Mundo
04/03/2009 - 12h03

Michelle Obama diz que é "mal paga" como primeira-dama

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da Efe, em Madri

A primeira-dama dos Estados Unidos, Michelle Obama, disse a revista espanhola "¡Olá!" que sente falta de um salário e que o seu trabalho na Casa Branca "não está muito bem pago".

Como ex-advogada e executiva de um hospital no qual ganhava mais de US$ 295 mil anuais, Michelle afirma em entrevista de onze páginas publicada na "¡Olá!", que o único aspecto de seu novo trabalho que não se enquadra em suas expectativas é a falta de pagamento.

A primeira-dama descreve sua rotina na Casa Branca, um "lar" que já sente como dela, junto às filhas Malia, 10, e Sasha, 7, e ao marido, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.

Segundo Michelle, ela levanta todo dia às 5h30 para fazer exercício em um ginásio privado ao lado do marido, para depois tomarem café da manhã juntos.

Ela diz ainda que estimula as filhas a não perderem "os velhos costumes" e que, por isso, elas seguem fazendo suas camas e limpando seu quarto. Lavar os pratos depois do jantar e fazer seus deveres de casa são outras tarefas que Michelle inclui na rotina das meninas, que "devem continuar sendo obedientes".

"Cresci, pela minha família, com uma forte conexão com a fé e a religião, e estamos tentando dar a nossas filhas alicerces básicos, compreensão e respeito por Deus", conta.

Comentários dos leitores
FABIANO TONACO BORGES (1) 08/11/2009 12h10
FABIANO TONACO BORGES (1) 08/11/2009 12h10
Presidente Obama nos dá uma lição de como um Estadista deve tratar o desenvolvimento de uma nação: com justiça social. Sem acesso à saúde garantido pelo Estado não se pode marchar rumo à consolidação de uma nação de forma sustentável. Com esta atitude o Predidente Obama abre mão de uma boa parte de sua popularidade, considerando que ele intefere num mercado (o da prestação de serviços de saúde) extremamente fisiológico, influente economicamente e com grande poder político. Os resultados virão, não tão rápido, mas as gerações porvindouras terão o que comemorar... sem opinião
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J. R. (1133) 08/11/2009 09h19
J. R. (1133) 08/11/2009 09h19
As mortes causadas pelas campanhas dos USA pelo mundo dá para encher milhares de torres gêmeas e wordtradecenters. Na guerra nuclear não haverá vencedores, nem mesmo o poderoso USA sobrará, é a eutanásia da humanidade doente! sem opinião
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Liliane Garcia (3) 06/11/2009 00h23
Liliane Garcia (3) 06/11/2009 00h23
A questão não é o fato do Obama defender o seu país e sim, dar continuidade a uma política de intervenção no país alheio, o que não é nada democrático, logo eles que "prezam" tanto pela democracia. Por qual motivo? Eu também lamento o atentado ocorrido no 11 de setembro, porém, acredito que isso não justifica a invasão estadunidense. Assim como no World Trade Center, no Afeganistão havia e ainda há muitos civis inocentes, sendo eles também vítimas das atrocidades cometidas por ambas as partes. O atentado terrorista provavelmente ainda servirá por muito tempo para justificar uma invasão que não tem justificativa para aqueles que se tornaram vítimas do horror da guerra. 5 opiniões
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