Mundo
20/03/2009 - 14h42

Obama pede desculpa por gafe sobre esportes para deficientes

Publicidade

da Folha Online

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, pediu desculpas nesta sexta-feira pela gafe que cometeu em entrevista em um programa de televisão americano no qual, brincando com sua inabilidade para jogar boliche, se descreveu como candidato ideal para as "Olimpíadas Especiais".

Em sua primeira participação em um programa de entrevista de televisão como presidente, Obama --que já brincou outras vezes com sua pouca habilidade no boliche e chegou a jogar (e perder) uma partida de boliche com eleitores durante a campanha-- foi perguntado pelo apresentador do "Tonight Show", Jay Leno, sobre a pista de boliche que há na Casa Branca.

Larry Downing /Reuters
O presidente americano, Barack Obama, conversou com o apresentador Jay Leno no talk show noturno "The Tonight Show"
O presidente americano, Barack Obama, conversou com o apresentador Jay Leno no talk show noturno "The Tonight Show"

O presidente afirmou que está praticando. "Consegui 129", disse, entre as risadas da plateia--a pontuação perfeita no boliche é 300.

"Isto é muito bom presidente", disse sarcasticamente Leno. "É como nas Olimpíadas Especiais ou algo similar", respondeu Obama.

As Olimpíadas Especiais são uma organização sem fins lucrativos que inclui mais de 200 milhões de pessoas com deficiência, de mais de 200 países. As pessoas competem em eventos esportivos, de maneira similar à Olimpíada.

Logo depois da entrevista com Leno, Obama telefonou ao diretor das Olimpíadas Especiais, Tim Shriver, para pedir desculpas.

Shriver disse ao programa "Good Morning America" que Obama se desculpou de "uma maneira muito tocante" e afirmou que o presidente "não quis humilhar a população, envergonhar ou dar motivos para dor ou qualquer tipo de sofrimento".

Shriver disse ainda que as pessoas deveriam aprender uma lição do incidente. "Eu acho que é importante que as pessoas vejam que as palavras ferem. As palavras importam. E estas palavras podem ser vistas, em algum aspecto, como humilhantes para as pessoas com necessidades especiais. E elas resultam em estereótipos", disse.

Com agências internacionais

Comentários dos leitores
eduardo de souza (499) 01/12/2009 19h26
eduardo de souza (499) 01/12/2009 19h26
Como anunciar o fim da guerra no Afeganistão, que guerra? Essa que estão fazendo para ter o domínio do território assegurando os oleodutos que lá atravessam. Que guerra Barak Obama, essa que a nação americana financiou para as empresas privadas? Que guerra? Essa que fazem, não importa aonde, visando lucros com vendas de armas, controle de posição de exécito em outros continentes... Um dia estará escrito na história humana um capítulo assemelhando voces com o tão temido e odiado líder alemão da segunda guerra mundial. Dirá a história, que num curto espaço de tempo, dois "monstros" foram o martírio da humanide. sem opinião
avalie fechar
Henrique Silva (201) 01/12/2009 00h44
Henrique Silva (201) 01/12/2009 00h44
Nos EUA a situação da saúde para quem não tem seguro-saúde é infinitamente pior que a situação de um trabalhador brasileiro que depende do SUS. Fazer um sistema de saúde que garanta atendimento básico na maior potência econômica do mundo é muito importante não só para o povo americano pobre, mas para a imagem dos EUA no mundo. sem opinião
avalie fechar
Carlos Gonçalves (418) 30/11/2009 19h52
Carlos Gonçalves (418) 30/11/2009 19h52
George Bush pai fooooi amigo do pai de Bin Ladem. George Bush filho foi amigo e sócio do Salem Bin Ladem , irmão de Osama. O Bush filho teve tres sócios, dois quebraram e Salem morreu de acidente de avião, conveniente, quem ficou com os despojos?
Osama foi treinado pela CIA, à época do domínio soviético no Afeganistão. 32 mil rebeldes, aquela época, venceram e expulsaram os soviéticos. Hoje, como são contra os americanos, são chamados de terroristas. Engraçado não é.? Todos sabem que o Afeganistão é estratégico para os EUA que se dirigem países com desinência -ão: Turquistão, azerbaijão, Casaquistão...
3 opiniões
avalie fechar
Comente esta reportagem Veja todos os comentários (1624)
Termos e condições
 

FolhaShop

Digite produto
ou marca