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26/03/2009 - 07h57

Reunião do G20 marcará fim do unilateralismo dos EUA, diz ministro britânico

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da France Presse, em Roma

O encontro de cúpula do G20 (grupo que reúne representantes de países ricos e dos principais emergentes) no dia 2 de abril em Londres (Reino Unido) marcará o fim de uma época, a do unilateralismo dos Estados Unidos, afirmou o ministro britânico das Relações Exteriores, David Miliband.

"Em 2 de abril terminará uma época, a do unilateralismo, e teremos a grande oportunidade de começar a refletir, discutir e enfrentar os grandes assuntos internacionais, com todos no mesmo plano", declarou Miliband em uma entrevista ao jornal italiano "Corriere della Sera".

"Estou seguro disso: Obama não virá a Londres para impor as ideias e os programas de uma superpotência", disse o ministro. "Virá falar, compreender e entrar em acordo com a Europa e com os países em desenvolvimento sobre as estratégias mais eficazes para reativar a demanda, coordenar as políticas macroeconômicas, voltar a estimular o comércio internacional, voltar a dar oxigênio aos países pobres e enfrentar o problema do meio ambiente."

"Chegou a hora de um multilateralismo aberto. Este é o verdadeiro significado do próximo G20", acrescentou.

De acordo com Miliband, a regulação financeira e a coordenação das políticas econômicas serão objeto de um acordo entre os países em Londres e constituirão os dois pilares do compromisso dos governantes.

Comentários dos leitores
Nivaldo Lacerda (112) 01/02/2010 17h30
Nivaldo Lacerda (112) 01/02/2010 17h30
Nao se deixem enganar pela propaganda, os EUA quebraram pois o governo nao teve controle dos especuladores, eles ficaram milionarios correndo riscos com dinheiro do imposto.
O Brasil nao teve problemas porque os bancos nao precisaram correr risco nenhum tiveram lucro usando dinheiro do governo com alto juros aprovado pelo governo, mas como os custos em geral estao crescendo muito impulsionado por propagandas suspeitas, quem pode quebrar no Brasil e a classe media pois nao terao $$ para pagar o alto custo dos servicos de crecdito brasileiro.
Portanto olho vivo nao se deixem individar por propagandas enganosas...a coisa pode quebrar, temos que ter o pe no cha.
sem opinião
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JOSE MOTTA (110) 01/02/2010 15h32
JOSE MOTTA (110) 01/02/2010 15h32
OS GRANDES SETORES, NACIONAIS OU ESTRANGEIROS), BANCOS, ESTATAIS (PETROBRAS, BANCO DO BRASIL, CAIXA ECONOMICVA FEDERSAL), AMBEV, AUTOMOTIVA, ALIMENTCIA, E MUITAS OUTROS, NESSE PÁIS MANDAM E DESMADAM, GANHAM QUANTO QUEREM. QUESTIONA-SE, SERÁ QUE UM PAIS DO PRIMEIRO MUNDO TERIAM TANTO LUCRO ASSIM SEM DAR NADA EM TROCA PARA A POPUÇÃO? E A PETROBRAS,O SOGAN "O PETROLEO É NOSSO", NOSSO DE QUEM? TEMOS UM DAS GASOLINAS MAIS CARA DO MUNDO. E O CAIXA PRETO DA PETROBRAS? VIVA O LULA. sem opinião
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Olmir Antonio de Oliveira (124) 29/01/2010 22h40
Olmir Antonio de Oliveira (124) 29/01/2010 22h40
A respeito da volta da cobrança do ipi. É por demais conhecida a alta carga trkibutária brasileira, assim como esta redução de preços, aos trabalhadores de salários baixos e buscando melhorias que possam lhes dar mais capacidade de consumo, a não repassar a volta da taxação do ipi seria uma retribuição aos beneficios recebidos, um empenho em prol de ganhos de escala. Consumidor brasileiro que paga preços altos quando comparado aos praticados em diversos países, históricamete tem sido assim. No pós estouro de manada, crise no país da maior econômia do mundo e diversos outros paises, muitas industrias tiveram boas vendas e lucros aqui, graça ao interese do consumidor brasileiro, esta hora, a da volta do ipi, seria oportuno que os industriais continuassem praticando os preços atuais, beneficiando o consumidor, e permitido que esles possam ter bons lucros em ganho de escala, dada as pespectivas, e nivel de poder econômico do consumidor. Certo é que mesmo sem majoração dos preços, mesmo assim os preços ainda estarão maiores ao praticado em muitos outros países, inclisive aos de origem de algumas industrias, lá estão tendo quedas de vendas e até enfretam falta de rentabilidade...... 2 opiniões
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