Mundo
01/05/2009 - 15h09

OMS atribui aumento em casos da gripe suína no México à rapidez no diagnóstico

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da Folha Online

A OMS (Organização Mundial da Saúde) afirmou nesta sexta-feira que o aumento no número de casos confirmados de gripe suína no México --para 343, incluindo 15 mortos-- se deve, em grande parte, à maior liberação de resultados de exames laboratoriais usados para diagnosticar a doença.

"Em lugares como o México, há milhares de mostras que estão sendo analisadas. Nesse caso, o aumento de casos reflete a rapidez dos resultados", disse o porta-voz da organização, Thomas Abraham, em entrevista coletiva.

Nos últimos dias, o México foi o país que registrou o maior aumento nos casos de gripe suína, a influenza A (H1N1). A própria OMS não reconhece os 343 casos apontados pelo governo, indicando que, até o momento, há 156 casos da doença, além de nove mortes.

A diferença nos dados da OMS e do governo mexicano pode, assim, ser resultado da estrutura utilizada pelo México para testar e avaliar as suspeitas de gripe suína.

O México recebeu na terça-feira passada (28) novos equipamentos de análise molecular que foram instalados na Cidade do México e em Veracruz, no leste do país, principais focos da doença. Estes aparelhos são operados em coordenação com pessoal da OMS e do Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês), dos Estados Unidos.

Contudo, como o México não tem certificação para possuir esse tipo de laboratório --e sua instalação ser emergencial--, as amostras tem de ser enviadas aos EUA ou ao Canadá para que um centro homologado confirme efetivamente a infecção por gripe suína. Nesta quarta-feira, o secretário-geral adjunto da OMS, Keiji Fukuda, afirmou que milhares de amostras retiradas no México aguardam exames pelos critérios da organização.

Abraham disse ainda que os casos de viajantes também explicam o aumento no número de diagnósticos.

Perguntado sobre a letalidade do vírus surgido no México em comparação com os encontrados em outros países, o porta-voz da organização explicou que os especialistas ainda não compreenderam totalmente o mecanismo da doença.

"Precisamos entender muito mais sobre esta doença e ver quais são os fatores que causam uma doença severa, se tem algo a ver com sua associação com outras infecções", destacou.

Com Efe

Comentários dos leitores
Olá Ana Leal,
O adjuvante que o Butantan irá utilizar é o utilizado nas vacinas adquiridas pelo Brasil, não é o mesmo da FDA.
Para mais informações:
fernanda.scavacini@saude.gov.br
Assessoria de Comunicação
Ministério da Saúde
sem opinião
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Glória Araujo,
No site do Ministério da Saúde há informações sobre vacina, por exemplo, de novembro. Em relação a dados epidemiológicos, temos informações de dezembro. Sobre a venda da vacina em clínicas particulares, ainda não é possível saber. Assim como está ocorrendo em todo o mundo, a demanda está maior do que a capacidade de produção, então é preciso saber se haverá estoque suficiente.
Sobre a disponibilidade do Tamiflu, a Roche informou no dia 14/08, em nota técnica que poderá voltar a abastecer os estabelecimentos comerciais assim que conseguir suprir a necessidade da saúde pública.


Obrigada,
Continuamos a disposição.
Para mais informações:
fernanda.scavacini@saude.gov.br
Assessoria de Comunicação
Ministério da Saúde
sem opinião
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eugenio araujo (89) 13/12/2009 20h57
eugenio araujo (89) 13/12/2009 20h57
Resposta recebida do MS
"A prescrição e dispensação do Olseltamivir fora dos critérios previstos no protocolo do Ministério da Saúde ficam sob a responsabilidade conjunta do médico responsável pela prescrição e da autoridade de saúde local. Nesse caso, a autonomia do profissional está em decidir ou não pela prescrição do medicamento."
Finalmente o MS reconhece o que escreveu, a prescrição do medicamento e um ato conjunto do medico responsável pela prescrição e da Autoridade de saúde local. Pois, bem se a autoridade local não quiser assinar em conjunto com o medico, como fica ???? o paciente poderá receber o medicamento???? Esta claro que o medico não tem autonomia, tem que ser validado pela autoridade de saúde local. Se a autoridade de saúde local não quiser assumir a responsabilidade em conjunto com o medico não tem remédio, pois, a chave da farmácia está com o poder publico.
Desta maneira vocês conseguiram estatizar o medicamento, em conjunto com laboratório retiraram o medicamento da farmácia e em conjunto com autoridade de saúde local, impede a prescrição do medico fora do protocolo de vocês. Onde está Conselho Federal de Medicina e O Ministério Publico?
2010 está chegando.
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