Mundo
10/06/2009 - 22h34

Duas Coreias fazem primeiro encontro desde teste nuclear

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colaboração para a Folha Online

Membros do governo sul-coreano viajaram nesta quinta-feira (noite quarta-feira em Brasília) para a Coreia do Norte para participar de negociações sobre o destino de um complexo industrial conjunto do lado norte da fronteira entre os dois países. É a primeira reunião com autoridades dos dois países desde que a Coreia do norte elevou as tensões na península ao realizar um teste nuclear no mês passado.

O parque industrial de Kaesong, em construção desde 2005 e situado a cerca de 60 km ao norte de Seul, é composto por pequenas e médias empresas sul-coreanas e emprega 39 mil trabalhadores norte-coreanos. O local é visto como um símbolo de reconciliação entre as duas Coreias.

No mês passado, a Coreia do Norte havia anunciado a anulação de todos os seus contratados com as companhias do país vizinho.

Os sul-coreanos esperam incluir entre os temas da discussão a libertação de um dos seus cidadãos que está detido no complexo desde o final de março por supostamente denunciar o sistema político do regime comunista. A Coreia do Norte rejeitou repetidos pedidos de Seul para libertá-lo, e detalhes de sua situação legal são imprecisos.

A reunião no complexo industrial é apenas a segunda reunião de funcionários civis de ambos os lados em mais de um ano, um reflexo das relações profundamente desgastadas e da desconfiança entre as duas nações divididas.

As relações entre as duas Coreias pioraram quando um governo conservador pró-EUA tomou posse em Seul, no ano passado, defendendo uma política mais dura em relação à Coreia do Norte.

Eles se desgastaram mais ainda quando a Coreia do Norte realizou o seu segundo teste nuclear em 25 de maio passado. O conselho de Segurança da ONU condenou o teste e estuda uma resolução com sanções a Pyongyang.

O encontro desta quinta-feira foi proposto pela Coreia do Norte na última sexta-feira, segundo a agência de notícias sul-coreana Yonhap.

Com Associated Press

Comentários dos leitores
eduardo de souza (243) 11/09/2009 18h17
eduardo de souza (243) 11/09/2009 18h17
Opa! Opa! Esse espaço do fórum é para falar sobre a Coréia do Norte, gripe suína esta em outro lugar.
Esse pessoal do "escritório" se infiltra em tudo mesmo... O USA, (não confundir com o verbo usar) não pode dar conta de ataques simultaneos, he, he, estão mostrando fraqueza, e quando o inimigo se encolhe, é a hora de ir para cima. Tentar dominar simultaneamente vários países é a desgraça de todos os guerreadores. Enchem-se de autoconfiança e cometem o erro fatal, não conseguem permanecer nas bases hospedeiras. O mesmo sentimento que levanta, derruba também, por ser ele, esse sentimento egoísta, falso e contrário ao que deseja o espécie humano. Tentar dominar as pessoas e suas culturas nunca será bom, para ninguém, como tudo na vida tem dois aprendizado, espero que não seja pela dor que irão aprender os filhos do tio sam.
sem opinião
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joao martins (16) 11/09/2009 17h44
joao martins (16) 11/09/2009 17h44
Bom, provavelmente, os americanos vão dizer ao coreanos que os estados unidos vão DESTRUIR todas armas nucleares americanas e que os coreanos e outros paises do mundo, façam a mesma coisa, deve ser isso né? COERÊNCIA. sem opinião
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J. R. (798) 05/08/2009 22h54
J. R. (798) 05/08/2009 22h54
A libertação das duas jornalistas iankee-coreanas pelo ditador norte-coreano deve ser entendido como um ato de boa vontade desse país castigado e isolado. Por aqui com meus "borbotões" penso que os Estados Unidos são um país rachado: por um lado democratas sulistas e por outro republicanos sionistas. A luta entre norte e sul continua, embora democraticamente podemos constatar uma alternância de poder entre as duas facções. A republicana é a mais reacionária, pois representa os interesses do conglomerado armamentista e de wall street. 2 opiniões
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