Mundo
21/04/2009 - 10h43

Latinos testarão fôlego de discurso de Obama

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da Folha de S.Paulo

A nova relação entre EUA e América Latina prometida por Barack Obama na Cúpula das Américas colhe de antemão o êxito de marcar a diferença de tom entre seu governo e a impopular administração de George W. Bush.

A aplicação do novo discurso esbarra, porém, em contingências que vão da parca ajuda financeira americana aos países mais pobres da região à necessidade de reformulação das políticas antidrogas e migratória.

Parte dos analistas afirma que, apesar da retórica, Obama deve seguir amarrado aos eixos da relação com o continente nas últimas décadas -política contra as drogas e imigração-, já que a agenda do livre comércio foi praticamente enterrada. Outros apontam a importância do discurso, com agenda ampla incluindo energia e apartado da lógica de Guerra Fria, reeditada nos oito anos de Bush.

"Há vários riscos daqui para frente, mas as falas de Obama foram muito refrescantes e pouco americanas. Foi tão importante pelo que foi dito quanto pelo que não foi dito, principalmente temas de alta segurança e a antiga retórica da Guerra Fria", diz Larry Birns, diretor do progressista Council on Hemispheric Affairs, de Washington.

Leia a reportagem completa da edição de hoje da Folha (íntegra disponível para assinantes do jornal e UOL).

Com Andrea Murta, Thiago Guimarães e Flávia Marreiro

Comentários dos leitores
eduardo de souza (499) 01/12/2009 19h26
eduardo de souza (499) 01/12/2009 19h26
Como anunciar o fim da guerra no Afeganistão, que guerra? Essa que estão fazendo para ter o domínio do território assegurando os oleodutos que lá atravessam. Que guerra Barak Obama, essa que a nação americana financiou para as empresas privadas? Que guerra? Essa que fazem, não importa aonde, visando lucros com vendas de armas, controle de posição de exécito em outros continentes... Um dia estará escrito na história humana um capítulo assemelhando voces com o tão temido e odiado líder alemão da segunda guerra mundial. Dirá a história, que num curto espaço de tempo, dois "monstros" foram o martírio da humanide. sem opinião
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Henrique Silva (201) 01/12/2009 00h44
Henrique Silva (201) 01/12/2009 00h44
Nos EUA a situação da saúde para quem não tem seguro-saúde é infinitamente pior que a situação de um trabalhador brasileiro que depende do SUS. Fazer um sistema de saúde que garanta atendimento básico na maior potência econômica do mundo é muito importante não só para o povo americano pobre, mas para a imagem dos EUA no mundo. sem opinião
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Carlos Gonçalves (418) 30/11/2009 19h52
Carlos Gonçalves (418) 30/11/2009 19h52
George Bush pai fooooi amigo do pai de Bin Ladem. George Bush filho foi amigo e sócio do Salem Bin Ladem , irmão de Osama. O Bush filho teve tres sócios, dois quebraram e Salem morreu de acidente de avião, conveniente, quem ficou com os despojos?
Osama foi treinado pela CIA, à época do domínio soviético no Afeganistão. 32 mil rebeldes, aquela época, venceram e expulsaram os soviéticos. Hoje, como são contra os americanos, são chamados de terroristas. Engraçado não é.? Todos sabem que o Afeganistão é estratégico para os EUA que se dirigem países com desinência -ão: Turquistão, azerbaijão, Casaquistão...
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