Obama negocia reforma na saúde; Senado deve aprovar programa de US$ 31,5 bi
da Folha Online
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, negocia com o Congresso americano a aprovação de uma reforma no sistema de saúde do país --uma das principais promessas de sua campanha. Nesta quinta-feira, o Senado deve votar o primeiro passo da reforma, um projeto de US$ 31,5 bilhões para plano de saúde para crianças para os próximos quatro anos.
A verba adicional ajudaria cerca de 4 milhões de crianças que não têm cobertura médica e outras 2,4 milhões que têm cobertura privada. Os EUA não têm um sistema universal de saúde e os gastos médicos são um dos principais pesos no orçamento dos americanos.
Na campanha, Obama adotou uma promessa da ex-rival Hillary Clinton, atual secretária de Estado, e prometeu ampliar a cobertura governamental. No começo do mês, Obama entregou ao Congresso um plano de estímulo econômico que incluía o investimento em saúde como prioridade para o crescimento financeiro e a recuperação.
"É um grande passo para nossa nação", disse o senador democrata Jeff Bingaman. "Muitos americanos enfrentam grandes incertezas econômicas".
O debate nesta semana tem sido favorável aos democratas. Eles querem financiar o programa com aumento dos impostos sobre cigarro de US$ 0,39 por maço para US$ 1.
Já os republicanos fizeram uma oferta mais moderada de que expandiriam a cobertura para cerca de 2 milhões de crianças, o que ampliaria os gastos federais em US$ 10 bilhões para os próximos quatro anos.
Na Casa dos Representantes (Câmara dos Deputados), o projeto foi aprovado há duas semanas.
Os americanos também aprovam uma reforma na saúde. Uma pesquisa nacional da Kaiser Family Foundation e da Escola de Saúde Pública da Harvard indica que 43% dos americanos veem na reforma da saúde uma prioridade. O número, contudo, está bem abaixo dos 73% que indicam a economia como principal tarefa do governo Obama.
Os especialistas em políticas de saúde também aprovam a reforma. Segundo pesquisa da "Health Care Opinion Leaders", conduzida pela Commonwealth Fund, 92% dos especialistas defendem que os americanos que não têm cobertura em seus trabalhos ou pelo sistema Medicaid/SCHIP devem adquirir plano de saúde através de um sistema federal, como Obama sugeriu em campanha.
Com Associated Press
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Acho que um conflito mundial é o mais provável de acontecer, infelizmente... O melhor seria nos prepararmos para o pior.
A maioria das grandes potências são "grandes" somente no armamento e pequenas na humanidade. Não sei como realmente, separado das emoções, você observa o andamento das ações e medidas, financiadas por essas "potências". E olha que tem mais na panela... É por isso que outros países cansados da exploração e da ameaça, estão se preparando para enfrentarem inimigos. Inimigos das coisas boas que a vida pode trazer, inimigos das amizades, das trocas de cultura e ciência, da BOA VONTADE. Inimigos travestidos de "salvadores", que por dentro tem por único objetivo a destruição. Seres que por um capricho da natureza, odeia a NATUREZA e as pessoas que não são iguais a eles. Essa é a única explicação que cabe para esses Srs. das Guerras, que por trás de uma mesa, comandam covardemente pessoas para a morte.
"Vejam que uniforme lindo fizemos prá vocês... O senhor das guerras não gosta de crianças..." (Música de um autor brasileiro.)
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