Mundo
02/02/2009 - 08h50

Endereço do e-mail de Obama vira sinônimo de prestígio em Washington

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da Folha Online

O novo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, era inseparável de seu Blackberry durante a campanha e, graças a muita insistência continua usando seu equipamento favorito. Segundo o blog da revista "The Atlantic", uma agência governamental adicionou uma codificação única de segurança para a rotina e mensagens pessoais no aparelho de Obama, o que fez com que o "primeiro-e-mail" virasse sinônimo de prestígio em Washington.

"É uma lista muito exclusiva", disse Obama, no sábado (31), em evento tradicional. "Quão exclusiva? Todo o mundo olhe para a pessoa sentada ao seu lado esquerdo. Agora olhe para a pessoa sentada do lado direito. Nenhum deles tem meu endereço eletrônico", disse o democrata, segundo informa Sérgio Dávila em reportagem da Folha (a íntegra está disponível apenas para assinantes do jornal e do UOL).

A brincadeira foi feita durante jantar anual do Alfalfa Club, evento que, há 96 anos, reúne a elite de Washington. Os convidados, afirma Dávila, iam do advogado e clintonista Vernon Jordan à governadora republicana Sarah Palin, do Alasca, em seu primeiro evento público na capital americana desde a posse de Obama.

Como é tradição no evento, Obama fez comentários bem humorados e não deixou de fora o fato de ser o primeiro presidente a manter esse tipo de comunicação no cargo. Segundo o jornal "New York Times", Nancy Pelosi, presidente da Câmara dos Deputados e o secretário da Defesa, Robert Gates, não estão na lista dos prestigiados de Washington.

Durante a campanha, Obama tornou famoso seu vício assumido no smartphone, fabricado pela empresa canadense RIM. A codificação feita pela agência americana evitará que o BlackBerry seja invadido por piratas virtuais ou por qualquer um que deseje ter acesso aos dados de Obama ou do país.

Segundo o site da revista "PC World", os burocratas da Casa Branca estavam relutantes para aprovar o uso do BlackBerry para o novo presidente, em razão da rotina de procedimentos sobre a segurança de informação. Tudo indica, entretanto, que eles não conseguiram barrar o desejo do novo presidente.

Os smartphones usados pelo governo dos EUA não são desenvolvidos para conversas em caráter de segurança. A exceção é o Sectera Edge, desenvolvido para conversas de voz com segurança máxima. O jornal "The Times" afirma que o Sectera Edge é um telefone de segurança máxima, certificado pela Agência Nacional de Segurança, e usado para operações ultrassecretas do governo. O aparelho custa por volta de US$ 3.350.

Comentários dos leitores
O Pacificador (220) 27/11/2009 23h53
O Pacificador (220) 27/11/2009 23h53
E lula responde á Carta do Obama...
Deve ter começado mais ou menos assim:
"Pô Obama, você não disse que eu era "o cara"? Então, eu acreditei, achei que era pra valer..."
A cumparenhada finalmente começa a acordar para a realidade, para o que eles são na verdade, ou seja nada, um zerão redondão á esquerda (que por coincidência, é o lado favorito deles...).
Lula agora, o ator enganador, se tornou o personagem principal daquele filme:
"O Rato que Ruge..."
Responder para Obama? Ele?
Só se for...
Sim senhor!
sem opinião
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Carlos Gonçalves (406) 27/11/2009 17h47
Carlos Gonçalves (406) 27/11/2009 17h47
Até quando os americanos podem matar e não serem responsáveis pelos crimes que cometem contra civilizações iraquiana, afegãs, entre outras.? 3 opiniões
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Natália Barcelo (1) 26/11/2009 11h12
Natália Barcelo (1) 26/11/2009 11h12
Os EUA influencia, ainda que sutilmente, decisões internacionais. Lula, no meu ponto de vista, fez certo em receber Ahmadinejad a fim de estabelecer, além de esclarecer sua posição em relação ao enriquecimento de urânio do Irã. Afirmando que apoia desde que seja para fins pacíficos, em outras palavras; desde que voces nao façam uma bomba atómica. O que prova ser contraditório, pois uma região como o Irã com tantos conflitos e uma notável instabilidade, pode intencionalmente criar armas nucleares a fim de se "precaverem". Lula reafirmou sua posiçao de nem lá nem cá. Concorda com o Irã, mas sem entrar em divergencia com os EUA. sem opinião
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