Mundo
18/05/2009 - 15h56

Irã pede para EUA ignorarem Israel; Obama defende diálogo

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colaboração para a Folha Online
da Efe

O governo do Irã pediu nesta segunda-feira aos Estados Unidos para ignorarem os pedidos do governo israelense --em conter o avanço do programa nuclear-- e para o país se "concentrar nos próprios problemas".

A declaração feita pelo porta-voz do ministério de Relações Exteriores do país, Hasan Qashghavi, foi uma resposta ao pedido do primeiro-ministro israelense, Binyamin Netanyahu, ao presidente americano, Barack Obama, para "ajudar a deter o Irã". Obama disse que as relações diplomáticas com o país serão reavaliadas no final do ano.

A tentativa de aproximação pacífica de Washington com Teerã ocorre desde março deste ano, quando o presidente enviou uma mensagem de paz ao governo iraniano --em virtude da festividade do Noruz (ano novo).

Segundo Qashghavi, a visita do primeiro-ministro israelense à Casa Branca não é mais que uma tentativa de transferir a outros países os problemas internos que tem com Israel e seu conflito com os árabes.

"Por isso, é muito importante que as autoridades americanas prestem atenção aos problemas do país e estejam atentas para que o regime sionista não os envolva em seus problemas", afirmou o porta-voz.

Antes da chegada de Netanyahu a Washington, o vice-ministro das Relações Exteriores israelense, Daniel Ayalon, afirmou que Israel queria que os Estados Unidos e a União Europeia (UE) reforçassem as sanções contra o Irã, país que estaria "muito fraco", de acordo com o Estado judeu.

Sobre o programa nuclear iraniano, o porta-voz da diplomacia iraniana insistiu em que o único país com armas atômicas no Oriente Médio é Israel. "O desarmamento nuclear é uma questão global, e não é possível esquecer Israel quando todo o tempo se fala da ameaça iraniana. É um erro", disse Qashghavi.

Qasghavi se referiu mais uma vez às tentativas de reconciliação com o Irã feitas pelo presidente americano. "Consideramos esta aproximação realista, mas ainda esperamos para ver como acontecerá na prática. O Irã acredita que Obama deve ter a oportunidade de mudar", disse.

Comentários dos leitores
Carlos Gonçalves (418) 30/11/2009 19h52
Carlos Gonçalves (418) 30/11/2009 19h52
George Bush pai fooooi amigo do pai de Bin Ladem. George Bush filho foi amigo e sócio do Salem Bin Ladem , irmão de Osama. O Bush filho teve tres sócios, dois quebraram e Salem morreu de acidente de avião, conveniente, quem ficou com os despojos?
Osama foi treinado pela CIA, à época do domínio soviético no Afeganistão. 32 mil rebeldes, aquela época, venceram e expulsaram os soviéticos. Hoje, como são contra os americanos, são chamados de terroristas. Engraçado não é.? Todos sabem que o Afeganistão é estratégico para os EUA que se dirigem países com desinência -ão: Turquistão, azerbaijão, Casaquistão...
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marco quiodine (5) 30/11/2009 15h43
marco quiodine (5) 30/11/2009 15h43
qual pais sera que vai sr invadido primeiro pelos EUA ?
VENEZUELA,IRA OU BRASIL,POIS OS ESTADOS UNIDOS ja esta montando a 4 frota na america do sul,sem falar nas bases que os EUA estao montado na colombia. E como sempre os EUA so estao combatendo o terrorismo,ate parece eles querem mesmo é petroleo.
SEM FALAR QUE NOS EUA AS CRIANÇAS DESDE PEQUENAS SAO INSINADAS QUE A AMAZONIA É DELES.
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Valentin Makovski (317) 30/11/2009 14h12
Valentin Makovski (317) 30/11/2009 14h12
Tão quanto é real que os EUA não sabem o que fazer com o Iraque & Afeganistão, que mais uma vez, estão entre a cruz e a espada, vão enviar mais 30 mil agora e quem sabe uns 50 mmil em uns meses. Obama, esta mais perdido que cachorro em tiroteio, além de ter que aturar seu maior inimigo público o Presidente do Irã, tem que arcar com as péssimas consequencias de 2 guerras, mal planejadas e fracassadas como Iraque & Afeganistão. E não bastasse, recebeu o premio Nobel, rsrsrs. Parace aquela frase do Filme o Gladiador. "O General, que virou escravo, o escravo que virou gladiador o gladiador que desafiou o Imperador" É um belo roteiro de filme ao melhor estilo Xanque.
E tudo isso custou até agora mais de 15 mil soldados dos EUA mortos, mais de U$ 1 trilhão de doláres jogados no lixo. E nós paíse Sub, estamos mas uma vez pagando a conta.
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