Mundo
24/03/2009 - 13h31

EUA anunciam plano sobre segurança na fronteira com México

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colaboração para a Folha Online

O governo do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou nesta terça-feira um plano para aumentar o controle na fronteira com o México que prevê o envio de mais agentes federais à área, com o objetivo de reforçar a vigilância.

O plano foi divulgado na Casa Branca pela secretária de Segurança Nacional, Janet Napolitano, às vésperas da viagem ao México da chefe da diplomacia dos EUA, Hillary Clinton e a uma semana da visita de Napolitano e do procurador-geral dos EUA, Eric Holder. Para fechar a agenda de visitas de alto nível, o presidente americano, Barack Obama, vai viajar ao México nos dias 16 e 17 de abril.

Larry Downing/Reuters
A secretária de Segurança Nacional dos EUA, Janet Napolitano anuncia plano para aumentar o controle na fronteira com o México
A secretária de Segurança Nacional dos EUA, Janet Napolitano anuncia plano para aumentar o controle na fronteira com o México

Segundo a Casa Branca, o plano prevê interceptar com mais eficácia os fluxos ilegais de armas e de dinheiro para o México, e garantir que a proteção da fronteira resista ao fluxo de drogas e violência para os EUA. "O presidente está preocupado com o aumento da violência, particularmente em Ciudad Juárez e Tijuana, e o impacto que tem sobre as comunidades dos dois lados da fronteira", afirmou a Casa Branca.

A descrição das atividades que serão realizadas pelas diferentes agências do governo americano não menciona um aumento do uso de forças militares, e assinala que o Pentágono colaborará com as Forças Armadas do México para aumentar a troca de informação, a instrução e a equipagem das unidades antinarcóticos.

De acordo com o governo americano, a cooperação com o governo mexicano será reforçada a todos os níveis. A Casa Branca voltou a elogiar "a valentia e determinação do presidente Felipe Calderón na batalha contra os cartéis da droga. A aeronáutica mexicana vai receber ao mesmo tempo cinco helicópteros, e a marinha de guerra um avião de vigilância.

Larry Downing/Reuters
O presidente americano, Barack Obama, viaja ao México nos dias 16 e 17 de abril para fechar a agenda de visitas de alto nível ao país
O presidente americano, Barack Obama, viaja ao México nos dias 16 e 17 de abril para fechar a agenda de visitas de alto nível ao país

"O FBI [polícia federal americana] aumenta seus esforços na fronteira com a criação do Grupo de Inteligência do Sudoeste, que servirá de centro de coordenação de todas as atividades do FBI em relação ao México", disse o comunicado.

O Departamento de Segurança Nacional desenvolve um plano que inclui o aumento para o dobro das equipes de tarefa de proteção fronteiriça que, segundo o comunicado, incorporam agentes policiais e de inteligência dos dois países.

Esse departamento aumentará para o triplo o número de especialistas de inteligência na fronteira, aumentará para o dobro as equipes de repressão a criminosos estrangeiros, e multiplicará por quatro o número de escritórios de ligação que colaboram com as agências policiais mexicanas.

Com France Presse e Efe

Comentários dos leitores
O Pacificador (220) 27/11/2009 23h53
O Pacificador (220) 27/11/2009 23h53
E lula responde á Carta do Obama...
Deve ter começado mais ou menos assim:
"Pô Obama, você não disse que eu era "o cara"? Então, eu acreditei, achei que era pra valer..."
A cumparenhada finalmente começa a acordar para a realidade, para o que eles são na verdade, ou seja nada, um zerão redondão á esquerda (que por coincidência, é o lado favorito deles...).
Lula agora, o ator enganador, se tornou o personagem principal daquele filme:
"O Rato que Ruge..."
Responder para Obama? Ele?
Só se for...
Sim senhor!
sem opinião
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Carlos Gonçalves (406) 27/11/2009 17h47
Carlos Gonçalves (406) 27/11/2009 17h47
Até quando os americanos podem matar e não serem responsáveis pelos crimes que cometem contra civilizações iraquiana, afegãs, entre outras.? 3 opiniões
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Natália Barcelo (1) 26/11/2009 11h12
Natália Barcelo (1) 26/11/2009 11h12
Os EUA influencia, ainda que sutilmente, decisões internacionais. Lula, no meu ponto de vista, fez certo em receber Ahmadinejad a fim de estabelecer, além de esclarecer sua posição em relação ao enriquecimento de urânio do Irã. Afirmando que apoia desde que seja para fins pacíficos, em outras palavras; desde que voces nao façam uma bomba atómica. O que prova ser contraditório, pois uma região como o Irã com tantos conflitos e uma notável instabilidade, pode intencionalmente criar armas nucleares a fim de se "precaverem". Lula reafirmou sua posiçao de nem lá nem cá. Concorda com o Irã, mas sem entrar em divergencia com os EUA. sem opinião
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