Mundo
22/06/2009 - 19h57

Secretário-geral da ONU pede fim do "uso da força" contra protestos no Irã

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colaboração para a Folha Online

O secretário-geral da ONU (Organização das Nações Unidas), Ban Ki-moon apelou nesta segunda-feira para que haja uma interrupção imediata das "detenções, ameaças e do uso da força" contra civis no Irã na sequência do país disputada eleição presidencial.

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Ban, cuja única declaração anterior sobre a crise tinha sido um apelo para que a vontade popular fosse respeitada, direcionou mais claramente as suas críticas às autoridades pela repressão aos protestos.

Na declaração divulgada pelo seu gabinete de imprensa, Ban disse que estava consternado com a violência pós-eleitoral, "particularmente o uso da força contra civis", e exortou as autoridades iranianas a respeitarem os direitos civis e políticos básicos.

Desde o dia 13 deste mês, manifestantes protestam quase diariamente nas ruas de Teerã e de outras grandes cidades iranianas contra supostas irregularidades na eleição do dia anterior, que deu a vitória ao presidente Mahmoud Ahmadinejad.

Segundo a TV iraniana, dez pessoas morreram nos protestos do último sábado, e a Guarda Revolucionária do país agiu duramente para reprimir protestos nesta segunda-feira. Há informações não confirmadas de que mais de cem pessoas teriam morrido desde o início dos protestos.

Na declaração, o secretário-geral pediu que o governo iraniano e a oposição resolvam pacificamente as suas divergências, por meio do diálogo e dos meios legais.

Com Reuters e France Presse

Comentários dos leitores
Valentin Makovski (217) 03/11/2009 15h23
Valentin Makovski (217) 03/11/2009 15h23
Eu não duvido de nada, se os EUA em alguns anos, implantarem algumas bases de mísseis de longo alcance no Iraque, pois estão lá e tem mais de 100 mil soldados, agora lógico. A Russia esta fazendo o mesmo apoio ao Irã, Pra ser mais exato, a guerra fria ainda não acabou só mudou de época. Lógico com vantagem dos EUA, mas a Russia tem seus prô e contras, ainda tem tecnologia suficiente e possui o maior arsenal de bombas atômicas. EUA estão no paquistão não para combater o Taliban, estão presentes numa região que demanda conflitos eternos, e que sempre terá um para vender armas, e tecnologia. Sabemos de praxe Srs (as) que guerras são grande negócios, em valores astronômicos. Antes não se dava ênfase á aquela região, hoje em dia a região é estratégica para as super potencias, envolve muito dinheiro e conflitos a vista. Por isso tanto interesse e tanta movimentação bélica. sem opinião
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J. R. (1126) 18/10/2009 13h21
J. R. (1126) 18/10/2009 13h21
RU treina soldados iraquianos para proteger seus poços de petróleo.
"O Parlamento iraquiano aprovou nesta terça-feira um acordo de cooperação marítima com o Reino Unido que permitirá o retorno de entre cem e 150 soldados britânicos ao sul do país árabe, para ajudar a treinar a Marinha iraquiana e proteger as instalações petrolíferas."
Este é o sinal obvio que os ingleses se apossaram das companhias de petróleo iraquianas após enforcarem Sadam Hussein e colocarem "testas de ferro e laranjas" da nova elite iraquiana. Como se não bastasse o exército iraquiano vigiará os poços para eles. Provavelmente, após o saque ao tesouro iraquiano, no lugar de ouro e outras moedas, os corsários os encheram de dólares cheirando a tinta. O Irã deve abrir bem os olhos, pois isso é o que é pretendido para eles também. É bom que a revolução dos aiatolás comece a educar seu povo maciçamente, a fim de não facilitar a invasão dos inimigos que sempre contam com que o povo esteja na ignorância.
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J. R. (1126) 28/09/2009 14h07
J. R. (1126) 28/09/2009 14h07
Alguns não querem que o Brasil se aproxime do Irã, outros não querem que se aproxime do criminoso Israel, porém lembrem-se que estão num país que não tem rabo preso. O presidente do Irã virá, o ministro de Israel, Kadafi, Obama. Isso é liberdade e autodeterminação. De que adianta essa panacéia com relação ao mundo árabe? Nada. 1 opinião
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