Obama chega aos 50 dias no poder com foco na economia e rompimento com Era Bush
colaboração para a Folha Online
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, completou nesta terça-feira 50 dias na Casa Branca, nos quais concentrou a sua ação principalmente na crise econômica e durante os quais adotou uma série de medidas que cancelaram algumas das medidas mais polêmicas de seu antecessor, George W. Bush (2001-2009).
Obama chegou à Presidência impulsionado por um fervor popular com poucos precedentes --cerca de dois milhões de pessoas assistiram à sua posse-- e acompanhado de uma lista enorme de pendências.
| Efe |
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| O presidente Barack Obama completou nesta terça-feira 50 dias na Casa Branca com foco na economia e rompimento com Era Bush |
A principal preocupação continua sendo a economia, área em que é urgente algum tipo de "mudança"--a mensagem central da campanha eleitoral de Obama. Os Estados Unidos atravessam sua pior crise desde a Grande Depressão, na década de 30, e os mercados caíram 18% desde a chegada do novo presidente à Casa Branca.
O Dow Jones Industrial, principal índice da bolsa de Nova York, caiu de cerca de 8.000 pontos, em 20 de janeiro para 6.866 pontos nesta terça-feira, dia em que os mercados de ações tiveram uma rara recuperação.
Apesar da resistência dos republicanos --que discordaram do aumento de gastos públicos e da limitação nos cortes de impostos--, o presidente americano conseguiu uma grande vitória com a aprovação pelo Congresso do pacote de US$ 787 bilhões para combater a crise econômica. O presidente afirmou que a passagem do conjunto de medidas de estímulo marcava o "começo do fim" da crise no país.
Os efeitos do pacote sobre a economia real e na estabilização do sistema financeitro ainda são incertos, no entanto. Especialistas divergem sobre as perspectivas, e nesta segunda-feira o bilionário americano Warren Buffett, tido como um guru do mercados de ações, disse que a recuperação da economia deve demorar cinco anos.
O presidente americano marcou o seu 50º dia na Casa Branca com a apresentação de um plano para reformar a educação, um dos aspectos que considera crucial para manter a competitividade dos Estados Unidos no mundo.
Na semana passada, o presidente já tinha anunciado uma reforma no sistema de saúde, que, atualmente, deixa 46 milhões de pessoas sem cobertura médica.
Em suas sete semanas de mandato, Obama também emitiu uma série de ordens executivas e memorandos que cancelaram boa parte do legado de Bush. O ato mais simbólico nesse sentido foi o anúncio de que fechará a prisão de Guantánamo em um ano.
Obama também proibiu o uso da tortura em interrogatórios, em um sinal ao mundo de uma mudança radical na posição diplomática dos EUA.
Há duas semanas, ele anunciou o fim das operações militares no Iraque para agosto de 2010, quando pelo menos 90 mil dos 142 mil soldados americanos no país terão voltado aos EUA.
E, nesta segunda-feira (9), assinou uma ordem executiva que encerrou a proibição ao financiamento público para pesquisa com células-tronco procedentes de embriões.
Obama também parece que dedicará boa parte de seu mandato à diplomacia. Após fazer sua primeira viagem ao exterior ao Canadá, ele irá, em duas semanas, para a Europa, e fixou o objetivo de sair da capital pelo menos uma vez por semana.
Ainda resta ver se ele cumprirá sua promessa eleitoral de estar disposto a dialogar com países hostis, como o Irã, e será preciso esperar os 100 dias para saber qual será sua estratégia definitiva para o conflito no Afeganistão.
E ele precisa resolver também um dilema que também despertou o interesse do americano comum: quando chegara à Casa Branca o cachorro que prometeu a suas filhas, Malia e Sasha.
Com Efe e Reuters
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Um bom exemplo disso , é a sua infame tentativa de comparar custo da liberdade e os direitos que uma mulher tem nos EUA e a liberdade e os direitos de uma mulher no mundo islâmico. Não há contraponto, não há parâmetro para comparar, pelo simples fato de que no mundo islâmico, as mulheres não tem direito algum... Fico abismado que a Sra. se ofenda com um simples comentário, e não se ofenda com a maneira com que o estado islâmico trata as mulheres. Quando eu falei para fazer uma breve pesquisa sobre a formação do estado islâmico, eu não disse que essa breve pesquisa a faria uma especialista no assunto, sugeri a breve pesquisa porque isso já seria suficiente para qualquer pessoa entender como a sociedade islâmica oprime e aterroriza a mulher. Defender o Estado Islâmico é aceitar todas humilhações e violências contra as mulheres uma vez que o próprio estado islâmico incentiva a opressão e jamais disse que iria deixar de incentivar, mesmo com a saída dos EUA da região. Quanto mais poder se dá para o Estado Islâmico, mais eles odiarão o ocidente, mais eles odiarão as mulheres, mais eles tentarão expandir seus domínios, pois em sua essência, ou seja, um dos fundamentos do Estado Islâmico é não aceitar nada que não seja o islamismo.
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Entendi o comentário, e nunca disse que o Joel Saraiva, afirmou que o melhor seria jogar "bombas atômicas" , muito menos pedi sua orientação.
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