EUA veem discurso do primeiro-ministro de Israel como "passo à frente"
colaboração para a Folha Online
A Casa Branca afirmou que o discurso deste domingo do primeiro-ministro israelense, Binyamin Netanyahu, sobre a questão palestina é um "passo à frente" no processo de paz do Oriente Médio. O conservador primeiro-ministro admitiu a criação de um Estado palestino pela primeira vez desde que chegou ao poder, em março passado.
Netanyahu aceita Estado palestino, desde que desmilitarizado
Netanyahu disse durante um discurso em Jerusalém que apoiará um futuro Estado palestino, desde que seja desmilitarizado.
O porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs, expressou em comunicado que o presidente americano, Barack Obama, celebrou o discurso de Netanyahu e reiterou o compromisso dos EUA com a solução de dois Estados.
"O presidente está comprometido com dois Estados, um judeu de Israel e um palestino independente na terra histórica de ambos os povos", afirmou Gibbs.
O porta-voz oficial apontou que Obama acredita que essa solução "pode e deve assegurar tanto a segurança de Israel como a concretização das legítimas aspirações da Palestina a um Estado viável, e dá as boas-vindas ao apoio de Netanyahu a esse objetivo".
Gibbs indicou que Obama seguirá trabalhando com todas as partes interessadas --Israel, ANP (Autoridade Nacional Palestina), os Estados árabes e os mediadores no conflito israelense-palestino.
O porta-voz lembrou que o objetivo do presidente americano ao colaborar com todas as partes interessadas é conseguir que a solução de dois Estados se torne realidade, assim como buscar a paz na região.
O texto não menciona os detalhes do discurso de Netanyahu, nem a divergência entre o governo americano e o israelense em relação aos assentamentos judaicos na Cisjordânia, que Obama quer que sejam "congelados". O primeiro-ministro israelense disse neste domingo que não haverá novos assentamentos, mas defendeu o direito de que os assentamentos existentes tenham um "crescimento natural".
O ministro francês das Relações Exteriores, Bernard Kouchner, saudou a "perspectiva traçada" por Netanyahu e disse que "a França está convencida de que isto é do interesse de Israel e de sua segurança".
Kouchner advertiu que "obter a paz exige ir muito mais além, sem impor condições prévias à negociação".
"É preciso agora que as duas partes definam os contornos deste Estado palestino e abordem todos os assuntos sobre o estatuto final, em particular o estatuto de Jerusalém, as fronteiras e a questão dos refugiados".
A reação palestina foi muito diferente. Tanto a ANP, que comanda a Cisjordânia, quanto o grupo radical Hamas, que domina a faixa de Gaza, "[criticaram]": os termos em que Netanyahu propôs a criação do Estado palestino.
"Não estamos surpresos com o que ele disse, mas ao mesmo tempo condenamos todas suas declarações", disse o negociador-chefe da ANP, Saeb Erekat.
"O discurso reflete a ideologia racista e extremista de Netanyahu e ignora todos os direitos do povo palestino", disse à agência de notícias France Presse o porta-voz do Hamas, Fawzi Barhum.
Com agências internacionais
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adoro aqueles que adoram governantes desses paises
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O senhor acha graça nas coisas que escreve?
O senhor escreve falÇo com cedilha.
Eu não acho engraçado isto. Eu acho triste. Isto se aprende no pré-primário; aos seis anos. Porque o senhor não entra nos foruns de portugues?
O senhor acha graça nos discursos de Lula? encontra sabedoria no que ele fala?
Eu fico triste cada vez que vejo o presidente de meu país - GRAÇAS A DEUS ESTÁ ACABANDO O GOVERNO DESTA TURMA - falar alguma asneira do tipo...a ligação das torres de "energias" estão ligadas pois estão interligadas.
Isto não é engraçado nem um pouco.
Relaxa e goza quando tem apagão em aeroporto também não é nada engraçado. também não vejo graça no ministro LOBÂO falar que o assunto está encerrado; não vejo graça na peruca feia dele; Não vejo graça em ver o Sarney e o lula abraçados com o Collor.
Outro dia vi o programa "A praça é nossa". popularesco, simplório. MAS MUITO ENGRAÇADO E INOFENSIVO. Não acrescenta cultura nenhuma, MAS ELES NÃO USAM NOSSOS IMPOSTOS PARA FALAR OU FAZER ASNEIRAS.
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