de uma boa parte de sua popularidade, considerando que ele intefere num mercado (o da prestação de serviços de saúde) extremamente fisiológico, influente economicamente e com grande poder político. Os resultados virão, não tão rápido, mas as gerações porvindouras terão o que comemorar... sem opinião
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J. R. (1133) 08/11/2009 09h19
J. R. (1133) 08/11/2009 09h19
As mortes causadas pelas campanhas dos USA pelo mundo dá para encher milhares de torres gêmeas e wordtradecenters. Na guerra nuclear não haverá vencedores, nem mesmo o poderoso USA sobrará, é a eutanásia da humanidade doente! sem opinião
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Liliane Garcia (3) 06/11/2009 00h23
Liliane Garcia (3) 06/11/2009 00h23
A questão não é o fato do Obama defender o seu país e sim, dar continuidade a uma política de intervenção no país alheio, o que não é nada democrático, logo eles que "prezam" tanto pela democracia. Por qual motivo? Eu também lamento o atentado ocorrido no 11 de setembro, porém, acredito que isso não justifica a invasão estadunidense. Assim como no World Trade Center, no Afeganistão havia e ainda há muitos civis inocentes, sendo eles também vítimas das atrocidades cometidas por ambas as partes. O atentado terrorista provavelmente ainda servirá por muito tempo para justificar uma invasão que não tem justificativa para aqueles que se tornaram vítimas do horror da guerra. 5 opiniões
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