Chanceler alemã exige recontagem integral de votos no Irã
da Efe, em Berlim
A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, exigiu neste domingo a recontagem integral dos votos da eleição presidencial iraniana, para que não haja dúvidas sobre os resultados do pleito, realizado no último dia 12.
Por sua vez, o ministro de Assuntos Exteriores, Frank Walter Steinmeier, pediu às autoridades iranianas que evitem o aumento da tensão no país.
"A Alemanha está do lado das pessoas no Irã que querem exercer seu direito às liberdades de expressão e reunião", disse Merkel numa nota à imprensa.
A chanceler também fez um apelo para que as autoridades iranianas continuem permitindo a realização de manifestações pacíficas e não recorram à violência contra os participantes dos protestos, que já duram uma semana.
Além de exigir a libertação de todos os opositores presos e condições para a imprensa trabalhar livremente, Merkel ressaltou que o Irã também tem que "respeitar os direitos humanos e civis".
"Uma semana depois das eleições, o Irã se encontra numa encruzilhada. Ou as tensões são reduzidas mediante o diálogo de todas as forças políticas ou a situação sofrerá uma nova escalada", alertou, por sua vez, o chefe da diplomacia alemã.
Para Steinmeier, "a atuação violenta contra os manifestantes é tão pouco aceitável como a continuação dos impedimentos para que haja uma informação livre [sobre os eventos]".
Em nota, o ministro disse ainda que "a polêmica sobre as eleições presidenciais deve ser resolvida o mais rápido possível". "E para isso, conseqüentemente, é necessário esclarecer todas as dúvidas sobre seu desenvolvimento e resultados", acrescentou.
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"O Parlamento iraquiano aprovou nesta terça-feira um acordo de cooperação marítima com o Reino Unido que permitirá o retorno de entre cem e 150 soldados britânicos ao sul do país árabe, para ajudar a treinar a Marinha iraquiana e proteger as instalações petrolíferas."
Este é o sinal obvio que os ingleses se apossaram das companhias de petróleo iraquianas após enforcarem Sadam Hussein e colocarem "testas de ferro e laranjas" da nova elite iraquiana. Como se não bastasse o exército iraquiano vigiará os poços para eles. Provavelmente, após o saque ao tesouro iraquiano, no lugar de ouro e outras moedas, os corsários os encheram de dólares cheirando a tinta. O Irã deve abrir bem os olhos, pois isso é o que é pretendido para eles também. É bom que a revolução dos aiatolás comece a educar seu povo maciçamente, a fim de não facilitar a invasão dos inimigos que sempre contam com que o povo esteja na ignorância.
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