Na Indonésia, Hillary tenta reforçar elo dos EUA com muçulmanos
da Folha Online
A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, se reuniu nesta quinta-feira com o presidente da Indonésia, Susilo Bambang Yudhoyono, para reforçar a relação entre ambos os países, dentro da nova política de Washington de aproximação com o mundo muçulmano.
Hillary Clinton, chegou à Indonésia na quarta-feira, elogiando a transição democrática do país e ressaltando o desejo de Washington de ter relações mais fortes com a Indonésia, a fim de levar mudanças para Mianmar.
A visita de Hillary ao país muçulmano mais populoso do planeta representa os esforços de presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, para construir melhores relações com o mundo islâmico, onde muitas das políticas de seu antecessor, George W. Bush, foram amplamente impopulares.
Segundo o porta-voz presidencial, Dino Patti Djalal, no segundo dia de sua visita oficial a Jacarta, Hillary discutiu com o chefe de Estado indonésio o conflito palestino, um assunto muito sensível para o país de maioria muçulmana mais povoado do mundo.
Hillary e o líder indonésio não fizeram declarações após o encontro, que durou 45 minutos e ocorreu no palácio presidencial de Jacarta.
De acordo com o porta-voz presidencial, a secretária de Estado e o presidente falaram da necessidade de ajudar Gaza após a ofensiva israelense na região, encerrada no dia 18 de janeiro deste ano e que deixou mais de 1.300 palestinos mortos e cerca de 5.000 feridos.
Os dois confirmaram ainda a participação da Indonésia e dos Estados Unidos na conferência de doadores para a reconstrução de Gaza, que acontece no Egito em março. Pelo menos 4.000 casas foram demolidas e 17 mil, danificadas na operação militar israelense. Os ataques também destruíram 20 mesquitas, 1.500 propriedades comerciais, além dos 16 prédios da Autoridade Nacional Palestina onde funcionava o governo do Hamas. A ONU (Organização das Nações Unidas) diz que 53 de suas instalações em Gaza precisam ser total ou parcialmente reconstruídas.
O encontro abordou outra série de assuntos de "interesses bilateral, regional e global", como explicou o porta-voz, entre os quais destacou a mudança climática, a conservação do meio ambiente, o comércio, a crise econômica e a integração regional da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean).
Democracia
Depois de se reunir com o ministro das Relações Exteriores da Indonésia, Hillary disse que os dois países pretendem avançar em áreas como a luta contra o aquecimento global, a segurança e ações antiterrorismo.
"É exatamente o tipo de parceria abrangente que acreditamos que vá beneficiar tanto a democracia quanto o desenvolvimento", disse a secretária de Estado em uma coletiva conjunta, acrescentando que "não é por acaso" que a Indonésia ter sido escolhida como uma das paradas de sua turnê asiática.
Hillary falou sobre a revisão da política norte-americana e em relação a Mianmar. Os EUA querem buscar maneiras de derrubar a junta militar do país.
Manifestações
Algumas manifestações de islâmicos radicais e estudantes que se opõem à visita de Hillary foram agendadas, mas esta parte da viagem de Hillary à Ásia deve correr bem, dadas as boas relações entre os dois governos e o orgulho do povo da Indonésia, onde Barack Obama morou por quatro anos, quando era criança.
'O povo da Indonésia tem uma grande simpatia por este novo governo e ele (Obama) gostaria de retribuir esta afeição', disse um representante de Hillary, durante o voo saindo do Japão.
Hillary quer apresentar a Indonésia como exemplo de país que fez uma transição para a democracia, depois de décadas de comando autoritário, disseram seus representantes.
A secretária de Estado deve partir ainda nesta quinta-feira para Seul, Coreia do Sul, onde dará seguimento à sua primeira viagem internacional à frente da diplomacia americana, com escalas em Japão, Indonésia, Coreia do Sul e China.
Com Efe e Reuters
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Osama foi treinado pela CIA, à época do domínio soviético no Afeganistão. 32 mil rebeldes, aquela época, venceram e expulsaram os soviéticos. Hoje, como são contra os americanos, são chamados de terroristas. Engraçado não é.? Todos sabem que o Afeganistão é estratégico para os EUA que se dirigem países com desinência -ão: Turquistão, azerbaijão, Casaquistão...
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VENEZUELA,IRA OU BRASIL,POIS OS ESTADOS UNIDOS ja esta montando a 4 frota na america do sul,sem falar nas bases que os EUA estao montado na colombia. E como sempre os EUA so estao combatendo o terrorismo,ate parece eles querem mesmo é petroleo.
SEM FALAR QUE NOS EUA AS CRIANÇAS DESDE PEQUENAS SAO INSINADAS QUE A AMAZONIA É DELES.
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E tudo isso custou até agora mais de 15 mil soldados dos EUA mortos, mais de U$ 1 trilhão de doláres jogados no lixo. E nós paíse Sub, estamos mas uma vez pagando a conta.
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