Mundo
22/06/2009 - 18h09

Obama sanciona lei de regulação rigorosa para indústria do tabaco

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da Efe, em Washington

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, sancionou nesta segunda-feira uma lei que impõe restrita regulação sobre o setor tabagista e que deixa nas mãos do governo o controle da produção, venda e publicidade de cigarros. Em cerimônia no jardim da Casa Branca, Obama afirmou que a nova medida representa "uma vitória para a reforma do sistema de saúde" e contribuirá para "salvar vidas".

O presidente, que consome chicletes de nicotina para superar sua dependência ao tabaco, afirmou que sabe "por experiência própria o quão difícil é abandonar este hábito".

A nova medida prevê que o governo assuma o controle da produção, venda e publicidade do tabaco, apesar das objeções da indústria, que se verá obrigada a revelar os ingredientes que usa em seus produtos. Segundo especialistas, a lei não apenas reduzirá o número de mortes causadas pelo fumo mas também significará uma economia anual de quase US$ 100 bilhões em custos de atendimento médico.

Entre outras coisas, a legislação outorga à Administração de Medicamentos e Alimentos americana (FDA, em inglês) o poder de proibir cigarros com sabor, que comumente atraem os que começam a fumar.

Além disso, a lei proíbe a indústria do tabaco de usar termos como "baixo nível de alcatrão" ou "light", exige que as advertências sobre os perigos do tabaco tenham maiores dimensões nos pacotes de cigarros e restringe a publicidade desse tipo de produto. A iniciativa também prevê que as companhias do ramo reduzam os níveis de nicotina nos cigarros.

Comentários dos leitores
Chris Maria (261) 11/12/2009 08h38
Chris Maria (261) 11/12/2009 08h38
Sr.marcio B. (63) 10/12/2009 23h51, bom dia.
Em primeiro lugar gostaria de lembrá-lo que este é um espaço destinado a livre expressão do pensamento desde que não se venha a faltar com o respeito a outrem.
O Sr. me perguntou "me diga qual é a inconsistência do meu comentário"?
► O Sr. disse "nos EUA as mulheres são livres desde a formação do país"
Não sei qual a exata noção que o Sr. tem sobre a liberdade da mulher nos EUA e recomendo que faça uma pesquisa. Lá, os custos da violência contra a mulher variam entre US$ 5 bilhões e US$ 10 bilhões ao ano.
►O Sr. disse "eu recomendo uma pesquisa de menos de 1 hora na história da formação dos Estados Islâmicos, para entenderem qual é o papel da mulher na sociedade islâmica". Não é com uma rápida pesquisa com menos de uma hora que se conhece com profundidade a formação de qualquer sociedade. Muito menos sobre o papel da mulher no mundo. Nós, mulheres do oriente ou do ocidente, sabemos perfeitamente bem sobre as questões que nos cercam.
Para finalizar, concordo com o Sr. quando diz "Antes de discorrer sobre o simples apoio ou não apoio em qualquer assunto, as pessoas devem entender com um mínimo de profundidade o assunto, antes meramente repetir mecanicamente o que outras pessoas falam". Tenha um bom dia.
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marcio B. (63) 11/12/2009 01h36
marcio B. (63) 11/12/2009 01h36
Joel Saraiva , me parece que o premio nobel da paz subiu à cabeça do Obama, e este Obama esta demonstrando que ele é notadamente um covarde.
Do meu ponto de vista, a mera possibilidade de , como o Sr. mesmo disse, os EUA apertarem um botão e acabarem com seus inimigos era uma eficiente intimidação aos olhos dos inimigos dos EUA. Com a subida de governantes fracos e volúveis como BUSH e muito mais agora com o OBAMA premio nobel, ficou evidente para todos que os EUA não terão coragem de apertar o tal botão. Se o OBAMA tivesse a coragem e a astúcia de um Estadista, ele nunca deveria ter aceitado esse nobel, ou melhor deveria tem feito como Sartre que ao recusar o premio nobel, escreveu:" (...) Um escritor que assume posições políticas, sociais ou literárias
somente deve agir com meios que lhes são próprios, isto é, com a palavra escrita. Todas as distinções que possa receber expõem seus leitores a uma pressão que não considero desejável. Não é a mesma
coisa seu assino Jean-Paul Sartre que se assino Jean-Paul Sartre, Prêmio Nobel."
Os Generais do mundo perceberam a fraqueza dos governantes dos EUA.
SUN TZU , em A ARTE DA GUERRA, em 450 A.C. escreveu: " (...)Se o comandante quer atrair o inimigo, ele ilude, apresentando algo lucrativo para o inimigo, e o inimigo por certo acreditará. Assim, o comandante oferece ao inimigo pequenas vantagens, mas o espera armado e com toda a sua força.
sem opinião
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eduardo de souza (527) 11/12/2009 00h04
eduardo de souza (527) 11/12/2009 00h04
Joel Saraiva, arrebentou no seu comentário... Excelente. sem opinião
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