Mundo
28/04/2009 - 22h49

Iraquianos lembram 72º aniversário do nascimento de Saddam Hussein

Publicidade

da Efe, em Bagdá

Dezenas de famílias iraquianas lembraram o aniversário do nascimento do ditador Saddam Hussein (1979-2003), que teria completado 72 anos nesta terça-feira, com uma cerimônia em seu mausoléu na província de Salah ad Din, no norte do país.

Por ocasião da data, foram adotadas medidas especiais, com o desdobramento de forças do Exército e da polícia iraquianos, para prevenir emergências, especialmente nas proximidades de Al Awja, terra natal de Saddam, explicou à agência de notícias Efe uma fonte dos serviços de segurança de Tikrit, capital de Salah ad Din.

Sabah al-Bazee/Reuters
Estudantes visitam o túmulo de Saddam Hussein na vila de Al Awja, no dia em que o ditador, executado em 2006, completaria 72 anos
Estudantes visitam o túmulo de Saddam Hussein na vila de Al Awja, no dia em que o ditador, executado em 2006, completaria 72 anos

Muitas pessoas, entre elas crianças e mulheres, foram nesta terça-feira ao mausoléu onde também estão os corpos de outros seis dirigentes do regime anterior.

O governador de Salah ad Din, Ahmed Karim al Isawi, explicou que o dia na Província transcorreu com normalidade e que não foram registrados casos violentos ou grandes concentrações de pessoas.

Antes da invasão americana ao Iraque, em março de 2003, o aniversário de Saddam era comemorado com grandes festas que duravam dias, em eventos que custavam milhões de dólares. Nas celebrações, participavam as autoridades locais e grupos artísticos de dentro e fora do Iraque.

Saddam Hussein nasceu em 28 de abril de 1937 e em 1979 assumiu a Presidência do Iraque, país que governou até ser derrubado, em 9 de abril de 2003. Oito meses depois foi capturado e, após julgamento, executado em 30 de dezembro de 2006, depois de ser declarado culpado por um tribunal especial de estar envolvido no assassinato de 148 pessoas em uma aldeia xiita ao norte de Bagdá.

Comentários dos leitores
emanuel gomes bueno (2) 26/10/2009 17h34
emanuel gomes bueno (2) 26/10/2009 17h34
Os EUA aceitaram o prato que o diabo ofereceu a eles: uma guerra que seria "curta e fácil de vencer". Hoje vemos um atentado atrás do outro, com quase 4.400 soldados americanos mortos e os EUA num atoleiro: sem poder ficar e sem poder sair. A serpente antiga descrita na bíblia, voltou! ao Jardim do Éden. sem opinião
avalie fechar
Valentin Makovski (173) 26/10/2009 17h21
Valentin Makovski (173) 26/10/2009 17h21
Quanto o Iraque precisa de soldados para coibir as milícias???
Já se tem mais de 100 mil Marines dos EUA, se mandar mais uns 100 mil vai continuar a mesma coisa. E sabem porque??? Simples guerra que começa mal, termina muito mal. Esta guerra contra Saddan já deu o que tinha que dar. Os EUA podem ficar lá por maism10 anos, que em nada vai adiantar.
sem opinião
avalie fechar
J. R. (1090) 26/10/2009 03h00
J. R. (1090) 26/10/2009 03h00
Fica difícil saber no Iraque quem é que está explodindo bombas, se elas se direcionam para que Obama aumente os contingentes da invasão ou se é para que os ianques deixem de vez o país e devolvam os poços de petróleo que furtaram, além de destruir o país. sem opinião
avalie fechar
Comente esta reportagem Veja todos os comentários (66)
Termos e condições
 

FolhaShop

Digite produto
ou marca