Mundo
04/03/2009 - 12h03

Michelle Obama diz que é "mal paga" como primeira-dama

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da Efe, em Madri

A primeira-dama dos Estados Unidos, Michelle Obama, disse a revista espanhola "¡Olá!" que sente falta de um salário e que o seu trabalho na Casa Branca "não está muito bem pago".

Como ex-advogada e executiva de um hospital no qual ganhava mais de US$ 295 mil anuais, Michelle afirma em entrevista de onze páginas publicada na "¡Olá!", que o único aspecto de seu novo trabalho que não se enquadra em suas expectativas é a falta de pagamento.

A primeira-dama descreve sua rotina na Casa Branca, um "lar" que já sente como dela, junto às filhas Malia, 10, e Sasha, 7, e ao marido, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.

Segundo Michelle, ela levanta todo dia às 5h30 para fazer exercício em um ginásio privado ao lado do marido, para depois tomarem café da manhã juntos.

Ela diz ainda que estimula as filhas a não perderem "os velhos costumes" e que, por isso, elas seguem fazendo suas camas e limpando seu quarto. Lavar os pratos depois do jantar e fazer seus deveres de casa são outras tarefas que Michelle inclui na rotina das meninas, que "devem continuar sendo obedientes".

"Cresci, pela minha família, com uma forte conexão com a fé e a religião, e estamos tentando dar a nossas filhas alicerces básicos, compreensão e respeito por Deus", conta.

Comentários dos leitores
O Pacificador (220) 27/11/2009 23h53
O Pacificador (220) 27/11/2009 23h53
E lula responde á Carta do Obama...
Deve ter começado mais ou menos assim:
"Pô Obama, você não disse que eu era "o cara"? Então, eu acreditei, achei que era pra valer..."
A cumparenhada finalmente começa a acordar para a realidade, para o que eles são na verdade, ou seja nada, um zerão redondão á esquerda (que por coincidência, é o lado favorito deles...).
Lula agora, o ator enganador, se tornou o personagem principal daquele filme:
"O Rato que Ruge..."
Responder para Obama? Ele?
Só se for...
Sim senhor!
sem opinião
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Carlos Gonçalves (406) 27/11/2009 17h47
Carlos Gonçalves (406) 27/11/2009 17h47
Até quando os americanos podem matar e não serem responsáveis pelos crimes que cometem contra civilizações iraquiana, afegãs, entre outras.? 3 opiniões
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Natália Barcelo (1) 26/11/2009 11h12
Natália Barcelo (1) 26/11/2009 11h12
Os EUA influencia, ainda que sutilmente, decisões internacionais. Lula, no meu ponto de vista, fez certo em receber Ahmadinejad a fim de estabelecer, além de esclarecer sua posição em relação ao enriquecimento de urânio do Irã. Afirmando que apoia desde que seja para fins pacíficos, em outras palavras; desde que voces nao façam uma bomba atómica. O que prova ser contraditório, pois uma região como o Irã com tantos conflitos e uma notável instabilidade, pode intencionalmente criar armas nucleares a fim de se "precaverem". Lula reafirmou sua posiçao de nem lá nem cá. Concorda com o Irã, mas sem entrar em divergencia com os EUA. sem opinião
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