Mundo
30/01/2009 - 22h58

Obama e Bachelet conversam sobre crise mundial

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da Efe, em Santiago do Chile

A presidente do Chile, Michelle Bachelet, falou nesta sexta-feira por telefone com o líder dos Estados Unidos, Barack Obama, sobre a evolução da crise internacional e a situação regional.

Os líderes coincidiram ainda na importância da próxima Cúpula das Américas, que será realizada em abril em Trinidad e Tobago, segundo um comunicado divulgado pela Presidência chilena.

O texto detalha que, durante a conversa, o presidente avaliou os avanços alcançados pelo Chile.

Além disso, os dois governantes manifestaram sua vontade de fortalecer a relação bilateral e Obama estendeu um convite a Bachelet para que faça uma visita oficial aos EUA nos próximos meses.

Bachelet também conversou nesta sexta-feira por telefone com a secretária de Estado americana, Hillary Clinton.

Nela, a presidente felicitou Hillary por sua designação como secretária de Estado, e ambas trocaram opiniões sobre a situação global e regional, assim como sobre a relação bilateral.

Comentários dos leitores
marcio B. (65) 11/12/2009 19h35
marcio B. (65) 11/12/2009 19h35
Não é de se surpreender que pessoas como a Sra, não se dêem conta do quanto é desproporcional as suas análise dos fatos, não percebendo sequer o tamanho das bobagens que falam,
Um bom exemplo disso , é a sua infame tentativa de comparar custo da liberdade e os direitos que uma mulher tem nos EUA e a liberdade e os direitos de uma mulher no mundo islâmico. Não há contraponto, não há parâmetro para comparar, pelo simples fato de que no mundo islâmico, as mulheres não tem direito algum... Fico abismado que a Sra. se ofenda com um simples comentário, e não se ofenda com a maneira com que o estado islâmico trata as mulheres. Quando eu falei para fazer uma breve pesquisa sobre a formação do estado islâmico, eu não disse que essa breve pesquisa a faria uma especialista no assunto, sugeri a breve pesquisa porque isso já seria suficiente para qualquer pessoa entender como a sociedade islâmica oprime e aterroriza a mulher. Defender o Estado Islâmico é aceitar todas humilhações e violências contra as mulheres uma vez que o próprio estado islâmico incentiva a opressão e jamais disse que iria deixar de incentivar, mesmo com a saída dos EUA da região. Quanto mais poder se dá para o Estado Islâmico, mais eles odiarão o ocidente, mais eles odiarão as mulheres, mais eles tentarão expandir seus domínios, pois em sua essência, ou seja, um dos fundamentos do Estado Islâmico é não aceitar nada que não seja o islamismo.
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marcio B. (65) 11/12/2009 18h07
marcio B. (65) 11/12/2009 18h07
Sr. eduardo de souza,
Entendi o comentário, e nunca disse que o Joel Saraiva, afirmou que o melhor seria jogar "bombas atômicas" , muito menos pedi sua orientação.
sem opinião
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eduardo de souza (529) 11/12/2009 15h19
eduardo de souza (529) 11/12/2009 15h19
marcio B, releia o comentário de Joel Saraiva, verá que ele colocou entrelinhas em alguns itens, dando a noção dupla na interpretação do texto. Não afirma ele que o melhor seria jogar "bombas atômicas", na realidade, satiriza a queda das torres gêmeas. Hehe, alguns comentarista daqui estão de parabéns pela inteligência que colocam as palavras. 8 opiniões
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