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22/01/2009 - 14h22

"É como ir do Xbox para o Atari", diz equipe de Obama sobre a Casa Branca

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colaboração para a Folha Online

A equipe de assessores do presidente recém-empossado dos Estados Unidos, Barack Obama, comparou a Casa Branca ao videogame Atari ao se confrontar com a falta de linhas telefônicas, softwares antigos de computador e a burocracia governamental no primeiro dia da família Obama na nova moradia. A informação foi divulgada nesta quinta-feira pelo jornal "Washington Post".

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Divulgação
Assessores de Barack Obama se assustam com a falta de estrutura da Casa Branca
Assessores de Barack Obama se assustam com a falta de estrutura da Casa Branca

"Seria como ir do Xbox [videogame de última geração] ao Atari", disse o porta-voz de Obama, Bill Burton, ao "Washington Post", ao se confrontar com a falta de infraestrutura da Casa Branca.

"Depois da maior campanha presidencial com apoio da tecnologia da história, oficiais da equipe de Obama tiveram vários constrangimentos com a burocracia federal, encontrando linhas telefônicas desligadas e várias regras de segurança que proíbem contas de e-mail", informou o jornal.

Segundo a publicação, a mudança do presidente para a Casa Branca é comparada ao primeiro dia em uma escola nova. Os assessores verificam todos os departamentos da casa, como os escritórios, além de explicar para os novos funcionários as novas regras éticas do governo.

O novo site da Casa Branca também registrou problemas na tarde desta quarta-feira. "Nenhum novo post foi acrescentado sobre o primeiro dia de trabalho de Obama, como as reuniões com as equipes de economia e segurança", informou o jornal. No site, os internautas têm informações somente sobre a cerimônia de posse e vídeos com os discursos.

Transparência

Desde a posse de Obama, os internautas podem reproduzir o conteúdo disponível no site da Casa Branca -- como imagens e textos-- desde que mencione a fonte.

A liberação ocorre por meio da licença Creative Commons 3.0, que permite com que a obra intelectual seja compartilhada, desde que seja sem fins lucrativos.

O novo site também oferece uma maior participação dos americanos nas questões do governo. No primeiro post divulgado logo após a posse de Obama, a equipe prometeu abrir espaço para comentários dos internautas sobre legislações não-emergenciais.

Com "Washington Post"

Comentários dos leitores
O Pacificador (220) 27/11/2009 23h53
O Pacificador (220) 27/11/2009 23h53
E lula responde á Carta do Obama...
Deve ter começado mais ou menos assim:
"Pô Obama, você não disse que eu era "o cara"? Então, eu acreditei, achei que era pra valer..."
A cumparenhada finalmente começa a acordar para a realidade, para o que eles são na verdade, ou seja nada, um zerão redondão á esquerda (que por coincidência, é o lado favorito deles...).
Lula agora, o ator enganador, se tornou o personagem principal daquele filme:
"O Rato que Ruge..."
Responder para Obama? Ele?
Só se for...
Sim senhor!
sem opinião
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Carlos Gonçalves (406) 27/11/2009 17h47
Carlos Gonçalves (406) 27/11/2009 17h47
Até quando os americanos podem matar e não serem responsáveis pelos crimes que cometem contra civilizações iraquiana, afegãs, entre outras.? 3 opiniões
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Natália Barcelo (1) 26/11/2009 11h12
Natália Barcelo (1) 26/11/2009 11h12
Os EUA influencia, ainda que sutilmente, decisões internacionais. Lula, no meu ponto de vista, fez certo em receber Ahmadinejad a fim de estabelecer, além de esclarecer sua posição em relação ao enriquecimento de urânio do Irã. Afirmando que apoia desde que seja para fins pacíficos, em outras palavras; desde que voces nao façam uma bomba atómica. O que prova ser contraditório, pois uma região como o Irã com tantos conflitos e uma notável instabilidade, pode intencionalmente criar armas nucleares a fim de se "precaverem". Lula reafirmou sua posiçao de nem lá nem cá. Concorda com o Irã, mas sem entrar em divergencia com os EUA. sem opinião
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