Sequestrador de Boeing-737 na Jamaica queria viajar para Cuba
colaboração para a Folha Online
O sequestrador de um Boeing-737 canadense na cidade de Montego Bay, na Jamaica, queria viajar para Cuba e não é um terrorista, segundo informações divulgadas pela rede de TV americana CNN. O homem, descrito como um doente mental, mantém nesta segunda-feira cinco membros da tripulação como reféns no aeroporto internacional de Montego Bay.
| Patricia Roxborough/AP |
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| Homem invade avião e mantém cinco reféns; todos os passageiros foram liberados |
A polícia mantém a negociação via rádio e o pai do sequestrador acompanha as conversas. Todos os passageiros foram liberados. Ninguém foi ferido.
De acordo com a CNN, o sequestrador --com idade aproximada de 20 anos-- invadiu o avião armado após a aeronave aterrissar no aeroporto. Dois reféns estão sendo mantidos trancados na cabine do piloto.
De acordo com a agência de notícias Associated Press, não há informações exatas sobre o número de passageiros. Segundo a polícia, 159 passageiros e oito tripulantes estavam no avião. No entanto, mais cedo, as autoridades divulgaram que 182 ocupantes estavam no avião, entre passageiros e tripulantes. As autoridades não explicaram os motivos das diferenças entre os números.
O avião vinha de Halifax, no Canadá, e estava programado para ter uma escala em Santa Clara, em Cuba, antes de retornar para o Canadá, segundo as autoridades.
O primeiro-ministro jamaicano, Bruce Golding, conversou com todos os passageiros depois da libertação e assegurou que todos os ocupantes receberão ajuda do governo para voltar para casa. Todos os passageiros estão em hotéis da região.
O primeiro-ministro canadense, Stephen Harper, que está na Jamaica, também acompanha as negociações.


