Mundo
23/06/2009 - 03h49

Coreia do Norte proíbe temporariamente navegação no Mar do Japão

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da Efe, em Seul

A Coreia do Norte divulgou nesta terça-feira que proibirá a navegação em uma região do Mar do Japão para realizar exercícios militares em sua costa. A região ficará fechada por 16 dias, segundo informou a agência de notícias sul-coreana Yonhap.

O alerta foi visto como indicação de que fará um novo lançamento de míssil, após causar uma escalada da tensão regional com o teste de diversos mísseis de longo-alcance e um teste nuclear, em 25 de maio passado.

O porta-voz do Ministério da Defesa sul-coreano, Won Tae-jae, afirmou que a Coreia do Norte realizará manobras militares entre 25 de junho e 10 de julho, que podem ser usadas para novos testes de mísseis. A Guarda Litorânea do Japão também foi informada.

Os testes vão se concentrar na cidade de Wonsan --sudeste da Coreia do Norte e a cerca de 100 quilômetros ao norte da fronteira intercoreana.

O alerta acontece depois de dois avisos anteriores para que navios se mantivessem distantes de uma área menor do que a compreende o informe atual. Esta, contudo, é a primeira vez que o país explicita as razões pelas quais impõe uma proibição de navegação.

A Coreia do Norte geralmente dispara mísseis de pequeno alcance em exercícios militares e frequentemente escolhe momentos de tensão política para realizar esses lançamentos.

O país realizou seu segundo teste com armas nucleares em 25 de maio, o que provocou uma resolução do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas adotando duras sanções que restringe o lucrativo comércio de armas do país.

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, declarou neste domingo em entrevista a que o país se encontra "totalmente preparado para qualquer tipo de contingência" em relação a um possível lançamento de um míssil pela Coreia do Norte.

Na quinta-feira (18), o secretário de Defesa, Robert Gates, anunciou que aprovou a ativação de um sistema antimísseis próximo ao Havaí para proteger o arquipélago de um possível lançamento norte-coreano.

Com Reuters

Comentários dos leitores
J. R. (1159) 21/11/2009 17h42
J. R. (1159) 21/11/2009 17h42
Logo se vê que Israel encontrou um adversário à altura no O.M., pois contesta até mesmo que o Irã lance um satélite em 2011 acusando o mesmo de propósito de espionagem. Interessante, e não tem nenhum prêmio nobel no Irã, cadê o nobel como fator determinante de supremacia racial? Talvez a auto-premiação não seja uma coisa boa afinal ... sem opinião
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eduardo de souza (480) 13/11/2009 13h12
eduardo de souza (480) 13/11/2009 13h12
A coréia do Norte esta certíssima, não dorme enquanto o inimigo esta acordado. Se querem retirar do mundo as armas nucleares comecem com quem tem. Eua e sua compania estão armados até os dentes. Principalmente o Eua mostra que usa bombas nucleares mesmo, e o Japão que se cuide, esta abrigando dentro de sí, o maior trairá que existe. Aqui no Brasil já fomos alvo de ataques pequenos, com outros tipos de armas, o ideal seríamos ter bombas nucleares, caso fossemos atacados de forma mais brutal. Pela liberdade de defesa, quem possui armas nucleares, não podem se intrometer com aqueles que querem possuir também. 1 opinião
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J. R. (1159) 01/11/2009 06h50
J. R. (1159) 01/11/2009 06h50
O impositivo acordo que FHC aderiu para nosso país nos tira do alvo do clube nuclear, controlado pelos nazisionistas do eixo que dominam o mundo. Agora dizem que nem mesmo a proibição de armas nucleares prevista na constituição é suficiente, a intromissão começa a passar dos limites. Qualquer reação ou declaração, como foi a do Bolsonaro para construir bomba, constitui um argumento para o início de uma perseguição, que o Brasil já foi alvo anteriormente, por parte do "não tão aliado assim" U-S-A; de maneira que as autoridades brasileiras devem evitar declarações polêmicas que sirvam de "carvão" para os "candinhas" da AIEA prejudicarem nosso país. "Brasil é pressionado a aceitar inspeções intrusivas a programa nuclear." 56 opiniões
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