Irã diz ter detido cinco "espiões" europeus; Europa não confirma
da Folha Online
O Irã afirmou nesta segunda-feira que deteve "cinco espiões europeus" acusados de participar dos protestos da oposição contra fraude na reeleição do presidente Mahmoud Ahmadinejad, que há nove dias ocupam as ruas da capital do país, Teerã. Alemanha e França afirmaram não ter informações sobre detenções de cidadãos de seus países.
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Segundo a agência de notícias iraniana Fars, que não cita fontes, dois alemães, dois franceses e um britânico foram detidos por estarem "entre os principais ativistas dos distúrbios de sábado [20] em Teerã". A gência não dá nenhum outro detalhe sobre os detidos.
Desde o início dos protestos, após o anúncio da vitória de Ahmadinejad com cerca de 63% dos votos contra 34% do principal candidato da oposição, Mir Hossein Mousavi, Irã acusa inimigos do Islã e forças estrangeiras de promover os distúrbios no país.
As acusações são voltadas principalmente para Estados Unidos e Reino Unido, que não se pronunciou sobre os cidadãos supostamente presos, mas já recomendou a saída dos diplomatas e pediu que britânicos evitem viajar para o Irã.
O porta-voz do Ministério de Relações Exteriores do Irã, Hassan Qashqavi, criticou alguns países europeus com dureza e anunciou que a Comissão de Segurança do Parlamento "está reconsiderando" as relações com a França, Alemanha e Reino Unido.
Um porta-voz do Ministério de Relações Exteriores da França afirmou nesta segunda-feira que o governo da França não tem informações sobre a prisão de nenhum cidadão francês nos protestos.
De Paris, o porta-voz francês não comentou as declarações, mas ressaltou que "a comunidade internacional segue muito de perto a situação no Irã", que será analisada durante a reunião de ministros de Relações Exteriores do G8, que acontecerá na cidade italiana de Trieste, nas próximas quinta-feira (25) e sexta-feira (26).
O governo alemão também negou nesta segunda-feira que tenha recebido qualquer informação sobre a detenção de cidadãos alemães no Irã.
Com agências internacionais
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"O Parlamento iraquiano aprovou nesta terça-feira um acordo de cooperação marítima com o Reino Unido que permitirá o retorno de entre cem e 150 soldados britânicos ao sul do país árabe, para ajudar a treinar a Marinha iraquiana e proteger as instalações petrolíferas."
Este é o sinal obvio que os ingleses se apossaram das companhias de petróleo iraquianas após enforcarem Sadam Hussein e colocarem "testas de ferro e laranjas" da nova elite iraquiana. Como se não bastasse o exército iraquiano vigiará os poços para eles. Provavelmente, após o saque ao tesouro iraquiano, no lugar de ouro e outras moedas, os corsários os encheram de dólares cheirando a tinta. O Irã deve abrir bem os olhos, pois isso é o que é pretendido para eles também. É bom que a revolução dos aiatolás comece a educar seu povo maciçamente, a fim de não facilitar a invasão dos inimigos que sempre contam com que o povo esteja na ignorância.
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